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A Corretora que representamos trabalha com as mais conceituadas e competentes Seguradoras do mercado; possui uma equipe de profissionais treinados, buscando sempre soluções de alta qualidade e preço justo. Nossa meta: Identificar as áreas de exposição e recomendar soluções de alta qualidade. Estamos em Campos dos Goytacazes desde 1998 e temos a proteção que você procura. A equipe de assistência das Seguradoras que representamos estão de prontidão para atender seus segurados de maneira rápida e eficiente.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016

Seguradora pode ser proibida de excluir dano por vandalismo

O deputado Wilson Filho (PTB/PB) apresentou, nesta terça-feira (16/02), projeto de lei que veda às companhias seguradoras estabelecerem, nos contratos de seguros de veículos, cláusula de exclusão de cobertura de danos decorrentes de agressão ou de ato de vandalismo isolado ou de protesto coletivo.
De acordo com a proposta, será considerada “abusiva e nula” a inclusão dessa cláusula nos contratos de seguros.
O parlamentar alega que, embora a principal função do mercado, em relação aos seguros de bens, seja diluir os riscos de seus clientes, essa relação contratual nem sempre é positiva e certa. “As seguradoras inserem nos contratos exclusões, exceções ou circunstâncias que as desobrigam do pagamento das indenizações, mesmo tendo recebido a totalidade dos prêmios contratados”, critica o deputado.
Segundo ele, uma dessas circunstâncias é a ocorrência de sinistros decorrentes de atos de vandalismo, sejam eles isolados ou perpetrados no decurso de protestos públicos ou movimentos sociais. “Tais exclusões não se justificam, uma vez que o mercado de seguros é abrangente e robusto e, embora tais eventos gerem imagens chocantes de depredação e destruição, são, no seu conjunto, insignificantes para desequilibrar patrimonialmente as seguradoras”, observa Wilson Filho.
Ele ressalta ainda que o setor está estruturalmente mais bem preparado para absorver demandas gravosas, em primeiro lugar, porque é de sua natureza lidar com riscos e, em segundo lugar, por dispor de mecanismos de diluição dos riscos, como o cosseguro, o resseguro e a retrocessão. “O segurado individualmente sofre maior dano em seu patrimônio que o grupo de seguradoras responsáveis pelos veículos depredados ou destruídos numa manifestação violenta”, comenta.
Para ele, a recuperação do bem ou sua reposição pelo cidadão gerará maior impacto sobre o orçamento familiar que o conjunto dos sinistros ao mercado de seguros.
Diante disso, o deputado não vê justificativa para que a legislação brasileira seja silente a esse respeito e admita a desobrigação das seguradoras e vulnerabilidade dos privados, nos casos de vandalismo e movimentos sociais violentos.
Se for aprovada, essa lei entrará em vigor 30 dias após a sua publicação oficial.

Fonte: CQCS

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Código de Trânsito está defasado sobre smartphones e aplicativos

Em 1998, celulares não tinham tantas funções como hoje


Criado em setembro de 1997 e em vigor há 18 anos, desde 22 de janeiro de 1998, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) passa por constante atualização, por meio de resoluções. Entre essas atualizações estão a regulamentação de artigos, além de leis que alteram o CTB. Até agora foram 38 alterações, sendo 27 leis, uma medida provisória, uma lei complementar e nove decretos.


Entre as mais conhecidas estão a Lei Seca, que alterou os níveis de álcool permitidos no sangue do motorista e as penalidades para quem dirigir alcoolizado, e a mais recente, que aumentou a punição para quem estaciona em vagas exclusivas sem autorização.

No entanto, ainda há pontos em que o código está defasado. O sociólogo e consultor em educação para o trânsito, Eduardo Biavati, lembra que o CTB não contempla os smartphones e seus aplicativos de bate-papo, que têm disputado a atenção de várias pessoas enquanto dirigem. “Nesses 20 anos, a tecnologia evoluiu tanto que o telefone celular incluiu uma multiplicidade de usos que o código simplesmente não reconhece. O código ainda trata da conversa ao celular e, na verdade, esse é o menor uso hoje”.

O diretor-geral do Detran-DF, Jayme de Sousa, lembra que muitos carros atualmente têm dispositivos que permitem ao motorista atender o telefone sem usar as mãos ou recorrer a fones de ouvido. “Hoje, a maioria dos veículos novos tem o sistema de viva-voz [que conecta pelo bluetooth o telefone ao sistema de som do carro]. A lei não proíbe você atender o telefone no viva-voz. A lei proíbe você utilizar apenas uma das mãos para dirigir”.

