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A Corretora que representamos trabalha com as mais conceituadas e competentes Seguradoras do mercado; possui uma equipe de profissionais treinados, buscando sempre soluções de alta qualidade e preço justo. Nossa meta: Identificar as áreas de exposição e recomendar soluções de alta qualidade. Estamos em Campos dos Goytacazes desde 1998 e temos a proteção que você procura. A equipe de assistência das Seguradoras que representamos estão de prontidão para atender seus segurados de maneira rápida e eficiente.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Nos mais diversos tipos de seguros, a figura do corretor como orientador dos negócios é cada vez mais importante

A cultura do seguro está se estabelecendo no país por diversos motivos, desde a globalização e o acesso facilitado a informações até a consciência de uma maior exposição a riscos. Hoje em dia não são comuns apenas seguros de residências e automóveis, mas também seguros de vida, de saúde, perda de renda, telefone celular, responsabilidade civil e até situações curiosas ou inusitadas, como seguros de eventos, de animais domésticos, de obras e contra danos morais.

A maior complexidade das relações humanas e comerciais é um dos motivos do aumento da procura por seguros. “No caso dos carros, por exemplo: antigamente ele era um luxo e um conforto para a família, quase sempre comprado à vista. Hoje é uma necessidade para o trabalho e normalmente é financiado por agentes externos ou mesmo alugado. Quando ocorre um acidente, os prejudicados não são apenas os proprietários, mas toda uma cadeia de agentes envolvidos no processo, como os financiadores”, explica Adriano Valente Rocha, diretor da Valente Rocha Consultora e Corretora de Seguros .

No tocante aos cuidados com a saúde observa-se a mesma situação. No passado, o conhecimento e as especialidades médicas eram menores e as famílias eram cuidadas por um único médico durante a vida toda – com tratamento e custos relativamente padronizados. Hoje, com o avanço tecnológico, a medicina consegue ter mais precisão nos diagnósticos, fazendo com que o direcionamento para tratamentos especializados seja cada vez mais específico, encarecendo também o processo. “Se, por um lado, muita gente acredita que a medicina pode fazer viver mais e melhor, no campo financeiro, os cuidados com a saúde são maiores e mais caros, tornando o plano de saúde cada vez mais imprescindível para empresas e pessoas”, diz Valente Rocha.

O Corretor

Toda essa evolução fez mudar também o perfil profissional do corretor de seguros, que hoje não pode ser mais meramente um intermediador generalista entre o cliente e a seguradora. Cada vez mais, é exigido do profissional que ele seja um analista e orientador na escolha do seguro mais adequado a cada caso. “Se fosse simplesmente para apresentar propostas e preços, o cliente não precisaria mais do corretor, poderia buscar as informações diretamente junto às seguradoras, com o auxílio da própria internet. Quando desenvolvemos nosso perfil profissional, temos condições de oferecer uma consultoria ampla para o cliente, oferecendo nosso conhecimento técnico e até jurídico para orientar melhor cada escolha”, analisa o corretor Valente Rocha.

É o corretor que tem condições de explicar, por exemplo, a relação custo-benefício de cada seguro, ajudando o cliente a observar detalhadamente o que os diferentes seguros oferecem como cobertura. “Nem sempre um preço baixo significa vantagem para o cliente, assim como nem sempre um seguro muito caro é o que oferece melhor cobertura. Por isso, o corretor tem que desenvolver uma relação de confiança com o seu cliente. Assim, ele vai entender o que o cliente deseja ou necessita e entregar uma solução exata, dentre as milhares existentes no mercado. Da mesma forma, o cliente terá mais segurança, conforto e até economia”, explica Valente Rocha.




Fonte: site paranashop.com.br/colunas

terça-feira, 19 de abril de 2011

Profissionais falam da importância da manutenção de elevadores

Um dos problemas que mais afligem moradores de prédios são panes em elevadores. Principalmente em períodos de chuvas, a possibilidade de ficar presos por tempo indeterminado não é apenas neurose de quem tem pavor do equipamento. A probabilidade é real e é preciso cuidado para que o incidente não gere até mesmo medidas judiciais contra o condomínio.

Diretor da administradora de condomínios Pacto, Wilson José do Nascimento explica que a causa mais recorrente para que haja a interrupção no funcionamento de um elevador é a sobrecarga de energia do condomínio, “o que aciona os equipamentos de segurança que travam o elevador. Alguns equipamentos, ao ser travados, conduzem-no até o térreo ou último andar e outros travam no local em que estão.”

