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sábado, 27 de dezembro de 2014

Imprudência é maior causa de acidentes de trânsito em Campos

Registros do Hospital Ferreira Machado mostram que, só nos últimos 12 meses, foram 1.523 acidentes 




Autopista HFM






Apesar de todas as ações da Prefeitura de Campos em sinalizar ruas e avenidas, a imprudência ainda vem fazendo muitas vítimas de trânsito. De 2009 a 2013, de acordo com registros do Hospital Ferreira Machado, foram 6.295 vítimas de acidentes automobilísticos em Campos. Só nos últimos 12 meses, foram 1.523.  O crescente incremento de automóveis em circulação nas grandes cidades e principais estradas do país vem contribuindo para o aumento de acidentes de trânsito tirando milhares de vidas de todas as idades, da criança ao idoso. Estatísticas da Guarda Civil Municipal apontam que mais de 20 mil notificações no trânsito foram dadas por descumprimento à legislação de trânsito.

De acordo com pesquisas feitas no país, a imprudência é considerada a grande causadora da maioria dos acidentes de trânsito. Em seguida, vem o excesso de velocidade, o desrespeito à sinalização, ultrapassagens indevidas, a ingestão de bebidas alcoólicas, e a falta de manutenção adequada dos veículos.

O maior desafio é a reeducação e a conscientização dos motoristas. Enquanto isso não se torna uma prática permanente, muitas pessoas continuarão correndo risco de morte. É preciso, cada vez mais, conscientização, uma das formas de reduzir as estatísticas tão perversas, que têm trazido dor e sofrimento a muitas famílias.

O Hospital Ferreira Machado, referência em urgência e emergência na região, instalado em uma das principais rodovias do país, a BR-101, recebe pacientes que várias partes do país. Pessoas que são vítimas de acidentes tanto na BR-101 como na BR-356, que liga Muriaé (MG) a São João da Barra, além das ruas de Campos e rodovias estaduais que cortam o município.

O custo de tratamento, nesses casos, é extremamente elevado tanto para o poder público quanto para as vítimas. “A Prefeitura de Campos vem investindo na recuperação do hospital e, também, em equipamentos com tecnologia de ponta para que tenham um tratamento adequado que possa minimizar as consequências destes acidentes. O Hospital Ferreira Machado vem investindo para oferecer um tratamento digno para pessoas que residem na cidade e de pessoas de outros estados que sofrem acidentes na região”, informa o secretário de Governo, Suledil Bernardino.

As equipes médicas do hospital são, altamente, qualificadas para atender esses casos de emergência, obtendo êxito em muitas das intervenções cirúrgicas e tratamento, ainda que prolongado. O hospital socorre a todos, independente de que cidade as pessoas vêm.

A Fundação Municipal da Saúde vem investindo em equipamentos de ponta, que permitem rapidez no diagnóstico, auxiliando a equipe médica no tratamento dos pacientes politraumatizados. Foi entregue pela prefeitura uma nova UTI, com 32 leitos, sendo 24 individuais. “No HFM, damos o atendimento de emergência e, depois, de estabilizado, encaminhamos esse paciente para dar sequência ao seu tratamento. Para tal, contamos com serviços de excelência, dentre eles, o do Centro Regional de Reabilitação que, além de recuperar o paciente na parte física, também o recupera na parte emocional, com equipes capacitadas e serviços como o de órteses e próteses”,  explica o presidente da Fundação Municipal da Saúde,  José Manuel Moreira.

Motoristas devem respeitar sinalização – A prefeitura já tem mais de 400 faixas espalhadas pelo município, principalmente, em centros comerciais e áreas de grande fluxo. Além disso, sinalização horizontal e vertical auxilia moradores.

Outra medida de segurança no trânsito, adotada pela prefeitura, foi a construção de ciclovias e ciclofaixas na cidade. A medida oferece maior segurança aos ciclistas.  Já são mais de 50 quilômetros de extensão. Se motoristas, ciclistas, pedestres e motociclistas respeitarem as leis de trânsito, com certeza, o número de ocorrências no trânsito será menor.

Veja aqui as principais causas de acidentes de trânsito:

·  imprudência dos condutores;
·  excesso de velocidade;
·  desrespeito à sinalização;
·  ingestão de bebidas alcoólicas;
·  ultrapassagens indevidas;
·  má visibilidade (chuva, neblina, cerração, noite);
·  falta de atenção;
·  defeitos nas vias;
·  falta de manutenção adequada dos veículos;
·  distração interna do condutor (rádio, passageiro, celular, objetos soltos no interior do veículo);
·  ação evasiva inadequada, frente a um fator adverso (buraco, veículo parado,etc.);
·  técnica inadequada ao dirigir veículo (não observar o retrovisor externo e esquerdo, por exemplo);
·  avaliação errada de distância e velocidade de um outro veículo, tanto no mesmo sentido (andar na “cola”) como em sentido contrário;
·  falta de cortesia no trânsito;
·  não obediência das normas de circulação e conduta (tanto para condutores como para pedestres);
·  falta de conhecimento e obediência das leis de trânsito (condutores e pedestres);
·  impunidade dos infratores;
·  sensação de onipotência advinda do comportamento inadequado ao dirigir;
·  falta de educação para o trânsito;
·  travessia em locais perigosos e fora da faixa ou semáforo.
·  sonolência, falta de descanso, drogas (remédios, psicotropicos, tranquilizantes, etc) e fadiga.

