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sábado, 14 de abril de 2018

Estudo mobile mapeia hábitos perigosos de motoristas no trânsito


Frenagem brusca, aceleração extrema acima do permitido e uso do celular são as principais atitudes identificadas

A Liberty Seguros realizou, durante o mês de dezembro, um estudo mobile com o objetivo de apontar as principais atitudes perigosas no trânsito por motoristas brasileiros. Para o mapeamento, a seguradora utilizou a tecnologia de telemetria, comunicação sem fio que compartilha dados de monitoramento por meio de diversas mídias como celulares, computadores ou enlaces ópticos.
O recurso está presente no aplicativo Direção em Conta, da companhia, que avalia a forma de dirigir de cada motorista para entendimento de sua condução e também geração de descontos individualizados em seguros auto da Liberty Seguros. O mapeamento ocorre mesmo quando o aparelho encontra-se bloqueado, visando aumentar a precisão das informações.
A análise foi feita todos os dias da semana entre 7h e 10h da manhã e avaliou mais de 10 mil viagens. Dentre os resultados, a pesquisa identificou que a atitude perigosa mais cometida é a de frenagem excessiva ou brusca, que ocorreu em mais de 51% das viagens. Além disso, o aplicativo também mensurou que em 21% das viagens os condutores aceleraram seus veículos de forma excessiva.
Quando se trata de outros comportamentos durante a direção, o estudo revela um dado extra: em 15% do total das viagens, os motoristas utilizaram o celular enquanto estavam na direção. Apesar da porcentagem baixa, o uso do celular pode ser considerado grave pelo risco da distração.
“Para nós, é muito relevante compreender a forma dos motoristas guiarem seus veículos e os ajudar a entender como podem melhorar sua condução. Essa é uma plataforma de extrema importância para a Liberty e foi desenvolvida para além de ajudar os usuários, recompensá-los, de acordo com sua condução, com descontos em apólices de seguro auto”, diz Paulo Umeki, vice-presidente técnico e de produtos da Liberty Seguros”. “A partir dessas análises, poderemos informar o nosso público e contribuir para um trânsito mais seguro e consciente”, finaliza.

Fonte CQCS

quarta-feira, 11 de abril de 2018

A Importância do Corretor de Seguros

O corretor de seguros é um especialista e a sua atuação é muito diferente da de um corretor de imóveis: vai desde a prospecção dos segurados, passa pela contratação, por eventual processo de regulação e liquidação de sinistro e vai até a renovação dos seguros que garantem a vida e o patrimônio do cidadão. Daí a sua importância social. 

Quem é o corretor de seguros? Entre as profissões menos conhecidas pelo cidadão brasileiro, o corretor de seguros tem lugar de destaque. Este desconhecimento é de tal ordem que vários tribunais de justiça estaduais têm posições diretamente opostas uns dos outros. 

Para alguns, o corretor de seguros é o representante da seguradora; para outros, é um mero vendedor; para outros, sua função é similar à dos corretores de imóveis; e para outros, é o representante do segurado perante a seguradora. 

Esta situação causa problemas de todas as ordens, inclusive no que tange a imagem do profissional, muitas vezes incompreendida até por quem trata com o setor de seguros. 

A verdade é que o corretor de seguros, pela própria essência de sua atividade, é um cidadão com papel chave no bem-estar da sociedade. Ele é responsável pela proteção do patrimônio das pessoas, da mesma forma que é responsável pela garantia do futuro de gente que, por uma razão ou outra, perde o arrimo da família. 

Cabe ao corretor de seguros oferecer as melhores soluções para estas situações, entendendo-se como melhores não apenas as mais baratas, mas principalmente as que blindem da forma mais hermética possível os danos decorrentes de eventos que atinjam os seus segurados. 

O corretor de seguros é um especialista. Alguém treinado para entender a dinâmica da vida, avaliar os diferentes tipos de risco, conhecer os danos possíveis e os produtos desenhados para minimizá-los. Mas sua atuação vai muito além. Cabe a ele assessorar o segurado durante toda a vigência do contrato de seguro. 