Para evitar que isso ocorra, Wilson aconselha a contratação de uma empresa de credibilidade, registrada nos órgãos competentes, e que tenha um engenheiro como responsável técnico, cadastrado junto aos órgãos regionais. “As empresas hoje também já têm equipamentos mais atualizados, que antecipam eventualidades, como os acidentes por causa de chuvas. Com isso, elas podem se precaver para essas situações.”

De qualquer forma, a manutenção do elevador deve ser periódica. Conforme o diretor da Pacto, os contratos de manutenção pregam que, obrigatoriamente, a empresa responsável pelo equipamento tem de ir uma vez por mês aos condomínios para fazer o trabalho, mesmo sem ser chamada. “Além disso, são obrigados a atender o condomínio em todos os casos em que houver necessidade. Cada uma dessas visitas de manutenção tem que ser registrada em um livro de controle da prefeitura, que todos os condomínios têm.”

Mas, para evitar que o equipamento pare de funcionar com alguém dentro, principalmente caso entre água no elevador quando há chuva, Wilson diz que deve-se desligá-lo imediatamente. “Preferencialmente, no último andar, porque, normalmente a água vem do poço.
Depois de desligar o equipamento, o condomínio deve acionar a empresa responsável pelo elevador e uma empresa especializada para realizar a sucção da água.”

No caso de alguém ficar preso no elevador, a recomendação é fazer contato imediato com a empresa responsável pelo elevador. Esse número de telefone deve, obrigatoriamente, estar expresso em algum lugar do equipamento, como fala Wilson. Outra opção é acionar o síndico para que faça esse contato. “Se houver demora por parte desses técnicos, pode-se acionar o Corpo de Bombeiros. O socorro não pode ser feito, jamais, por outra pessoa.”

Caso uma pessoa não habilitada tente fazer o resgate, pode ser processada, principalmente em se tratando de negligência por parte da empresa ou do síndico, como fala o vice-presidente das Administradoras de Condomínios da CMI/Secovi-MG, Leonardo Mota Costa. “Por isso, quem tem que ser acionada, caso alguém fique preso, é a empresa que faz a manutenção ou o Corpo de Bombeiros”, reitera.




Fonte: site correiobraziliense.lugarcerto.com.br/noticias

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Brasil pode ter vacina contra dengue

Cientistas esperam que a população brasileira possa, daqui a cinco anos, ser imunizada contra os quatro tipos de vírus da dengue. O prazo para resolver o problema epidemiológico é bem inferior ao tempo de que o país precisa para universalizar o saneamento básico, apontado como uma das causas para a prevalência da dengue. Segundo o governo federal, apenas em 2030, todos os brasileiros terão água encanada e rede coletora de esgoto em suas casas. “Um dos problemas da dengue e outras doenças negligenciadas é que elas cresceram onde não há infraestrutura adequada. As pessoas têm que armazenar água, as prefeituras não conseguem recolher o lixo. Isso vai levar anos, talvez décadas para que a gente consiga resolver completamente”, afirma o secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. “Muitas dessas doenças negligenciadas são de pessoas negligenciadas”, assinala Barbosa, ao lembrar da incidência de tuberculose, hanseníase e de doenças parasitárias entre as pessoas que vivem em domicílios com pouco espaço e muitos moradores. “São pessoas que vivem em condições insalubres”, acrescenta, ao dizer que o tratamento médico gratuito não é suficiente para melhorar a vida das pessoas. Na avaliação do secretário, a situação social torna a pesquisa em saúde ainda mais importante. Barbosa lembra que a pesquisa pode oferecer boas ferramentas de prevenção e controle de doenças. “Quando olhamos o panorama de doenças tropicais negligenciadas, as que persistem são aquelas em que as ferramentas disponíveis não são as melhores. E, por isso, o desenvolvimento científico e tecnológico é muito importante.” “O desafio é desenvolver estratégias capazes de aumentar o acesso à saúde. Para isso, a gente também precisa de pesquisa operacional para ver qual a melhor estratégia para ver a maneira daquela população ser alcançada”. Um quarto da pesquisa científica feita no Brasil é na área de saúde, o que torna o país referência mundial. “Temos desde pesquisas para buscar a modificação genética do mosquito da dengue até pesquisa para infectá-lo com um microrganismo que não faz mal para as pessoas e reduz a capacidade dele de se infestar com vírus da dengue”, diz o secretário de Vigilância em Saúde.


