É lamentavel, mas vidas continuam sendo ceifadas nas estradas brasileiras por consequência de acidentes, principalmente nos últimos dias durante o carnaval. As causas podem ter sido, o mau tempo (chuvas), falha humana/mecânica, estado de conservação precária de rodovias, sinalização deficientes, e até mesmo imprudência ! É minha oração ao Senhor Deus Criador dos Céus e da Terra pela consolação das famílias que estão chorando a ausência de seus ente-queridos . Este foi o maior número de mortes dos quatro últimos carnavais. E mais de duas mil pessoas ficaram feridas nas rodovias do país.
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A Corretora que representamos trabalha com as mais conceituadas e competentes Seguradoras do mercado; possui uma equipe de profissionais treinados, buscando sempre soluções de alta qualidade e preço justo. Nossa meta: Identificar as áreas de exposição e recomendar soluções de alta qualidade. Estamos em Campos dos Goytacazes desde 1998 e temos a proteção que você procura. A equipe de assistência das Seguradoras que representamos estão de prontidão para atender seus segurados de maneira rápida e eficiente.
quarta-feira, 9 de março de 2011
Acidentes nas estradas
terça-feira, 8 de março de 2011
Diversão no trânsito é possível
Se perguntarmos aos motoristas o que mais os aborrecem, provavelmente boa parte responderá que é o congestionamento. No trânsito caótico das cidades grandes, as emoções raivosas parecem vir à tona na hora do rush e não importa qual o transporte a ser usado.Para a psicóloga Lucia De Rose, as pessoas que ficam presas no trânsito se irritam, pois aprendemos que ficar parado é o mesmo que perder tempo. Para ela, é preciso buscar uma mudança de padrão de comportamento no trânsito. “Nos momentos de congestionamento podemos, por exemplo, ouvir música, não só para relaxar, mas para sentir o prazer do som. Procurar fazer respirações conscientes, descontraindo ombros, pescoço e braços a cada respiração também é positivo”, recomenda.
O que adianta olhar dentro dos olhos do motorista ao lado para disputar um metro de asfalto quando o engarrafamento se estende por quilômetros? Além de aliviar a tensão trabalhando a respiração, é possível aproveitar o tempo de diversas maneiras.
“Diariamente enfrento uma hora de trânsito pesado da minha casa para o trabalho. Na volta é ainda pior. Muitas vezes chega a duas horas. Como não sou eu quem dirige, pois uso o ônibus do condomínio, aproveito para abrir o laptop e cuidar de assuntos pessoais. Pago contas pela internet, alimento minha planilha de gastos da casa, escrevo bilhete para empregada etc. Não adianta ficar estressada. Aprendi, depois de um tempo, que aproveitar o tempo é sagrado e faz bem”, conta Juli Pereira.
Dicas para aproveitar o tempo
Além de colocar tarefas domésticas em dia, é possível ficar mais jovem. Aproveite para fazer exercícios faciais e suavizar as linhas de expressão. Levante as sobrancelhas o mais alto que puder, em seguida, abra ao máximo os olhos. Inspire e expire. Repita. Certamente você se sentirá mais leve.
Outra dica é comprar livros gravados em CD´s. Nas grandes livrarias, com facilidade você encontra opções variadas, de Clarice Lispector a Bíblia Sagrada. Para quem estuda idiomas, o momento do trânsito pode ser bem proveitoso. Que tal colocar no CD do carro as lições e treinar em voz alta a nova língua?
Segundo a profissional especializada em psicossomática, meditar é diminuir o fluxo de pensamentos e essa prática é totalmente possível no trânsito. “Para meditar não é imprescindível estar de olhos fechados e ficar em posição de lótus. O necessário é equilibrar a respiração, não se prender a nenhum pensamento. Devemos apenas perceber o que estamos pensando e deixar que o pensamento voe, sem trazer aflições. Meditar faz bem e relaxa”, afirma Lucia De Rose.
Cantar é outra dica boa para se abstrair no trânsito. Já dizia o ditado popular, quem canta seus males espanta. Para quem está sozinho dentro de um carro, a percepção de liberdade favorece a cantoria. Faça o seu repertório e solte a voz!
Com as máquinas digitais, o hobby de fotografar pode ser alimentado de dentro do carro, metrô, ônibus ou táxi. Ficar observando o comportamento das pessoas, as paisagens, é um bom passatempo para que encara diariamente o congestionamento.
“Praticamente todo dia pego a mesma linha. Antes de trazer minha máquina na mochila eu não tinha o que fazer e ficava muito irritado para chegar ao trabalho e para voltar para casa. Agora, baixo as músicas que curto no celular, coloco o som e fico com a máquina na mão. Já flagrei acidente de carro, pôr do sol, cenas curiosas do cotidiano urbano. Aprendi a me diverti no trânsito. Não tem jeito”, relata Filipe Almeida, preparador físico.
Fonte: site bradescoautore.com.br
sexta-feira, 4 de março de 2011
Você sabia ?
O portal da SUSEP - Superintendência de Seguros Privados vem divulgando um link contendo o índice de veículos versão 1.0 expostos ( segurados ) e roubados em todo o terrítório nacional .
O objetivo deste sistema é permitir a compreensão intuitiva das estatísticas de roubos/furtos de veículos segurados no mercado brasileiro, mantendo o consumidor informado e, assim, dar transparência à operação de seguros.
O valor do índice de roubo é obtido pela divisão entre o número de sinistros ocorridos e o número de veículos expostos (segurados) na região de ocorrência do sinistro.
Os índices apresentados foram apurados a partir das apólices vigentes e dos sinistros ocorridos, informados pelo mercado segurador no útimo envio semestral dos dados de seguro de automóveis.
Informações complementares você encontra acessando o link abaixo:
O objetivo deste sistema é permitir a compreensão intuitiva das estatísticas de roubos/furtos de veículos segurados no mercado brasileiro, mantendo o consumidor informado e, assim, dar transparência à operação de seguros.