Fonte: Campos 24 horas 

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Confira as mudanças na carteira de habitação e documentos veiculares



O coordenador-geral do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), Rone Barbosa, apresentou nesta quarta-feira (10/12), as alterações na Carteira Nacional de Habitação (CHN), no Certificado de Registro de Veículo (CRV) e no Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV). “Os novos documentos trazem mais elementos de segurança para coibir eventuais fraudes ou adulterações. A melhora é tanto na parte gráfica quanto no processo de segurança”, disse Rone Barbosa.
 
As alterações serão obrigatórias apenas para os documentos emitidos a partir de 1º de julho de 2015, conforme as Resoluções 511 e 512 do Contran, publicadas nesta quarta-feira no Diário Oficial da União (DOU). “É importante enfatizar que não há necessidade de trocar o documento de imediato, isso ocorrerá naturalmente na renovação da CNH ou atualização e nos pagamentos anuais de IPVA e licenciamento”, esclareceu.
 
O coordenador explicou que a principal mudança é a criação do Código de Segurança Cifrado (CSC).  A codificação disponibiliza informações criptografadas capazes de identificar imediatamente se o documento é verdadeiro ou se houve alguma tentativa de fraude. “O processo é basicamente o mesmo, nós apenas acrescentamos elementos para oferecer maior segurança no processo de impressão do documento”, afirmou.  
 
Um dos itens será o QR Code, código gerado com base no número de documento e licenciamento do veículo e da Unidade da Federação, para garantia de autenticidade de origem. O QR Code deverá conter o código do Renavam, a placa do veículo, CPF ou CNPJ do proprietário, ano de fabricação, ano do modelo e o código de segurança, na forma regulamentada pelo Denatran.
A leitura do código será realizada pelo agente de trânsito por meio de um aplicativo no celular. Com a leitura do código, o agente poderá comparar os dados impressos no documento com as informações codificadas.
 
As fraudes mais comuns são clonagem de veículos, evasão fiscal, fraudes contra seguradoras e companhias telefônicas. Anualmente, são extraviados, roubados ou furtados cerca de 170 mil formulários. “Essas atividades também serão coibidas porque o fraudador não conseguirá gerar esses novos códigos de segurança”, explicou Rone.
 
Não haverá nenhum aumento de custo para o cidadão em função da nova impressão gráfica desses documentos. Os Detrans terão 180 dias para fazer a adequação para cumprir as novas regras.
 
Clique aqui para conferir os novos modelos dos documentos.
 
Fonte: Assessoria de Comunicação Social
Ministério das Cidades

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Veículos novos terão placa Mercosul a partir de janeiro de 2016


Os veículos novos terão modelo brasileiro de placas veiculares no padrão Mercosul a partir de janeiro de 2016. O Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), órgão do Ministério das Cidades, apresentou nesta quinta-feira o novo modelo aprovado, por unanimidade, pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) por meio daResolução 510, publicada no Diário Oficial da União. “Os diversos elementos de segurança visam coibir as possíveis clonagens de veículos. A grande vantagem das mudanças é para o cidadão”, disse Rone Evaldo Barbosa, coordenador-geral de Informatização e Estatística do Denatran.
A placa de identificação veicular é um documento, portanto, deve conter dispositivos para dificultar a sua falsificação ou produção clandestina. No Brasil, a clonagem de placas veiculares é elevada. Além da sua utilização criminosa por quadrilhas de roubos de veículos, há inúmeros casos de proprietários que utilizam placas frias para driblar a fiscalização eletrônica e, assim, evitar as multas de trânsito.
 
O coordenador Rone Barbosa explicou que futuramente será possível uma integração entre os dados dos países do grupo Mercosul. “Essa ação permitirá um controle mais rigoroso do transporte de cargas, transporte de passageiros e também de carros particulares entre esses países”, afirmou.
 
As novas placas terão o fundo branco, com quatro letras e três números, utilizadas na maioria dos países devido ao contraste com a combinação alfanumérica, o que permite melhor visualização e leitura pela fiscalização eletrônica. Terá ainda uma margem azul superior, com o emblema do Mercosul à esquerda.  O nome do país estará ao centro com a bandeira nacional à direita. Outros itens são: linhas onduladas horizontais e marcas d’água com a logo do Mercosul, gravadas na película refletiva.
 
A categoria dos veículos será indicada pela cor da combinação alfanumérica: particular (preta), comercial/aprendizagem (vermelha), oficial (azul), experiência (verde), diplomático (dourado) e colecionador (prateado). Será utilizado um filme na cor da categoria dos veículos com inscrições de segurança. 
 