Ao contrário do corretor de imóveis, que, terminada a transação, encerra seu trabalho, o corretor de seguros começa a trabalhar na prospecção dos segurados, passa por todos os momentos da contratação da apólice, tem o dever de assessorar o segurado quando da ocorrência do evento coberto, durante todo o processo de regulação e liquidação do sinistro até o recebimento da indenização. Mas seu trabalho vai mais além. 

Cabe ao corretor de seguros estar ao lado do segurado no momento da renovação dos seus seguros. Informar a data do vencimento da apólice e, no momento oportuno, apresentar as melhores alternativas para manter a proteção adequada para aquele determinado risco. 

Definida a melhor alternativa, cabe a ele negociar com a seguradora de forma a proteger os interesses do segurado, evitando que, por desconhecimento, ele contrate algo que não é o ideal. Sob este aspecto, pode-se dizer que o corretor de seguros é tão essencial quanto o médico ou o advogado. 

Enquanto o médico trata da saúde e o advogado zela pelos direitos do cidadão, o corretor de seguros é quem garante o acesso à saúde, à proteção do patrimônio, ao complemento da aposentadoria e aos recursos necessários para a família seguir em frente após a morte de um de seus integrantes. 

É ele quem conhece as seguradoras e por isso sabe em que ramos esta ou aquela atua com mais eficiência, quais as regiões que uma ou outra preferem, que tipo de segurados são mais bem atendidos por cada uma delas, quais as vantagens de preço e cobertura que elas oferecem, como cada uma se comporta diante de determinadas situações, como elas procedem na regulação e liquidação dos sinistros, etc. 

O negócio de seguro é extremamente específico e técnico. Não é para amadores ou diletantes. A apólice é um contrato complexo, sofisticado, com variáveis determinadas por pequenos detalhes incluídos em cláusulas que podem fazer toda a diferença no momento do pagamento de uma indenização. 

Quem conhece este universo por dever de profissão é o corretor de seguros. As seguradoras não vendem seguros diretamente porque não saibam ou não possam fazê-lo. A razão para não fazerem isto num país como o Brasil é meramente pragmática. 

As seguradoras preferem comercializar suas apólices através de corretores de seguros porque sabem que é a melhor forma de reduzirem ao mínimo a possibilidade de problemas. Ora, se as seguradoras agem assim, qual o sentido do segurado pretender fazer de outro jeito?

Fonte: CQCS/Estadão

segunda-feira, 9 de abril de 2018

O papel da Seguradora no Sistema Nacional de Seguros Privados [Papo Seguro]

Você sabia que é possível pagar menos por um seguro de automóvel?

Serviços desnecessários, mudança de hábitos e até adoção do portão automático são alguns caminhos para pagar menos

O momento da compra do primeiro carro ou a troca por um modelo mais novo é de alegria e também de custos que vão além da manutenção e do combustível.
É o caso do seguro, que pode pesar muito nesse pós-venda. Mas não precisa ser assim.
Hábitos do motorista, serviços dispensáveis e até um portão automático podem ajudá-lo a economizar.
Veja aqui o que você pode fazer para reduzir o custo com seguros.

Compra do automóvel

Cote o seguro antes de escolher seu carro. Veículos com maior incidência de roubo terão apólices mais caras.
Ainda há o fator peças de reposição, que também pesa no custo. Modelos do mesmo segmento ou na mesma faixa de preço têm grande diferença no custo do seguro.

Hábitos do motorista

Bons hábitos ao volante refletem no bolso. Quem não tem ponto na carteira costuma pagar menos e quem não aciona o sinistro acumula bônus que se transformam em bons descontos.
É como se o motorista tivesse uma participação na apólice. A seguradora reconhece um bom perfil de motorista.

Rastreador

Sim, o rastreador ainda faz diferença no seguro, que pode significar descontos de até 15%.
O melhor é que boa parte das seguradoras o instala de graça e algumas ainda reduzem pela metade a apólice contra roubo e furto. Já o alarme pode parecer prosaico.
A maioria dos zero-km vendidos no Brasil até saem com o item de fábrica, mas se não houver, instalar o dispositivo também pode significar a redução de algumas dezenas de reais.