Fonte: site campos24horas.com.br

sábado, 16 de abril de 2011

Técnico da Ensa destaca vantagens dos serviços de seguros no Zaire

Zaire - Técnico da Ensa destaca vantagens dos serviços de seguros M'banza Kongo


- O representante da Empresa Nacional de Seguros e Resseguros de Angola (Ensa) em M'banza Kongo, província do Zaire, José Marta João, destacou hoje (sábado), as vantagens dos serviços de seguros para o desenvolvimento de uma região. Em declarações à Angop, por ocasião dos 33 anos da criação da Ensa, assinalados sexta-feira, o responsável realçou que os serviços de seguros têm uma influência directa nas economias e na atracção de investimentos privados. Segundo a fonte, um investidor sente-se à vontade em aplicar o seu capital numa região onde existam serviços de seguros, por saber que, na eventualidade de uma catástrofe, os danos podem ser ressarcidos pela seguradora com quem celebrou um contrato para o efeito. Mostrou-se convicto de que, a presença da sua empresa na província, onde detém duas representações, uma no Soyo e a outra em M'banza Kongo, poderá também contribuir para o progresso desta região, mormente no tocante ao investimento privado. Outras das vantagens apontadas pelo responsável prendem-se com a eventualidade de um devedor se ver impossibilitado em honrar o seu compromisso com a entidade credora (banco), a empresa seguradora pode assumir as parcelas restantes, sempre que o indivíduo tenha um contrato em dia com a entidade seguradora. Referindo-se aos produtos oferecidos pela Ensa, José Marta João, destacou o seguro automóvel obrigatório como sendo o mais procurado. Disse registar-se ultimamente pouca afluência dos automobilistas às oficinas da empresa para celebrarem os respectivos contratos, lamentando que muitos que o haviam feito a quando da entrada da legislação sobre a obrigatoriedade do seguro automóvel deixaram de comparecer para a renovação dos mesmos. A Ensa, seguradora pioneira no mercado nacional, foi criada a 14 de Abril de 1978, em Luanda.


Fonte:

http://www.portalangop.co.ao/motix/pt_pt/noticias/economia/2011/3/15/Tecnico-Ensa-destaca-vantagens-dos-servicos-seguros,cfaa91fe-b202-4bd5-9e40-7fb0df1beb14.html


Meu comentário: No Brasil, o índice de aceitação e confiança no mercado de seguros vem aumentando consideralmente, isso significa que o cidadão brasileiro chegou a conclusão da grande necessidade de garantir indenizações com o objetivo de recuperar o que perdeu durante um sinistro. Os riscos existentes são muitos, tais como: roubo, furto e colisão de veículos que são os mais procurados, mas também o de incêndio, queda de raio, alagamentos, vendaval, desastres naturais e etc, etc, etc de seus bens patrimoniais; além de Responsabilidade Civil Familiar ou Profissional; Vida e Acidentes Pessoais Individual ou empresarial além de Saúde/Odontológico Empresarial.


Você sabia que a cobertura Responsabilidade Civil Familiar do produto Liberty Residencia não se restringe à area do imóvel segurado?


Essa cobertura é bem abrangente e garante os danos causados a terceiros não só nas imediações do imóvel segurado, mas em qualquer lugar do território nacional. Vejamos alguns exemplos:


- Danos causados por animais de estimação do segurado a terceiros durante um passeio . Ex: seu cachorro ataca um pedestre na rua;


- Danos causados a terceiros pelo segurado, seu cônjuge e filhos menores, que estejam sob sua responsabilidade, em qualquer lugar do território nacional. Ex: no supermercado ou no shopping, o filho derruba e quebra bens em aquisição ou em prateleiras;


- Danos a terceiros causados por empregado doméstico registrado, quando a serviço do Segurado. Ex: ao limpar uma janela, o empregado deixa cair um vaso ou qualquer outro objeto que atinge alguém que está passando na calçada.


Tudo isso sem falar também nos danos que o imóvel segurado possa causar aos vizinhos como um vazamento súbito ou incêndio, por exemplo, que danifiquem outros imóveis da vizinhança. Neste caso, é a cobertura Responsabilidade Civil Familiar, que garantirá os prejuízos dos terceiros prejudicados.


Pensou em contratar o seguro residencial ? Fale conosco : c.barbosa2006@terra.com.br , nossa especialidade é cuidar de você !



Regulação de sinistros reflete diretamente na venda de seguros

O Departamento de Sinistros é o cartão de visita da seguradora”. A frase dita por Fernando Valentim, diretor de Sinistros da Chubb Seguros, ilustra o quanto a qualidade no atendimento aos clientes durante a regulação de sinistros ganha cada vez mais importância.