Biavati acredita que o CTB deveria considerar outros meios de transporte em seu corpo de normas. “Nós incorporamos uma massa de novos usuários ao trânsito motorizado e também ao não motorizado, como as bicicletas por exemplo. Além disso, o código não prevê nada sobre um skatista que use o asfalto. Não era um meio de transporte [na época da criação do código], mas agora é”.

Sousa lembra que a tendência das cidades não é aumentar as ruas para receber mais veículos. A saída agora, segundo ele, é investir em meios de transporte alternativos ao carro. “A tendência hoje não é alargar mais as vias, é procurar outros meios de mobilidade urbana. Não falo só do transporte público coletivo, mas também da bicicleta, que tem sido um meio muito utilizado. O desafio do governo é buscar outros modelos de mobilidade para que possamos garantir a fluidez no trânsito”. Para ele, o CTB foi uma lei “à frente do seu tempo” e que precisa apenas se manter atual.

O assessor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) Ailton Brasiliense segue o mesmo raciocínio. “Legislação é uma preocupação permanente. Sempre haverá preocupação com a melhor sinalização, veículos mais confiáveis, equipamentos novos. A parte de educação, de engenharia, economia; isso tudo tem que estar em processo de revisão. E essas resoluções são permanentes”.

Fonte: Correio Braziliense

terça-feira, 26 de janeiro de 2016

Incêndio preocupa empresários do Brasil

Segundo pesquisa realizada pela seguradora Zurich, o Brasil registra maior índice do mundo de preocupação com Incêndio, três vezes acima da média global. 
Confira dicas para minimizar este risco

Do total de três mil pequenas e médias empresas entrevistadas na Pesquisa Global Zurich PMEs, em 15 países, 8,5% se preocupam com incêndio. O índice entre as brasileiras (200 entrevistadas) alcança 23%, ou seja, três vezes mais. Também é o dobro do registrado no segundo da lista, Espanha, com 11% de registro.


Além disto, a Pesquisa Global Zurich PMEs identifica que o Incêndio é o tipo de sinistro mais temido pelas pequenas e médias empresas brasileiras. A Zurich, seguradora que atua em mais de 170 países e é referência global em Engenharia de Riscos (Risk Engineering), lista pontos de atenção que podem minimizar as causas. Carlos Cortés, especialista da Zurich em Gerenciamento de Riscos, exemplifica que não basta atender os requerimentos mínimos de proteção contra incêndio, pois eles visam unicamente a proteção da integridade física das pessoas, mas não tanto do patrimônio. Por outro lado, é relevante que as empresas recebam consultoria referente a como reforçar a cultura de prevenção de riscos de incêndio e façam esforços para implementar ações de melhoria. Enfim, não há melhor resposta a um incêndio que aquele que não acontece.


“Para empresas, um incêndio tem outro agravante. É importante lembrar que um seguro pode oferecer cobertura para cobrir perdas em Patrimônio e o que o empresário deixou de ganhar no período de interrupção (cobertura para Lucros Cessantes). Mas nenhum seguro indeniza o dano à imagem da empresa e o mercado que se tenha perdido”, destaca Carlos Cortés, o Head of Risk Engineering da Zurich Brasil.


DICAS - 

PREVENÇÃO 

-Reforçar as políticas de controle de fumo. 
-Reforçar as permissões de trabalhos de corte e solda, além da análise preliminar de riscos. 
-Incluir nos programas de manutenção elétrica a análise de gases dissolvidos para transformadores a óleo e rotinas de termografia infravermelha. 
-Implementar programa para a melhoria do housekeeping. 
-Reforçar os programas de treinamento em segurança e prevenção de incêndios ao pessoal. 
-Atualizar as avaliações dos riscos inerentes às operações. 

CONTROLE 

-Fornecer sistemas automáticos de detecção de incêndio, além das botoeiras manuais. 
-Revisar que as reservas técnicas de incêndio sejam adequadas para o tipo de risco considerando a proteção do patrimônio. 
-Fortalecer os planos de resposta a emergência. 
-Avaliar a viabilidade de instalar sistemas automáticos de proteção contra incêndio. 
-As empresas devem aproveitar as oportunidades de projetos de expansão e de melhoria dos locais para reforçar os sistemas protecionais. 

Para mais informações, consulte o site da Risk Engineering: 

Em tempo: Entre os 15 países pesquisados, a Espanha ocupa o segundo lugar, com a metade da preocupação do Brasil: 11%. Em terceiro lugar vem o México, com 10%. O país menos receoso é a Irlanda, com 3% de apontamentos. 