Estacionamento

Deixar o veículo em estacionamento próximo ao trabalho ou à faculdade pode baratear o seguro.
O mesmo se aplica à residência. Vale a pena, principalmente em regiões com muita incidência de roubo.

Portão automático

Se morar em imóvel tipo casa que não seja em condomínio fechado, instalar o portão automático para não ter de sair do veículo ao entrar e sair do imóvel pode baratear o seguro. Edifícios com portaria 24 horas também rendem redução na apólice.
Grande parte dos roubos ocorre na chegada e saída da residência. 

Cobertura do reboque

Fique atento à assistência 24 horas. Para quem não viaja muito, não tem sentido pagar cobertura de reboque superior a 200 km.
O ideal é optar por um raio de até 100 km, já que a seguradora considera a distância do resgate até a oficina.
Mas se a pessoa tem o hábito de viajar e tiver um imprevisto, terá um custo com o reboque, Também vale ver se o cartão de crédito já oferece esse serviço.


sexta-feira, 30 de março de 2018

Ansiedade no trânsito: precisamos falar sobre o medo de dirigir


A ansiedade já é considerada o “mal do século” e ela está presente até mesmo no trânsito. A “amaxofobia” é um nome que pode parecer complexo, mas tem um significado bastante simples: a fobia de dirigir. Traduzido em sintomas como suor excessivo e mãos trêmulas, quando não tratado, esse medo exacerbado tem grandes chances de se tornar uma doença incapacitante. Nesse post trazemos uma perspectiva sobre esse assunto, mostrando como os transtornos de ansiedade se traduzem no trânsito e apontando a direção para buscar ajuda. Confira abaixo!
Mais de dois milhões de brasileiros não dirigem por medo
De acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), esse é o número de pessoas que não dirigem por medo. Para se ter uma ideia, é quase o mesmo que as populações do Acre, Amapá e Roraima somadas. L As mulheres correspondem a 75% desse total, pessoal.
As estatísticas também trazem outra constatação: cerca de 80% das pessoas que buscam auxílio para vencer o medo já possuem CNH. Impressionante, não é mesmo?
O que leva uma pessoa a ter medo de dirigir?
Primeiramente, precisamos reconhecer que, da perspectiva psicológica, o ato de dirigir é complexo, já que envolve diversas competências cognitivas, como habilidades e atitudes. Você parou para pensar não é à toa que existe o teste psicológico para a emissão da CNH? Pois é! 😉
Tendo como base essa perspectiva e, pelo fato de ser um problema de ansiedade, o medo de dirigir é geralmente ocasionado por um estímulo anterior, como um sentimento de raiva ou vergonha. Entram aqui, por exemplo, eventuais traumas passados, o trânsito mais carregado das grandes metrópoles e, até mesmo, a insegurança gerada pela má formação de motoristas.
Reconhecer para vencer o medo
Não conseguir levar sua família para algum lugar é apenas um dos transtornos que a fobia de dirigir pode provocar. Há quem chegue a perder oportunidades de emprego pelo medo de segurar o volante, pessoal. Se você é assim ou conhece alguém que se encaixa nesse perfil, saiba que o primeiro passo é reconhecer que a ajuda especializada é necessária.
Por isso, o ideal é procurar a psicoterapia para amenizar a ansiedade e conhecer a fundo qual a causa do seu problema. Outra dica bem legal é separar um tempo da sua rotina para fazer um curso específico sobre o tema. Você sabia que os Detrans do país afora, por exemplo, oferecem cursos gratuitos para a superação do medo de dirigir?