Essa relevância foi ampliada após a abertura do mercado de resseguro, segundo Martin Faller, diretor da Cunningham Lindsey International. Inclusive, ele chama a atenção das seguradoras quanto à redação dos clausulados que, em alguns casos, continuam com o formato trabalhado antes da abertura do mercado de resseguro. Devido à importância dessa área, os profissionais pontuam que a regulação se inicia no momento da precificação e da contratação do seguro, e recomendam que sejam realizadas reuniões periódicas nos departamentos de sinistros, inclusive com os corretores. “Os integrantes da área comercial - da seguradora e os corretores - precisam conhecer o funcionamento do departamento de sinistros. Dessa forma, eles auxiliarão nas expectativas do segurado em relação à proteção adquirida”, acrescenta Luiz Francisco Minarelli Campos, diretor de Serviços da Liberty Seguros. Como o pagamento do sinistro representa a entrega do que o segurado adquiriu, o diretor da Chubb acrescenta que as companhias devem criar mecanismos de redução de prazo para regulação de sinistros de baixa complexidade, e lembra que as reclamações recebidas são o termômetro do mercado. “Por isso, devemos tirar proveito delas. Normalmente, os clientes memorizam como o problema foi solucionado”. Para o executivo da Liberty, deve-se realizar a regulação sistematizada, partindo do olhar de um sinistro para a observação da carteira como um todo. “A boa regulação comprova ao segurado que o valor do prêmio pago foi justo”, ressalta. (Carol Rodrigues) .



Fonte: site segs.com.br

Em Campos dos Goytacazes, estamos representando várias seguradoras do mercado , inclusive a Chubb Seguros e Liberty Seguros , na hora de contratar ou renovar o seguro do seu Carro, Residência, Empresa, Responsabilidade Civil ou outros ramos, fale com um de nossos consultores e agende uma visita para maiores informações ! Envie mensagem para c.barbosa2006@terra.com.br .

quarta-feira, 23 de março de 2011

Índice de infestação da dengue coloca Campos em situação de alto risco

Por rodrigo, em 22-03-2011 - 17h37

O resultado do Levantamento do Índice Rápido de Infestação do Mosquito Aedes aegypti (LIRAa), realizado pelo Centro de Controle de Zoonoses de Campos (CCZ) em parceria com a secretaria Estadual de Saúde e Defesa Civil (Saúde) na área urbana da cidade, revelou que o município está índice de infestação em 4,3%, considerado de alto risco. A informação foi passada em primeira mão pelo secretário municipal de Saúde, Paulo Hirano, que participou do Folha no Ar, desta terça-feira. Ainda segundo ele, nos próximos dias serão revelados quais são os bairros com maior preocupação, no entanto adiantou que na área de Guarus já tem bairros com índices acima de 5%. O tolerável pelo Ministério da Saúde é de até 1%, sendo acima de 3% considerado de alto risco.

O CCZ vai ganhar um reforço de mais 92 agentes de combate a endemias que, nos próximos dias, participarão de treinamento. Eles vão somar esforços junto aos cerca de 450 agentes que já atuam no combate à dengue. O novo grupo vai atuar, principalmente, nos mutirões realizados pela Prefeitura, que têm objetivo de fazer busca ativa e eliminação dos criadouros do mosquito Aedes aegypti, causador da doença. Segundo Hirano, já era esperado um aumento no índice de infestação por questões climáticas. O número anterior era de 2,7%, ainda abaixo do alto risco. “Percebemos um aumento nos criadouros dentro das residências, por isso pedimos mais uma vez que a população intensifique também o combate destes possíveis criadouros”, solicitou.

Ainda de acordo com Hirano o município está longe de ter uma epidemia de dengue — quadro confirmado apenas quando há registro de 300 casos da doença para 100 mil habitantes —, já que, desde janeiro deste ano, 484 pessoas foram acometidas pela doença.

Fonte: site fmanha.com.br

domingo, 20 de março de 2011

A impôrtancia de um Corretor de Seguros

A partir da década de 1990, o corretor de seguros se consolidou como o principal canal de distribuição de seguros do Brasil. É um dado importante porque espelha o resultado de uma longa luta, de mais de vinte anos, principalmente contra as agências bancárias. Atualmente, até os grandes conglomerados financeiros têm os corretores como principais parceiros, especialmente para a venda dos seguros mais complexos.