Fonte: Zurich

sexta-feira, 15 de janeiro de 2016

Se o mosquito da dengue pode matar, ele não pode nascer





Em água limpa e parada, o mosquito da dengue se desenvolve em até 5 dias. Rápido, né? Mas isso também significa que esse tempo cabe dentro da sua semana.
 
Então, que tal reservar o sábado para combater esse mosquito que, além de dengue, agora transmite chikungunya e zika? Elimine os focos do mosquito da sua casa. Se o mosquito da dengue pode matar, ele não pode nascer.
 
Faça a sua parte:

- Tampe as caixas d´água.
- Mantenha as calhas sempre limpas.
- Não acumule lixos.
- Não deixe água acumulada em garrafas, pneus, vasos e plantas.
- Use repelentes.
- Utilize mosquiteiros e telas nas janelas.
 
NÃO DEIXE ÁGUA PARADA.
 
Atenção para os principais sintomas:

- Febre
- Coceira
- Dor de cabeça
- Dor atrás dos olhos
- Dor no corpo e nas juntas
- Manchas vermelhas pelo corpo
 
Na ocorrência destes sintomas, procure imediatamente seu médico.

domingo, 10 de janeiro de 2016

Cartilha reforça orientações sobre vírus Zika

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) segue disseminando as ações do Ministério da Saúde no combate ao vírus Zika, ciente de que a informação e a prevenção são as principais armas de que a população dispõe.
Com esse objetivo, o Ministério da Saúde reuniu, em uma cartilha, as principais orientações quanto à prevenção/proteção e aos cuidados com ênfase nos seguintes públicos:
  • Sociedade em geral
  • Mulheres em idade fértil
  • Gestantes
A publicação também contém informações específicas sobre os cuidados que devem ser tomados com recém-nascidos e recém-nascidos com microcefalia, doença relacionada ao vírus Zika.
A ANS ressalta que o Cartão da Gestante contendo todas as informações do pré-natal já está disponibilizado na saúde suplementar e o seu uso deve ser incentivado.
Também é importante destacar que, de modo geral, todos os exames e terapêuticas preconizados para o tratamento do bebê com microcefalia estão disponíveis no Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde (cobertura obrigatória dos planos de saúde). 
Fonte: ANS

quarta-feira, 23 de dezembro de 2015

Hemocentro pede doações para as festas de final de ano



Os corredores do Hemocentro Regional, situado no Hospital Ferreira Machado (HFM), têm ficado a cada dia mais vazios. De acordo com o administrador Luciano Costa, nessa etapa do ano é quando mais se precisa de doações, devido ao aumento do número de acidentes nas estradas e é por isso que mais uma vez, o apelo é fundamental.
O hemocentro conta com ferramentas de comunicação para ajudar nas campanhas de doação. Com a escassez do estoque, as cirurgias eletivas estão paralisadas.
— Estamos fazendo campanhas de Natal para aumentar o número de doadores. A imprensa e as redes sociais têm nos ajudado bastante a dar um incentivo as pessoas. Porém nessa época do ano, temos uma queda muito grande no quantitativo de doadores, em virtude das festas de confraternização. As pessoas não vêm doar , como de costume. O período que a gente mais precisa de doadores é esse, por causa do aumento do número de acidentes nas estradas — disse Luciano.
A preocupação é que o hemocentro consiga doações antes de terminar o ano, pois as cirurgias eletivas não estão podendo ser feitas. “Nós precisamos de estoque mínimo, e não temos. As cirurgias eletivas estão paradas por que não tem doação o suficiente. Durante a semana tivemos cerca de 20 doadores por dia, mas nós precisamos atingir pelo menos 70. Precisamos de doadores urgentemente”, afirma o administrador do Hemocentro Regional.
De acordo com informações da assessoria de imprensa do Hospital Ferreira Machado (HFM) tanto as doações quanto o estoque estão baixos e há uma grande necessidade de sangue, principalmente dos tipos A+, O+ e O-.
Horários especiais — Por conta das festas de final de ano, haverá mudanças nos dias de atendimento no hemocentro. Nos dias 24 e 31 de dezembro, o funcionamento para doadores será 07h às 16h, e nos feriados dos dias 25 de dezembro e primeiro de janeiro, o banco de sangue funcionará das 07h às 14h. O hemocentro abre normalmente todos os dias, para a coleta de sangue.

Fonte: Folha da Manhã

FELIZ NATAL E UM 2016 DE GRANDES REALIZAÇÕES



O ano de 2015 chega ao seu final e, embora tenha sido desafiador, todos torcemos e acreditamos em um 2016 com mais estabilidade e crescimento no Brasil e no mundo! 