Fonte: Seguradora Líder/CQCS

sexta-feira, 16 de março de 2018

Motoristas terão de fazer curso e prova teórica para renovar CNH

A partir de junho, os condutores deverão participar de aulas e fazer prova a cada três ou cinco anos, dependendo da idade.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

DETRAN AMPLIA PARA CINCO ANOS PRAZO DE ISENÇÃO DE VISTORIA PARA CARROS ZERO QUILÔMETRO

O Detran-RJ publicou, nesta quinta-feira (11/01), no Diário Oficial do Estado, portaria que define a isenção por cinco anos de vistoria para carros zero quilômetro. A partir de agora, os carros de passeio para até cinco passageiros terão isenção de vistoria até o quinto ano de emissão de sua nota fiscal. A regra só vale para veículos comprados zero quilômetro em território fluminense, cujos donos não precisarão pagar a taxa de licenciamento anual, de R$ 139,30.
Automóveis de sete passageiros também terão isenção, mas somente até o terceiro ano de emissão da nota fiscal de compra, como já acontecia. Nos dois casos, a novidade se aplica apenas a carros particulares.
A concessão da isenção se baseia no entendimento dos técnicos do Detran e do Conselho Estadual do Meio Ambiente de que, devido ao avanço tecnológico, o desgaste dos carros em cinco anos não compromete as condições mínimas de segurança, assim como o nível de emissão de gases.
— Se as montadoras oferecem até cinco anos de garantia em seus carros, não há razão para o Detran não aumentar a isenção de vistoria para automóveis com até cinco anos de uso. Esse é um desejo antigo do cidadão do Estado do Rio. Por isso, decidimos conceder esta ampliação para facilitar a vida das pessoas — explica o presidente do Detran, Vinicius Farah.
Entretanto, a dispensa da vistoria não elimina a exigência de emissão anual do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). Todos os proprietários devem agendar o serviço por telefone (3460-4040 e 0800-020-4040) ou pelo site (www.detran.rj.gov.br). O CRLV poderá ser obtido sem necessidade de levar o carro ao posto de vistoria.
A isenção, porém, não contempla veículos que passarem por mudança de domicílio ou residência, transferência de propriedade, alteração de características e troca de categoria. Nestes casos, é obrigatória a expedição de um novo Certificado de Registro de Veículo (CRV) e o pagamento da taxa de vistoria no ato da troca. No entanto, nos demais anos, estes veículos estarão dentro das regras de isenção até terminar o prazo de acordo com a tabela abaixo.
O mesmo procedimento permanecerá obrigatório para automóveis de uso intensivo: ônibus, micro-ônibus, caminhões, veículos movidos a diesel e carros, caminhonetes, camionetas, motos e utilitários cuja categoria seja de aluguel.
 
Tabela para carros de passeio de cinco passageiros
Ano de emissão de nota fiscalIsenção de vistoria/2018Isenção de vistoria/2019Isenção de vistoria/2020Isenção de vistoria/2021Isenção de vistoria/2022
2014SimNãoNãoNãoNão
2015SimSimNãoNãoNão
2016SimSimSimNãoNão
2017SimSimSimSimNão
2018SimSimSimSimSim


Tabela para carros de passeio de sete passageiros
Ano de emissão de nota fiscalIsenção de vistoria/2018Isenção de vistoria/2019Isenção de vistoria/2020
2016SimNãoNão
2017SimSimNão
2018SimSimSim
 
 Fonte: Detran-RJ

Veja como fazer a revisão no radiador

Falhas no radiador são mais comuns no verão. Revisão evita o superaquecimento do motor.

Com os dias quentes do verão, o motorista deve ficar atento: o calor aumenta o risco de superaquecimento do motor. Para evitar aborrecimentos mantenha em ordem o sistema de arrefecimento, que inclui o radiador. A revisão é simples e barata.
Formado por radiador, válvula termostática, mangueiras, bomba d’água, reservatório de água e ventoinha, o conjunto é responsável por manter a temperatura de funcionamento ideal do propulsor. A manutenção preventiva deve ser feita em oficinas especializadas.
O ideal é que o proprietário do veículo faça essa revisão em intervalos de seis a oito meses.
O próprio motorista deve conferir o nível do reservatório regularmente. Oscilações são um indício de vazamentos. Essa inspeção tem de ser feita sempre com o motor frio. Caso contrário, a pressão pode fazer o líquido fervente jorrar para fora.
A orientação de completar o nível do reservatório com água, por conta própria, divide as opiniões de especialistas e não é indicada por Silva.
“Alguns modelos levam apenas aditivos e outros podem usar água desmineralizada ou desionizada, em proporções variáveis. Essa informação não está no manual do proprietário. A água comum pode formar uma crosta de minérios no sistema. Isso pode comprometer peças como o radiador, a bomba d’água e o próprio bloco do motor”, ele alerta.
FERVEU. E AGORA?
Ao trafegar com o veículo, fique atento ao marcador de temperatura do motor no painel de instrumentos. Se o ponteiro atingir a faixa vermelha ou a luz espia acender, dois sinais de superaquecimento do propulsor, é preciso desligar o carro imediatamente.
Isso evitará a queima da junta do cabeçote e, mais grave, o travamento dos pistões – que ocasiona o que se chama popularmente de “fundir o motor”. Nesse caso, a única solução é fazer uma retífica, despesa que pode ultrapassar os R$ 10 mil nos modelos mais caros.
Fonte: Estadão