Como conhecem bem os produtos com que trabalham, os corretores de seguros dão um atendimento melhor para os segurados. Este é o dado que importa: assessorado por um corretor competente, o segurado - ou seja, o cidadão que pretende proteger seu patrimônio ou sua capacidade de atuação - tem chances concretas de comprar melhor um produto da maior importância, mas que, se for comprado errado, não vai atender sua finalidade, deixando de desempenhar o forte papel social que lhe cabe.

Seguro é um contrato complexo, com características únicas, que o tornam desconhecido do grande público no mundo inteiro. Mesmo nos países onde é parte constante da vida, suas particularidades e detalhes são estranhos à maioria das pessoas. É aí que os canais de venda mais sofisticados são importantes, e, entre eles, o mais importante é sem dúvida nenhuma o corretor de seguros.

Entre os três grandes canais de venda - o corretor, o agente e o sistema financeiro - em qualquer lugar do planeta, o corretor é o mais capacitado para atender bem o segurado.

O corretor é - por definição e até por lei - o representante do segurado junto à seguradora. Portanto, cabe a ele cuidar dessa relação, agindo não apenas como vendedor, mas principalmente como consultor na indicação da apólice, e defensor do segurado após a ocorrência do sinistro. Ao contrário do agente, que é um vendedor de seguros vinculado a uma companhia seguradora, o corretor de seguros é um profissional autônomo, impedido de ter esse tipo de ligação, justamente para caracterizar explicitamente sua vinculação com o segurado, que é - o que pouca gente sabe - quem lhe paga a comissão.

Um mercado que tem menos de um por cento de margem de problemas é um mercado eficiente. E na base dessa eficiência, o corretor de seguros, acompanhando o segurado desde a indicação do melhor seguro, até a liquidação final da indenização, desempenha um papel muito importante. Papel que está além da capacidade profissional do funcionário da agência bancária, pelo simples fato de ele não haver sido treinado para isso.


SEGURO SÓ COM CORRETOR DE SEGUROS



De acordo com a lei, o corretor de seguros não é figura obrigatória na operação de contratação de seguro. Aqui a lei brasileira se ultrapassa e, com a mais absoluta falta de bom senso, determina que o que é obrigatório é o pagamento da comissão de corretagem, que se não for feita a um corretor de seguros, deve ser feita em favor da Escola Nacional de Seguros - Funenseg, para que com esse dinheiro ela possa desenvolver cursos e aprimorar o treinamento profissional dos corretores.

Então, se o corretor não é obrigatório, por que as próprias seguradoras se valem deles para vender a maior parte de suas apólices? A resposta é simples: O corretor de seguros é quem conhece melhor os produtos de seguros e, portanto, é quem pode aconselhar melhor o segurado, na hora de escolher um seguro.

No mundo todo existem basicamente quatro grandes canais de venda de seguros. A venda direta, o corretor de seguros, o agente de seguros e os sistemas de agências bancárias ou pontos de vendas, como as lojas de supermercados.

No Brasil não existe a figura jurídica do agente de seguros, o que reduz o universo, sob a ótica legal, a três canais de venda, sendo o mais tradicional o corretor de seguros. Todavia não seria sensato os conglomerados financeiros não se valerem de suas redes de agências para vender seguros. Mas o que parecia uma ameaça para o corretor de seguros acabou não se concretizando. Os próprios bancos perceberam que as agências são canais importantes de venda de produtos de seguros, mas não de qualquer tipo de seguro. Elas podem funcionar eficientemente na venda de produtos muito simples ou de preço muito baixo, que inviabilize a sua comercialização através dos corretores de seguros.

Assim como um corretor de seguros não é um especialista em aplicações financeiras, um gerente de banco não é um especialista em seguros, e esta verdade elementar começou a ter um custo alto, porque os funcionários dos bancos estavam vendendo mal produtos que eles não conheciam.

Seguro é vendido com olho no olho. É uma venda que exige confiança em quem vende. E essa confiança só nasce do contato pessoal e na hora em que o segurado percebe que quem o está atendendo conhece o produto que está vendendo.
Fonte: site artigonal.com

Presidente americado disse que deseja "fortalecer a amizade" dos EUA com o Brasil.

Conforme publicado no link abaixo, presidente dos EUA disse em discurso no Theatro Municipal, no Rio, para uma platéia de mais de 2000 pessoas , que "a transição para a democracia no Brasil nos anos 1980 pode servir de exemplo às nações do Oriente Médio".

Herbert Sidney Neves#links