O valor do índice de roubo é obtido pela divisão entre o número de sinistros ocorridos e o número de veículos expostos (segurados) na região de ocorrência do sinistro.
Os índices apresentados foram apurados a partir das apólices vigentes e dos sinistros ocorridos, informados pelo mercado segurador no útimo envio semestral dos dados de seguro de automóveis.
Informações complementares você encontra acessando o link abaixo:
quarta-feira, 2 de março de 2011
O que as seguradoras oferecem de cobertura no caso de enchentes ?
A temporada de chuvas fortes, aumenta o perigo das enchentes. Neste ano, as chuvas acima da média que aconteceram na região serrana do Rio de Janeiro, Minas Gerais, Santa Catarina e também na capital paulista levaram muitas pessoas a se questionarem sobre as coberturas dos seguros, tanto residenciais como de veículos e de vida.
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Residência
No caso das residências, os prejuízos possíveis são diversos: casas alagadas, paredes danificadas, móveis e eletrodomésticos perdidos e até danos estruturais irreversíveis ao imóvel. Nesses casos, a primeira providência do segurado é tomar todas as medidas para evitar um dano maior e acionar imediatamente os órgãos competentes para que seja expedido laudos exigidos pela seguradora e em seguida comunicar o fato à seguradora através do corretor que lhe atende, de preferência munido de documentos que comprovem o dano causado, como fotos, por exemplo.
As seguradoras cobram à parte coberturas que protegem contra acidentes como queda de granizo, vendaval, tornado, ciclone, alagamentos, roubos e desmoronamento e outras disponíveis no mercado. Por isso, é importante buscar orientação através do corretor, que pode ajudar com estas e outras questões.
Importante analisar também as condições gerais do produto constante no manual do segurado , principalmente as clausulas de exclusões quando de possíveis solicitações de indenizações em caso de sinistro.
O valor da importância segurada contratada também deve ser outro fator considerado. Se para pagar um prêmio mais barato, a importância contratada for muito baixa, pode não ser suficiente para cobrir as despesas em caso de alguma catástrofe. Cabe lembrar que nos casos dos bens móveis , eletrodomésticos e eletroeletrônicos atingidos pela enchente, os seguros residenciais só cobrem os prejuízos do consumidor se estiver especificado no contrato a cobertura de prédio e conteúdo .
Veículos
No caso de automóveis atingidos por enchentes, a água pode entrar no motor, danificando a parte mecânica e elétrica do mesmo. No caso de submersão completa do veículo, muitas vezes há perda total. A apólice que contempla a cobertura compreensiva (Colisão, Incêndio e Roubo) do seguro de automóveis cobre vários eventos: incêndio ou explosão; roubo, colisão, abalroamento, capotagem ou derrapagem; queda sobre o veículo de objeto externo (por exemplo, árvores e postes); alagamento, enchente e inundação, inclusive de veículos guardados no subsolo; e outros riscos constantes nas condições gerais do produto constante no manual do segurado.
Além disso, o segurado pode contratar coberturas adicionais contra danos materiais, pessoais e morais causados a terceiros , indenizações por morte e invalidez causados aos passageiros do veículo segurado em caso de acidentes, carro reserva, além de desfrutar dos benefícios oferecidos na assistência 24 horas .
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Residência
No caso das residências, os prejuízos possíveis são diversos: casas alagadas, paredes danificadas, móveis e eletrodomésticos perdidos e até danos estruturais irreversíveis ao imóvel. Nesses casos, a primeira providência do segurado é tomar todas as medidas para evitar um dano maior e acionar imediatamente os órgãos competentes para que seja expedido laudos exigidos pela seguradora e em seguida comunicar o fato à seguradora através do corretor que lhe atende, de preferência munido de documentos que comprovem o dano causado, como fotos, por exemplo.
As seguradoras cobram à parte coberturas que protegem contra acidentes como queda de granizo, vendaval, tornado, ciclone, alagamentos, roubos e desmoronamento e outras disponíveis no mercado. Por isso, é importante buscar orientação através do corretor, que pode ajudar com estas e outras questões.
Importante analisar também as condições gerais do produto constante no manual do segurado , principalmente as clausulas de exclusões quando de possíveis solicitações de indenizações em caso de sinistro.
O valor da importância segurada contratada também deve ser outro fator considerado. Se para pagar um prêmio mais barato, a importância contratada for muito baixa, pode não ser suficiente para cobrir as despesas em caso de alguma catástrofe. Cabe lembrar que nos casos dos bens móveis , eletrodomésticos e eletroeletrônicos atingidos pela enchente, os seguros residenciais só cobrem os prejuízos do consumidor se estiver especificado no contrato a cobertura de prédio e conteúdo .
Veículos
No caso de automóveis atingidos por enchentes, a água pode entrar no motor, danificando a parte mecânica e elétrica do mesmo. No caso de submersão completa do veículo, muitas vezes há perda total. A apólice que contempla a cobertura compreensiva (Colisão, Incêndio e Roubo) do seguro de automóveis cobre vários eventos: incêndio ou explosão; roubo, colisão, abalroamento, capotagem ou derrapagem; queda sobre o veículo de objeto externo (por exemplo, árvores e postes); alagamento, enchente e inundação, inclusive de veículos guardados no subsolo; e outros riscos constantes nas condições gerais do produto constante no manual do segurado.
Além disso, o segurado pode contratar coberturas adicionais contra danos materiais, pessoais e morais causados a terceiros , indenizações por morte e invalidez causados aos passageiros do veículo segurado em caso de acidentes, carro reserva, além de desfrutar dos benefícios oferecidos na assistência 24 horas .
O segurado que contrata apenas a apólice de roubo, furto e incêndio não está coberto contra prejuízos causados por enchentes ao veículo.