domingo, 31 de dezembro de 2017

Seguro contra risco cibernético chega ao Brasil




Atenta às vulnerabilidades ocasionadas pelo uso da internet na expansão dos novos hábitos de consumo e comunicação, a Zurich agora comercializa no Brasil um seguro que protege as empresas contra ameaças cibernéticas. O seguro para riscos cibernéticos oferece proteção financeira à empresa em casos de responsabilidade civil decorrente de ameaças cibernéticas ou atos de violação de segurança ou de privacidade, incluindo proteção em casos de investigações formais e inquéritos.
A cobertura oferecida pela Zurich é ampla e prevê desde a extorsão por ransomware, invasão de vírus, interrupção do sistema, divulgação de informações confidenciais (pessoais ou corporativas) até os erros e omissões da empresa por divulgação não autorizada de informações pessoais sob sua custódia e de seus provedores de serviço. 
De acordo com Glaucia Smithson, Diretora de Seguros Empresariais da Zurich no Brasil, há uma crescente demanda por proteção contra ameaças cibernéticas. “O Zurich Proteção Digital foi desenvolvido para ajudar empresas a minimizar os impactos reputacionais que decorram de uma falha de segurança ou de um acesso não autorizado aos dados da empresa ou até de uma divulgação não autorizada de informação confidencial.”
Em termos globais, a Zurich já tem oito anos de experiência com este produto, atuando em países com alta exposição como EUA, Inglaterra e China. “Essa bagagem nos dá suporte para atuarmos no Brasil. Estamos prontos para atender empresas dos mais variados segmentos. O risco cibernético é uma preocupação crescente para as empresas e seu custo potencial aumenta devido à conectividade das empresas e profissionalização do crime cibernético. Além de gerenciar as consequências de violação de dados, as empresas também precisam considerar danos possíveis que envolvem: reputação, propriedade intelectual, propriedade de dados e perda financeira”, afirma Glaucia.
De acordo com as estatísticas do Global Risk Report 2017, estudo desenvolvido anualmente pelo World Economic Forum, em parceria com a Zurich e renomadas instituições financeiras e acadêmicas, a fraude ou roubo de dados e ataques cibernéticos são as principais ameaças dentro da categoria de riscos tecnológicos. "A internet, junto com as novas tendências representadas pelo uso do big data, cloud computing e internet das coisas, trazem uma gama sem precedentes de benefícios econômicos e sociais. O grande desafio é gerenciar o risco sem eliminar o potencial de inovação que envolve o uso das tecnologias", reforça a Diretora da Zurich.
Cobertura e Diferenciais:
  • O seguro Zurich Proteção Digital oferece cobertura a terceiros e ao segurado e reembolsa custos decorrentes de uma falha de segurança;
  • Está inclusa a cobertura responsabilidade civil, por atos de violação e privacidade, cobre custos de defesa, procedimentos regulatórios, responsabilidade civil na mídia e internet, substituição ou recuperação de ativo digital decorrentes de corrupção ou destruição causada por uma falha de segurança;
  • Ampara prejuízos indenizáveis decorrentes da indisponibilidade de um serviço por ataque de negação de serviço (lucros cessantes) e o valor pago a título de resgate (ameaça cibernética).
Conta com diferenciais como cobertura em mais de 20 países (global underwriting expertise), serviço de resposta a incidentes e corpo de sinistros global especializado para prestar suporte ao segurado quando necessário. Conta também com o suporte da equipe de engenharia de riscos, que com sua expertise técnica, está preparada para ajudar o cliente a entender o seu risco cibernético e propor soluções para ajudá-lo se proteger. 