   Boas Festas!


CARLOS ALBERTO BARBOSA
Consultor Securitário

sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Por que ter um seguro?



Porque você não quer dar chance ao azar. Um pneu que fura em uma rua deserta, um vizinho barbeiro que amassa seu carro na garagem do seu prédio, um vaso de plantas caindo inusitadamente do céu sobre o capô do seu carro, enchentes que fazem do seu carro um barco à deriva e até uma pedra que destrói seu parabrisa...
 
Você acha que isso foi tirado de alguma ficção? Pois saiba que a realidade pode ser muito mais criativa. Em matéria de seguros, é sempre bom estar preparado para tudo antes que seu caso fique famoso no Youtube.
 
Estamos em Campos dos Goytacazes desde 1998 e representamos várias seguradoras no mercado.
 
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Contatos:

c.barbosa2006@terra.com.br 

seguroemtemposderiscos@gmail.com

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Aedes aegypti: conheça a história do mosquito no Brasil e suas características

O Aedes aegypti – mosquito transmissor de doenças como a dengue, a febre amarela, a febre chikungunya e o vírus Zika – é originário do Egito, na África, e vem se espalhando pelas regiões tropicais e subtropicais do planeta desde o século 16. No Brasil, segundo pesquisadores, o vetor chegou ainda no período colonial. “O mosquito veio nos navios com os escravos", explica a pesquisadora do Instituto de Ciências Biomédicas da USP, Margareth Capurro.



De acordo com o Instituto Oswaldo Cruz, o Aedes aegypti foi descrito cientificamente pela primeira vez em 1762, quando foi denominado Culex aegypti. O nome definitivo veio em 1818, após a descrição do gênero Aedes. Em território nacional, desde o início do século 20, o mosquito já era considerado um problema. À época, no entanto, a principal preocupação era a transmissão da febre amarela. “Na campanha contra a febre, o Aedes aegypti foi erradicado do Brasil usando inseticida químico", lembra a pesquisadora.

Porém, não demorou muito para o mosquito voltar e se espalhar pelo extenso território brasileiro. Em meados dos anos de 1980, o Aedes aegypti foi reintroduzido no país, por meio de espécies que vieram principalmente de Cingapura. Hoje, conforme estudiosos, falar em erradicação é algo improvável. “O fato de usarmos muitos inseticidas químicos fez com que sejam selecionados os mosquitos mais resistentes. A resistência atual desses vetores é muito grande. Justamente por isso, tende-se a diminuir ao máximo o uso de inseticida químico”, esclarece Capurro.

Segundo o Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegypti (LIRAa) – que se baseia em dados dos meses de outubro e novembro de 2015 e acumula informações de 1.792 cidades –, um total de 199 municípios brasileiros estão em situação de risco de surto de dengue, chikungunya e vírus Zika devido à presença significativa do Aedes aegypti. A classificação, feita com base em dados reunidos pelo Ministério da Saúde, leva em conta o fato de que em mais de 4% das casas visitadas nesses locais foram encontradas larvas do mosquito.

Confira a situação do seu município:

Lista mostra situação do Aedes Aegypti nos municípios brasileiros
Em situação um pouco menos crítica – com 1% a 3,9% dos imóveis com foco do mosquito –, o ministério identificou um total de 665 municípios brasileiros em alerta. Outros 928 foram considerados com índices satisfatórios – já que nessas localidades menos de 1% das residências apresentaram larvas do mosquito.


O levantamento identificou ainda a presença do mosquito Aedes albopictus em 261 municípios. Esse vetor também pode transmitir a chikungunya e o vírus Zika. "O Zika acabou se afinando muito bem aos dois tipos de aedes", explica Caio Freiro, do Instituto de Ciências Biomédicas da USP.

Entre as 18 capitais que o Ministério da Saúde recebeu informações sobre a presença do Aedes aegypti, apenas Rio Branco (AC) está em situação de risco. Outras sete são classificadas como “em alerta” e dez com “índices satisfatórios”.


*Com informações da TV Brasil

Fonte: Agência Brasil

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Você e seu carro protegidos. O futuro de milhares de crianças garantido.




Allianz Auto Instituto Ayrton Senna é um seguro criado não só para quem investe em segurança, mas na educação pública de qualidade, através dos programas educacionais do Instituto Ayrton Senna.

Agora você pode proteger seu carro e ajudar na formação de mais de 1,8 milhão de crianças e jovens do Brasil, pois parte do valor do seguro da Allianz é revertido para o Instituto Ayrton Senna.

Faça parte desse legado, afinal, o melhor do Ayrton não pode parar.



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