O consumidor deve atentar ao questionário de avaliação de riscos, geralmente preenchido antes da assinatura do contrato. Qualquer mudança nas condições do seguro como troca de endereço, por exemplo, devem ser informadas à seguradora, para evitar problemas ao segurado. Todas as condições devem estar explicitadas no contrato.
No caso de enchente, não é raro ocorrer a perda total do veículo, pois quando a água atinge o painel do automóvel, danifica componentes eletrônicos caros e cujos danos podem facilmente atingir 75% do valor do veículo. O veículo também não deve ser ligado após ser atingido pela água, pois pode ter entrado água no motor e ao dar a partida ocorrer danos graves e o segurado perder o direito à indenização por ter agravado o risco.
Uma cláusula comum nos contratos de seguros de veículos deve ter a atenção dos consumidores: trata-se da cláusula de perda de direito à indenização devido ao agravamento intencional do risco pelo segurado. Assim, por exemplo, o segurado que, na pressa, ao invés de parar o carro e esperar o escoamento natural da água da chuva, resolve arriscar passando com o carro por áreas alagadas e danificar o veículo, pode ter negada a indenização.
Vida
Em se tratando de seguro de vida, qualquer que seja a causa que tenha determinado a morte do segurado, inclusive tempestades e enchentes, libera o pagamento do capital segurado aos beneficiários do seguro.
O consumidor deve atentar ao questionário de avaliação de riscos, geralmente preenchido antes da assinatura do contrato. Qualquer mudança nas condições do seguro como troca de endereço, por exemplo, devem ser informadas à seguradora, para evitar problemas ao segurado. Todas as condições devem estar explicitadas no contrato.
No caso de enchente, não é raro ocorrer a perda total do veículo, pois quando a água atinge o painel do automóvel, danifica componentes eletrônicos caros e cujos danos podem facilmente atingir 75% do valor do veículo. O veículo também não deve ser ligado após ser atingido pela água, pois pode ter entrado água no motor e ao dar a partida ocorrer danos graves e o segurado perder o direito à indenização por ter agravado o risco.
Uma cláusula comum nos contratos de seguros de veículos deve ter a atenção dos consumidores: trata-se da cláusula de perda de direito à indenização devido ao agravamento intencional do risco pelo segurado. Assim, por exemplo, o segurado que, na pressa, ao invés de parar o carro e esperar o escoamento natural da água da chuva, resolve arriscar passando com o carro por áreas alagadas e danificar o veículo, pode ter negada a indenização.
Vida
Em se tratando de seguro de vida, qualquer que seja a causa que tenha determinado a morte do segurado, inclusive tempestades e enchentes, libera o pagamento do capital segurado aos beneficiários do seguro.
As condições gerais do produto constante do manual do segurado também apresentam cláusulas de exclusões em algumas situações, por isso é importante o segurado conhecer o seu conteúdo.
O seguro de vida normalmente abrange, além de morte do segurado, a invalidez permanente total e parcial (quando há a perda de algum órgão) e outras coberturas opcionais.
Sobre o Consultor e autor do Blog Seguro em Tempos de Riscos: No mercado há mais de 12 anos em Campos dos Goytacazes/RJ, oferecemos vários produtos e serviços, incluindo seguro para Automóvel; Moto; Caminhão, Residencial; Vida e Acidentes Pessoais; Empresarial; Condomínios; Náutico e Aeronáutico; Previdência; Diária por Incapacidade para Profissional Liberal; Responsabilidade Civil; Risco de engenharia; Imobiliário, Saúde, entre outros.
Opera com empresa credenciada na SUSEP - Superitendência de Seguros Privados, que dispõe de sistema exclusivo de consulta rápida e eficiente para cotações das melhores seguradoras do mercado.
Você está em Campos dos Goytacazes e procura por seguros ? Fale com um de nosso consultores ; envie mensagem para c.barbosa2006@terra.com.br . Nossa especialidade é cuidar de você !
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Prevenção é a melhor maneira de manter o veículo em bom funcionamento
Em vias onde há um movimento razoável de veículos é bastante comum ver um carro no acostamento. A cena é sempre igual: o condutor olhando para o motor com um semblante aflito ou no meio-fio sem saber o que fazer com o pneu furado. Todo motorista sabe que pode passar por essa situação e que ela não é nada agradável, mas quase ninguém se previne para evitar o embaraço.Levar no porta-malas do carro um kit pode ser útil, mas é preciso saber usar as ferramentas que compõem o jogo de peças. Segundo o mecânico, Robério Neves, o fundamental é manter as ferramentas como triângulo de segurança, roda reserva (step), macaco e chave de rodas no porta-malas do veículo para garantir a segurança em caso de emergência. Outra dica que o profissional dá é deixar uma toalha ou plástico no interior do carro para - caso haja necessidade - poder deitar no chão e olhar por baixo do veículo. Uma lanterna e o telefone do mecânico de confiança também são itens indispensáveis para a hora do sufoco.
“Não recomendo a um leigo mexer por curiosidade ou desespero na mecânica do veículo. O estrago pode ficar ainda maior. De que adianta ter alicate, fita isolante, jogo de chave etc, se não souber usar? Os carros, cada vez mais, são máquinas complexas. É preciso ter conhecimento”, informa o profissional.
Manutenção preventiva é a palavra de ordem para quem quer evitar surpresas desagradáveis. Todas as peças têm prazo de validade. Os proprietários devem ficar atentos aos limites. Uma dica é observar os líquidos como óleo do motor, líquido de arrefecimento, fluido de freio e fluido de direção. Cada um possui uma coloração que deve ser observada, afinal ela serve como indicativo. Cor de ferrugem ou de terra é um sinal de que houve descuido.