Interessado em saber mais sobre os detalhes e coberturas da Proteção Digital da Zurich para empresas? Leia aqui

Para orçamentos e informações complementares, fale conosco: c.barbosa2006@terra.com.br 

sábado, 30 de dezembro de 2017

Entenda o seguro de responsabilidade civil

O principal objetivo do RC, como é conhecido este seguro, é garantir a proteção do seu patrimônio na hipótese de você ser responsabilizado, judicialmente ou por meio de reclamação direta, por ter causado danos materiais, corporais ou morais involuntários a terceiros. 

A indenização que o segurado tiver que pagar poderá ser reembolsada até o limite previsto na apólice, dependendo das coberturas contratadas, podendo ainda incluir as despesas com custas judiciais e advogado. 

Na verdade, não se trata de seguro “contra” ou “a favor” de terceiros, e sim a favor do segurado, em nome de quem o seguro foi feito. Sem essa proteção, o patrimônio pessoal pode vir a ser arrestado por decisão judicial para pagar perdas econômicas reclamadas por “terceiros”.  

Os terceiros, no caso, são partes estranhas ao contrato de seguro, já que este é bilateral, onde figuram apenas duas pessoas: segurado e seguradora. 

Os seguros de RC compreendem várias realidades, com coberturas para riscos individuais, como familiar, proprietários de imóveis e de automóveis, comércio, indústria, etc. 

Os riscos de atividades de profissionais liberais, autônomos ou contratados, têm coberturas individualizadas, mesmo quando o seguro é feito pelas companhias para as quais prestam serviços ou empresas com as quais têm vínculo empregatício.

Para mais informações acessar aqui 


Para solicitar orçamento fale conosco: 

e-mail: c.barbosa2006@terra.com.br 


sábado, 9 de dezembro de 2017

Seguro auto: vantagens para você contratar

Contar com a sorte não é uma das melhores saídas quando se trata da insegurança no trânsito por causa dos altos índices de acidentes e dos altos índices de roubos de veículos nacionais ou importados . 
Por isso contar com um seguro auto assim que se adquire um carro ou moto é prioridade.

Veja algumas vantagens que listamos e por que você deve ter um seguro auto.
1- Indenização em casos de colisão, incêndio, roubo ou furto  
2- Indenização causados por Fenômenos naturais que são incontroláveis e imprevisíveis como alagamentos, raios e vendáveis.
3- Acidentes Pessoais de Passageiros: esse tipo de cobertura do seguro auto visa proteger passageiros que estejam sendo transportados no veículo segurado, ou seus beneficiários, em caso de danos físicos ou morte.
4- Reboque: por mais revisões que seu veículo faça ainda é possível que aconteçam situações em que não é possível resolver no local e você precise de um reboque.  
5- Prejuízo causado por terceiros: infelizmente não podemos prever colisões a serem causadas por terceiros , uma forma de evitar dores de cabeça e no bolso é ter o seguro auto.
6- Carros antigos: mesmo que seu veículo seja antigo, pense em quanto batalhou para tê-lo e como a vida seria mais difícil sem ter um auto.
7- Durante viagens: ter um seguro auto com assistência 24h faz com que você não tenha preocupações durante as viagens.
8- Cobertura de vidro, lanternas, faróis e retrovisores : quem já precisou trocar os vidros do carro sabe como o custo pode ser alto e circular com o vidro mesmo que trincado pode resultar em multa.
9- Opção de contratação de Franquia casco reduzida para os casos de perdas parciais
10- Tranquilidade: saber que se algo acontecer, além de contar com profissionais treinados para lhe prestar a assistência necessária e ter a garantia de que seu bem conquistado estará protegido e que você poderá ser ressarcido é algo tranquilizante nos dias de hoje.