A proposta adotada para a placa dos cinco países do Mercosul foi elaborada pelo Grupo do Mercado Comum (Brasil, Argentina, Uruguai, Paraguai e Venezuela). O novo modelo terá controle nacional para identificar a origem da placa, o que inibirá a clonagem do veículo.
 
No Brasil foi adotado o modelo que terá uma tira holográfica à esquerda, ao lado um código bidimensional, com a identificação do fabricante, a data de fabricação e o serial da placa.  No lado direito, será colocada a bandeira da unidade da Federação com o Brasão do Município de registro do veiculo.
 
Atualmente, as placas de identificação veicular são produzidas livremente e sem qualquer controle na sua forma semiacabada. Depois, são vendidas para pequenas e médias empresas credenciadas pelos Detran’s que estampam e pintam a numeração alfanumérica. As placas semiacabadas do Mercosul serão fabricadas por empresas credenciadas pelo Denatran. Estas empresas, integradas ao Denatran, serão responsáveis por controlar sistemicamente o uso de cada chapa. 
 
Não haverá troca de placas dos veículos já emplacados no Brasil. As novas placas do padrão Mercosul serão obrigatórias a partir de 01/01/2016 para os veículos novos, aqueles transferidos de município e com troca de categoria.
 
Confira aqui a apresentação sobre o modelo brasileiro de placas Mercosul.            


Fonte: Assessoria de Comunicação Social
           Ministério Das Cidades/Denatran 

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Seguro de Incêndio



Fonte: youtube
Também conhecido como seguro compreensivo empresarial, o seguro multirriscos patrimoniais foi desenvolvido especialmente para atender empresas comerciais, industriais e de serviços. Dependendo do porte da empresa, é possível elaborar apólices sob medida, ou seja, o empresário compõe uma apólice personalizada de acordo com suas necessidades.
A principal diferença desse seguro para as apólices com coberturas independentes, por risco, é que este oferece, em uma única apólice, um conjunto de garantias que se adaptam a situações específicas. A contratação da cobertura básica (incêndio, queda de raio e explosão) e de, pelo menos, uma cobertura facultativa costuma ser obrigatória. As coberturas facultativas podem ser variadas, como proteção contra roubo de equipamentos eletrônicos, lucros cessantes, pagamento de aluguel, recomposição de documentos, fidelidade de funcionários, etc.
Ocorrendo qualquer um dos eventos garantidos pelas coberturas contratadas, o segurado deve comunicá-lo imediatamente ao corretor e à seguradora e apresentar, no menor prazo possível, o pedido de indenização, acompanhado de indicação detalhada dos bens destruídos e do valor dos correspondentes prejuízos.

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 e-mail: c.barbosa2006@terra.com.br

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Petrobras divulga índices de aumento da gasolina e do diesel

 
 
Divulgado pela Petrobras nesta quinta-feira (06/11) o reajuste dos preços de diesel e gasolina a ser aplicado a partir de 07 de novembro de 2014.

"A companhia informa os seguintes reajustes nos preços de venda nas refinarias, a vigorarem a partir da 0:00h do dia 07 de novembro de 2014:
reajuste.png
Os preços da gasolina e do diesel, sobre os quais incide o reajuste anunciado, não incluem os tributos federais CIDE e PIS/Cofins e o tributo estadual ICMS."
 
Fonte: Petrobras

sábado, 1 de novembro de 2014

ONU: mudança climática ameaça segurança sanitária mundial

 
 
A propagação, nos últimos anos, de doenças infeciosas como a malária, a chikungunya e mesmo o ebola são exemplos de como a mudança climática ameaça a segurança sanitária mundial, diz a Organização das Nações Unidas (ONU). "A mudança climática afeta as temperaturas e as condições climáticas das regiões. Na África, por exemplo, os mosquitos podem se propagar de uma região para outra com mais facilidade que antes, tal como na América Latina”, disse o diretor executivo do Conselho de Administração do Programa da ONU para o Meio Ambiente, Achim Steiner. 
 
Ele acrescentou que em muitas partes do mundo se verá a volta ou a chegada de doenças que simplesmente não tinham sido notificadas antes, devido às altas temperaturas. Steiner destacou que esse fato afetará a infraestrutura sanitária e o sistema de saúde e, em última instância, a saúde e o bem-estar de cada uma das populações do planeta.
 
Segundo o diretor, outro efeito da mudança climática na saúde é a contaminação, uma vez que a emissão de dióxido de carbono e outros produtos causa agora a morte prematura de aproximadamente 7 milhões de pessoas no mundo a cada ano. "Esse registro é maior do que o número de mortes prematuras por HIV/aids e a malária", comentou Steiner, que defende a implementação de políticas ambientais.
 
Para ele, grandes economias como o Brasil tomaram medidas significativas para resolver as principais fontes de emissão de gases de efeito estufa, como o dióxido de carbono. "O Brasil tem ajudado muito a reduzir o desmatamento, que é, talvez, um dos passos mais importantes", disse, citando também a Nicarágua pela "incorporação de tecnologias de energias renováveis para gerar eletricidade."
 
 
Fonte: Agência Brasil