Outra dica para evitar problemas é ler o manual do proprietário onde há informações sobre limpeza e cuidados com o veículo até conforto e convivência. Neves reforça a importância de os proprietários conhecerem os símbolos do painel de instrumentos e relembra que manter um kit de ferramentas não faz mal algum, desde que quem vá usá-lo saiba o que está fazendo.
Kit extra:
- Alicate;
- Chave Philips;
- Chave de fenda;
- Jogo de chave com combinação de nº 6 a nº 22;
- Fita isolante;
- Cabos auxiliares;
- Macaco elétrico de 12v (principalmente para as mulheres).
Fonte: site dicasautore.com.br
sábado, 26 de fevereiro de 2011
Seguro: Você conhece todos os benefícios que ele te oferece? .
Presidente do Clube dos Corretores de Seguros do ABC explica os benefícios agregados as apólices de seguros
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Assistência mecânica 24h, reparos elétricos, chaveiros e desconto em locação de carros. O seu seguro oferece isso?
Atualmente quase todos os segurados, quando contratam uma apólice de seguro, têm incluso essas assistências. Mas com a demanda crescente da contratação dos serviços de seguros e a concorrência acirrada do mercado, o segurado é beneficiado com os chamados “serviços adicionais da apólice”.
Para se diferenciar as seguradoras investem cada vez mais em ações que são revertidas em benefício real para o cliente e oferecem desde a assistência mecânica para o carro, até mesmo serviços pet para seu animal de estimação.
“Os consumidores de seguros compram junto com a apólice facilidades, serviços e descontos em diversos estabelecimentos. É possível obter vantagens em estacionamentos, programas culturais como teatros e shows, academias e outros. Além disso, reparos elétricos para a casa, conserto de eletrodomésticos entre outras facilidades também são disponibilizados para o cliente”, comenta Marcelino Odlevati, presidente do Clube dos Corretores de Seguros do ABC.
Acionar estes serviços e desfrutá-los é bastante simples e sem burocracia. “Hoje é muito comum o segurado usufruir dos serviços agregados na apólice. A ativação também é simples em uma ligação para a central de atendimento da sua seguradora, com o número do CPF ou placa do carro em mãos e a visita do técnico é agendada”, esclarece Odlevati.
Com o crescimento do mercado, que em 2010 ficou em torno de 12%, cursos de MBA com foco no mercado segurador já são realidade e as seguradoras buscam um profissional cada vez mais qualificado e capacitado para atender a essa nova realidade, com isso muitas oportunidades de emprego são criadas.
“Para ter acesso a todas essas vantagens é indispensável o auxílio de um profissional da área, como o corretor profissional de seguro devidamente regulamentado, que indicará a contratação do serviço adequado ao seu perfil, assim, o benefício será real e o relacionamento com a seguradora tranquilo”, finaliza Odlevati.
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Assistência mecânica 24h, reparos elétricos, chaveiros e desconto em locação de carros. O seu seguro oferece isso?
Atualmente quase todos os segurados, quando contratam uma apólice de seguro, têm incluso essas assistências. Mas com a demanda crescente da contratação dos serviços de seguros e a concorrência acirrada do mercado, o segurado é beneficiado com os chamados “serviços adicionais da apólice”.
Para se diferenciar as seguradoras investem cada vez mais em ações que são revertidas em benefício real para o cliente e oferecem desde a assistência mecânica para o carro, até mesmo serviços pet para seu animal de estimação.
“Os consumidores de seguros compram junto com a apólice facilidades, serviços e descontos em diversos estabelecimentos. É possível obter vantagens em estacionamentos, programas culturais como teatros e shows, academias e outros. Além disso, reparos elétricos para a casa, conserto de eletrodomésticos entre outras facilidades também são disponibilizados para o cliente”, comenta Marcelino Odlevati, presidente do Clube dos Corretores de Seguros do ABC.
Acionar estes serviços e desfrutá-los é bastante simples e sem burocracia. “Hoje é muito comum o segurado usufruir dos serviços agregados na apólice. A ativação também é simples em uma ligação para a central de atendimento da sua seguradora, com o número do CPF ou placa do carro em mãos e a visita do técnico é agendada”, esclarece Odlevati.
Com o crescimento do mercado, que em 2010 ficou em torno de 12%, cursos de MBA com foco no mercado segurador já são realidade e as seguradoras buscam um profissional cada vez mais qualificado e capacitado para atender a essa nova realidade, com isso muitas oportunidades de emprego são criadas.
“Para ter acesso a todas essas vantagens é indispensável o auxílio de um profissional da área, como o corretor profissional de seguro devidamente regulamentado, que indicará a contratação do serviço adequado ao seu perfil, assim, o benefício será real e o relacionamento com a seguradora tranquilo”, finaliza Odlevati.
Fonte: site segs.com.br
Em Campos dos Goytacazes , o internauta pode receber instruções complementares, analisar custos/benefícios além de contratar o seguro do seu carro, de sua empresa e seus funcionários, de sua residência e demais ramos disponíveis no mercado segurador com profissional especializado no mercado .
Consultor : Carlos Alberto Barbosa
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
Mais brasileiros diminuem resistência ao seguro de vida
A mentalidade do brasileiro está mudando em relação à sua proteção. Há alguns anos, quando se falava em seguro de vida, pensava-se – automaticamente – em morte. A ideia hoje é outra e os consumidores estão entendendo, segundo analistas de finanças pessoais, que o seguro de vida é uma necessidade. Basta olhar os números da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). Em 2010, o setor cresceu 11,9% até novembro frente ao mesmo período de 2009, movimentando R$ 8,1 bilhões. Ainda incipiente, a modalidade individual teve alta de 11%, com total de prêmios estimado em R$ 1 bilhão.
A expectativa é que esses números continuem crescendo, principalmente com a criação de produtos segmentados, destinados às classes C e D. A grande questão, de acordo com especialistas, é saber a melhor opção a contratar. De acordo com a consultora de finanças pessoais Maria Inês Prazeres, não é possível definir qual o melhor seguro de vida do mercado. O importante é definir qual produto se encaixa ao seu perfil.
Primeiro, é preciso saber a real necessidade de contratar um seguro e, em caso positivo, adequá-lo ao orçamento. Ela cita como exemplo o fato de uma pessoa (de qualquer idade) não ter dependente financeiro. “Por que contratar um seguro, então? Já a pessoa que, em sua falta, compromete o padrão de vida de outras pessoas, deve preocupar-se em garantir uma eventualidade”, pondera a especialista.
Opções não faltam no mercado. A Allianz tem diversas condições de contrato, que inclui o seguro individual com prazo de vigência de cinco anos. “De acordo com a idade, coberturas e a apólice, os prêmios (valores pagos mensalmente pelos clientes) podem partir de R$ 17”, afirma o diretor executivo de vida, atuária e precificação da seguradora, Olívio Luccas Filho. Mas o seguro é garantia ou investimento? “Se a pessoa busca investimento, deve procurar opções de investimento. Se busca proteção, a alternativa é o seguro”, define Maria Inês. A orientação é contratar o serviço enquanto a saúde está em dia. “Se a pessoa desenvolve uma doença e vai buscar o seguro de vida, pode correr o risco de ele ser negado”, pondera Olívio.
Em relação aos seguros de vida resgatáveis, Maria Inês afirma que é preciso avaliar se valem a pena, já que não se pode deixar de considerar o incentivo fiscal (leia-se deduções no IR), de alguns planos de previdência privada, como os PGBLs (Plano Gerador de Benefício Livre).
A médica Graciella Santos de Oliveira, de 31 anos, tem seguro de vida desde os 19 anos. A decisão, à época, foi tomada com um único objetivo: dar garantia financeira aos pais em caso de alguma fatalidade, já que eles são os beneficiados na apólice e venderam bens para bancar a faculdade particular de medicina da filha. Graciella conta que começou pagando R$ 25 por mês. Hoje, o custo é de R$ 40. “Se ocorrer alguma infelicidade, meus pais estão cobertos em R$ 150 mil”, conta a médica. Ela diz que não vê o seguro de vida como um investimento e não faz contas. “Fiz o seguro única e exclusivamente por segurança”, garante.
O vice-presidente da Fenaprevi, Renato Russo, diz que as empresas estão se movimento para aumentar o mercado. “É preciso simplificar o processo, inclusive com a possibilidade de contratação por meios remotos, como a internet”.
Fique atento
Principais vantagens e desvantagens dos planos de seguro de vida e dicas para não cair em armadilhas
Seguro é para pessoas que realmente necessitam de proteção pessoal e familiar
Deve-se ficar atento às coberturas. Existem modalidades que cobrem não só a falta, como também caso de invalidez. Pode-se contratar ainda o seguro profissional, que garante uma diária em caso de afastamento das atividades profissionais
Ao contratar um seguro, deve-se estar bem certo do que está adquirindo e ler com atenção todas as cláusulas do contrato
Verificar se o valor da mensalidade cabe tranquilamente no orçamento, evitando, assim, valores elevados
Não contratar seguro como patrimônio de herança
À medida que o seguro não for mais necessário, diminuir o valor ou mesmo cancelá-lo, no caso de não ser resgatável
Não fazer seguro pensando em investimento, já que o mercado oferece muitas opções de aplicações
Não adquirir seguro espelhado ao de um amigo, porque a necessidade dele pode ser bem diferente da sua
Avaliar se o que estão lhe oferecendo é vantagen para você ou para quem está lhe vendendo
Fugir das ofertas que garantem resolver os "problemas da vida"
A expectativa é que esses números continuem crescendo, principalmente com a criação de produtos segmentados, destinados às classes C e D. A grande questão, de acordo com especialistas, é saber a melhor opção a contratar. De acordo com a consultora de finanças pessoais Maria Inês Prazeres, não é possível definir qual o melhor seguro de vida do mercado. O importante é definir qual produto se encaixa ao seu perfil.
Primeiro, é preciso saber a real necessidade de contratar um seguro e, em caso positivo, adequá-lo ao orçamento. Ela cita como exemplo o fato de uma pessoa (de qualquer idade) não ter dependente financeiro. “Por que contratar um seguro, então? Já a pessoa que, em sua falta, compromete o padrão de vida de outras pessoas, deve preocupar-se em garantir uma eventualidade”, pondera a especialista.
Opções não faltam no mercado. A Allianz tem diversas condições de contrato, que inclui o seguro individual com prazo de vigência de cinco anos. “De acordo com a idade, coberturas e a apólice, os prêmios (valores pagos mensalmente pelos clientes) podem partir de R$ 17”, afirma o diretor executivo de vida, atuária e precificação da seguradora, Olívio Luccas Filho. Mas o seguro é garantia ou investimento? “Se a pessoa busca investimento, deve procurar opções de investimento. Se busca proteção, a alternativa é o seguro”, define Maria Inês. A orientação é contratar o serviço enquanto a saúde está em dia. “Se a pessoa desenvolve uma doença e vai buscar o seguro de vida, pode correr o risco de ele ser negado”, pondera Olívio.
Em relação aos seguros de vida resgatáveis, Maria Inês afirma que é preciso avaliar se valem a pena, já que não se pode deixar de considerar o incentivo fiscal (leia-se deduções no IR), de alguns planos de previdência privada, como os PGBLs (Plano Gerador de Benefício Livre).
A médica Graciella Santos de Oliveira, de 31 anos, tem seguro de vida desde os 19 anos. A decisão, à época, foi tomada com um único objetivo: dar garantia financeira aos pais em caso de alguma fatalidade, já que eles são os beneficiados na apólice e venderam bens para bancar a faculdade particular de medicina da filha. Graciella conta que começou pagando R$ 25 por mês. Hoje, o custo é de R$ 40. “Se ocorrer alguma infelicidade, meus pais estão cobertos em R$ 150 mil”, conta a médica. Ela diz que não vê o seguro de vida como um investimento e não faz contas. “Fiz o seguro única e exclusivamente por segurança”, garante.
O vice-presidente da Fenaprevi, Renato Russo, diz que as empresas estão se movimento para aumentar o mercado. “É preciso simplificar o processo, inclusive com a possibilidade de contratação por meios remotos, como a internet”.
Fique atento
Principais vantagens e desvantagens dos planos de seguro de vida e dicas para não cair em armadilhas
Seguro é para pessoas que realmente necessitam de proteção pessoal e familiar
Deve-se ficar atento às coberturas. Existem modalidades que cobrem não só a falta, como também caso de invalidez. Pode-se contratar ainda o seguro profissional, que garante uma diária em caso de afastamento das atividades profissionais
Ao contratar um seguro, deve-se estar bem certo do que está adquirindo e ler com atenção todas as cláusulas do contrato
Verificar se o valor da mensalidade cabe tranquilamente no orçamento, evitando, assim, valores elevados
Não contratar seguro como patrimônio de herança
À medida que o seguro não for mais necessário, diminuir o valor ou mesmo cancelá-lo, no caso de não ser resgatável
Não fazer seguro pensando em investimento, já que o mercado oferece muitas opções de aplicações
Não adquirir seguro espelhado ao de um amigo, porque a necessidade dele pode ser bem diferente da sua
Avaliar se o que estão lhe oferecendo é vantagen para você ou para quem está lhe vendendo
Fugir das ofertas que garantem resolver os "problemas da vida"
Fonte: site diariodepernambuco.com.br
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
Horário de verão termina no domingo em 10 Estados e no DF
A 37ª edição do horário brasileiro de verão, que começou no dia 17 de outubro de 2010, termina na passagem deste sábado para domingo, nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do País. Ao chegar às 0h de domingo, os relógios dos 10 Estados dessas regiões e do Distrito Federal deverão ser atrasados em uma hora.Após 126 dias de vigência, o horário de verão terminará nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.
De acordo com o Ministério das Minas e Energia, o horário de verão é adotado sempre nesta época do ano por causa do aumento na demanda, resultado do calor e do crescimento da produção industrial às vésperas do Natal. Nesse período, os dias têm maior duração por causa da posição da terra em relação ao sol, e a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada.
Histórico
O americano Benjamin Franklin foi a primeira pessoa a propor que se adiantasse os relógios para aproveitar melhor as horas de sol, em 1784, quando ainda não havia energia elétrica. Sua ideia, porém, não foi adotada pelo governo dos Estados Unidos. O primeiro país a utilizar a medida foi a Alemanha, durante a 1º Guerra Mundial.
No Brasil, o horário de verão foi adotado pela primeira vez no Brasil em 1931, com duração de cinco meses. Até 1967 a mudança no horário ocorreu 11 vezes. Desde 1985, no entanto, a medida vem sendo adotada sem interrupções, com diferenças apenas nos Estados em que esta mudança é adotada, e no período de duração.
Em 2008, um decreto presidencial instituiu que o horário de verão vai começar sempre à 0h do terceiro domingo de outubro e vai terminar à 0h do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano seguinte.Se a data coincidir com o domingo de Carnaval, o fim do horário de verão é transferido para o domingo seguinte.
Atualmente, adotam o horário especial vários países da União Europeia, a maioria das nações que formavam a União Soviética, a maioria do Oriente Médio (Irã, Iraque, Síria, Líbano, Israel, Palestina), parte da Oceania (Austrália, em parte do seu território, e Nova Zelândia), a América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México), alguns da América Central (Cuba, Honduras, Guatemala, Haiti e Bahamas) e da América do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile). No entanto, o período de vigência do horário de verão pode variar de acordo com o país.
Economia
Segundo dados do Ministério de Minas e Energia de 2010, anteriores à 37ª edição do horário de verão, desde 2000 a medida reduziu uma média de 4,6% na demanda por energia no horário de maior consumo (horário de "pico"), entre 18h e 21h. Isso significa que as usinas deixaram de gerar, no horário de maior carga, cerca de 2 mil megawatts a cada ano, ou 65% da demanda do Rio de Janeiro, ou 75% da de Porto Alegre.
Fonte: site terra.com.br
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Vítimas das tragédias sem seguro climático não terão como receber indenização
Rio de Janeiro - As vítimas das tragédias provocadas pelas recentes enchentes em todo o país que não tiverem feito cobertura nos contratos de seguros contra eventos naturais, os chamados seguros climáticos, não terão como receber indenização.
O alerta foi dado dia 27/01/2011 pelo diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Murilo Chaim à Agência Brasil. O órgão é vinculado ao Ministério da Fazenda e responde pelo controle e fiscalização do mercado segurador e ressegurador nacional.
Chaim disse que isso ocorre porque o princípio do seguro é a precificação do risco de acordo com as coberturas escolhidas. “Você paga o prêmio por aquele direito de cobertura. E se você não contratou, a seguradora não é obrigada a fazê-lo”.
O diretor destacou a necessidade de as pessoas terem um cuidado básico na hora de fazerem a contratação de um seguro residencial, por exemplo, destacando uma palavra chave: prevenção. “Antes da ocorrência de qualquer evento, cada consumidor deve ter muita atenção nas coberturas que está contratando nas apólices que estão sendo oferecidas”.
Para comprar conscientemente um seguro que atenda à sua necessidade, é importante que o consumidor leia as coberturas que estão sendo contratadas e os riscos que estão sendo excluídos. “Questões como risco de alagamento, riscos decorrentes da natureza, como queda de árvore, ou outros riscos correlatos. É bastante importante ver quais desses riscos você está contratando cobertura e se atende às suas necessidades”.
O segundo cuidado a ser tomado diz respeito às franquias e participações nos sinistros. “Isso é fundamental antes da contratação do seguro. Essa é a principal de todas as precauções que devem ser tomadas”.
No caso de ocorrência de enchentes ou outro tipo de evento climático, Chaim recomendou que a primeira ação a ser efetuada pelos segurados é avisar imediatamente o fato às seguradoras, relatando o sinistro e fornecendo outras informações que forem necessárias.
Ele informou que na etapa seguinte, referente à regulação, peritos das seguradoras vão ao local verificar a necessidade de informações adicionais e solicitar documentos estabelecidos na apólice, necessários para que se efetue o pagamento do sinistro. No caso das pessoas que perderam seus documentos, o diretor da Susep afirmou que as próprias seguradoras têm condições de fornecer a segunda via das apólices.
Na região serrana fluminense, devastada pela enxurrada do último dia 12 de Janeiro, por exemplo, muitas seguradoras instalaram postos avançados para atendimento aos clientes. No caso de documentação pessoal, Chaim lembrou que órgãos de serviços públicos também montaram postos de atendimento nos municípios afetados para apressar a emissão.
Fonte: site agenciabrasil.ebc.com.br
O alerta foi dado dia 27/01/2011 pelo diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Murilo Chaim à Agência Brasil. O órgão é vinculado ao Ministério da Fazenda e responde pelo controle e fiscalização do mercado segurador e ressegurador nacional.
Chaim disse que isso ocorre porque o princípio do seguro é a precificação do risco de acordo com as coberturas escolhidas. “Você paga o prêmio por aquele direito de cobertura. E se você não contratou, a seguradora não é obrigada a fazê-lo”.
O diretor destacou a necessidade de as pessoas terem um cuidado básico na hora de fazerem a contratação de um seguro residencial, por exemplo, destacando uma palavra chave: prevenção. “Antes da ocorrência de qualquer evento, cada consumidor deve ter muita atenção nas coberturas que está contratando nas apólices que estão sendo oferecidas”.
Para comprar conscientemente um seguro que atenda à sua necessidade, é importante que o consumidor leia as coberturas que estão sendo contratadas e os riscos que estão sendo excluídos. “Questões como risco de alagamento, riscos decorrentes da natureza, como queda de árvore, ou outros riscos correlatos. É bastante importante ver quais desses riscos você está contratando cobertura e se atende às suas necessidades”.
O segundo cuidado a ser tomado diz respeito às franquias e participações nos sinistros. “Isso é fundamental antes da contratação do seguro. Essa é a principal de todas as precauções que devem ser tomadas”.
No caso de ocorrência de enchentes ou outro tipo de evento climático, Chaim recomendou que a primeira ação a ser efetuada pelos segurados é avisar imediatamente o fato às seguradoras, relatando o sinistro e fornecendo outras informações que forem necessárias.
Ele informou que na etapa seguinte, referente à regulação, peritos das seguradoras vão ao local verificar a necessidade de informações adicionais e solicitar documentos estabelecidos na apólice, necessários para que se efetue o pagamento do sinistro. No caso das pessoas que perderam seus documentos, o diretor da Susep afirmou que as próprias seguradoras têm condições de fornecer a segunda via das apólices.
Na região serrana fluminense, devastada pela enxurrada do último dia 12 de Janeiro, por exemplo, muitas seguradoras instalaram postos avançados para atendimento aos clientes. No caso de documentação pessoal, Chaim lembrou que órgãos de serviços públicos também montaram postos de atendimento nos municípios afetados para apressar a emissão.
Fonte: site agenciabrasil.ebc.com.br
sábado, 12 de fevereiro de 2011
Princípios da direção defensiva
Recomendações buscam prevenir situações de perigos no trânsito
Segundo a Organização Mundial de Saúde, 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana - 6% são por questões relacionadas à estrada e 4% por falhas mecânicas. No que tange aos motoristas, são três os principais problemas: imprudência, quando alguma regra é conscientemente quebrada; negligência, quando não há cuidado no cumprimento das normas; e imperícia, ou seja, falta da habilidade necessária à condução do veículo.
Para evitar os acidentes causados pelo homem foi formulada a direção defensiva, conjunto de recomendações de segurança que deve ser repassado a todos os motoristas durante as aulas na autoescola ou na renovação da Carteira Nacional de Habilitação.
As aulas de direção defensiva dividem-se em seis grandes assuntos
1. Dirigir com excesso ou escassez de luz
- em caso de via escura, o motorista pode se guiar pela faixa branca na lateral da pista;
- é preciso cuidado com o farol alto, que ofusca o motorista na via de sentido oposto. O indicado é baixar a luz quando outro veículo se aproximar na pista contrária;
- o farol alto também pode cegar temporariamente o carro da frente, quando a luz incide no retrovisor. Nesses casos, também é aconselhável diminuir o farol quando atrás de outro veículo no mesmo sentido;
- é indicado, sempre que possível, trafegar com luz baixa.
2. Dirigir em condições adversas de tempo
- neblina - diminui a visibilidade. Recomenda-se ligar o farolete ou os ou faróis baixos e só parar em locais com acostamento, sinalizando com o pisca;
- chuvas - a pista molhada diminui a aderência entre os pneus e o solo, o que pode gerar a aquaplanagem e perda de controle. Diminua a velocidade e freie com cuidado;
- granizo - como em outros casos de baixa visibilidade, o ideal é manter distância do carro da frente e ir devagar;
- vento - se o vento estiver transversal, a recomendação é abrir as janelas; se vier de frente, aconselha-se diminuir a velocidade. Atenção com objetos que podem ser arremessados contra os vidros.
3. Cuidado com a situação das estradas
- em caso de problemas na conservação das pistas, é indicado adequar a velocidade às condições observadas
- recomenda-se atenção a desvios, trechos em meia pista ou sem acostamento;
- em vias sem sinalização, atenção redobrada;
- definir o trajeto antecipadamente é uma forma de evitar conversões bruscas e velocidades abaixo das mínimas ao se procurar um endereço;
- em descidas, a indicação é usar o freio rápida e suavemente, e manter-se com a marcha engatada (em vez de fazer "banguela").
4. Cuidados com o veículo
- fazer a manutenção periódica do veículo é uma das medidas preventivas - pneus (calibragem e desgaste), limpador de para-brisas, quantidade de combustível, nível do óleo, condições das pastilhas de freio e funcionamento do motor são alguns dos itens que devem ser periodicamente checados.
5. Condições do motorista
- fatores físicos como cansaço, visão ou audição comprometidas diminuem a atenção e aumentam os riscos de acidente;
- comer demais ou deixar de se alimentar são atitudes que geram reflexos físicos não aconselháveis a um condutor;
- fatores emocionais e psiocológicos - nervosismo, tensão, inexperiência, excitação ou tristeza - também fazem o motorista perder o foco;
- dirigir com sono, embriado ou sobre efeito de substâncias tóxicas (remédios ou drogas) também não é aconselhável.
6. Como evitar colisões
- manter distância do carro da frente, para dar espaço a reações bruscas, em caso de atitudes inadvertidas do outro motorista;
- sinalizar corretamente as conversões;
- em cruzamentos não sinalizados, o veículo na via da direita tem preferência; se houver placa de "dê a preferência", vale a placa;
- quando em marcha ré, retorceder devagar e sempre observando os dois espelhos;
- Direção e celular não combinam: além de ser contra a lei atender ligações ao volante, o telefone desvia a atenção do condutor;
- da percepção do problema à reação por parte do motorista passam-se, pelo menos, dois segundos. Para medir esse intervalo, marque um ponto X e conte "três mil e um, três mil e dois" entre o instante em que o carro da frente passa pelo ponto e o em que o próprio carro passa por ali; se o veículo de trás cruzar o ponto antes dos dois segundos, é porque a distância está pequena.
Para evitar os acidentes causados pelo homem foi formulada a direção defensiva, conjunto de recomendações de segurança que deve ser repassado a todos os motoristas durante as aulas na autoescola ou na renovação da Carteira Nacional de Habilitação.
As aulas de direção defensiva dividem-se em seis grandes assuntos
1. Dirigir com excesso ou escassez de luz
- em caso de via escura, o motorista pode se guiar pela faixa branca na lateral da pista;
- é preciso cuidado com o farol alto, que ofusca o motorista na via de sentido oposto. O indicado é baixar a luz quando outro veículo se aproximar na pista contrária;
- o farol alto também pode cegar temporariamente o carro da frente, quando a luz incide no retrovisor. Nesses casos, também é aconselhável diminuir o farol quando atrás de outro veículo no mesmo sentido;
- é indicado, sempre que possível, trafegar com luz baixa.
2. Dirigir em condições adversas de tempo
- neblina - diminui a visibilidade. Recomenda-se ligar o farolete ou os ou faróis baixos e só parar em locais com acostamento, sinalizando com o pisca;
- chuvas - a pista molhada diminui a aderência entre os pneus e o solo, o que pode gerar a aquaplanagem e perda de controle. Diminua a velocidade e freie com cuidado;
- granizo - como em outros casos de baixa visibilidade, o ideal é manter distância do carro da frente e ir devagar;
- vento - se o vento estiver transversal, a recomendação é abrir as janelas; se vier de frente, aconselha-se diminuir a velocidade. Atenção com objetos que podem ser arremessados contra os vidros.
3. Cuidado com a situação das estradas
- em caso de problemas na conservação das pistas, é indicado adequar a velocidade às condições observadas
- recomenda-se atenção a desvios, trechos em meia pista ou sem acostamento;
- em vias sem sinalização, atenção redobrada;
- definir o trajeto antecipadamente é uma forma de evitar conversões bruscas e velocidades abaixo das mínimas ao se procurar um endereço;
- em descidas, a indicação é usar o freio rápida e suavemente, e manter-se com a marcha engatada (em vez de fazer "banguela").
4. Cuidados com o veículo
- fazer a manutenção periódica do veículo é uma das medidas preventivas - pneus (calibragem e desgaste), limpador de para-brisas, quantidade de combustível, nível do óleo, condições das pastilhas de freio e funcionamento do motor são alguns dos itens que devem ser periodicamente checados.
5. Condições do motorista
- fatores físicos como cansaço, visão ou audição comprometidas diminuem a atenção e aumentam os riscos de acidente;
- comer demais ou deixar de se alimentar são atitudes que geram reflexos físicos não aconselháveis a um condutor;
- fatores emocionais e psiocológicos - nervosismo, tensão, inexperiência, excitação ou tristeza - também fazem o motorista perder o foco;
- dirigir com sono, embriado ou sobre efeito de substâncias tóxicas (remédios ou drogas) também não é aconselhável.
6. Como evitar colisões
- manter distância do carro da frente, para dar espaço a reações bruscas, em caso de atitudes inadvertidas do outro motorista;
- sinalizar corretamente as conversões;
- em cruzamentos não sinalizados, o veículo na via da direita tem preferência; se houver placa de "dê a preferência", vale a placa;
- quando em marcha ré, retorceder devagar e sempre observando os dois espelhos;
- Direção e celular não combinam: além de ser contra a lei atender ligações ao volante, o telefone desvia a atenção do condutor;
- da percepção do problema à reação por parte do motorista passam-se, pelo menos, dois segundos. Para medir esse intervalo, marque um ponto X e conte "três mil e um, três mil e dois" entre o instante em que o carro da frente passa pelo ponto e o em que o próprio carro passa por ali; se o veículo de trás cruzar o ponto antes dos dois segundos, é porque a distância está pequena.
Fonte: site revista.pensecarros.com.br
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