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A Corretora que representamos trabalha com as mais conceituadas e competentes Seguradoras do mercado; possui uma equipe de profissionais treinados, buscando sempre soluções de alta qualidade e preço justo. Nossa meta: Identificar as áreas de exposição e recomendar soluções de alta qualidade. Estamos em Campos dos Goytacazes desde 1998 e temos a proteção que você procura. A equipe de assistência das Seguradoras que representamos estão de prontidão para atender seus segurados de maneira rápida e eficiente.
quinta-feira, 6 de outubro de 2016
Avisos de compra no cartão por SMS
As instituições financeiras que operam com cartão de crédito devem disponibilizar, por meio de mensagens sms, avisos de compras realizadas por seus clientes. É o que determina a Lei 7.438/16 de autoria do deputado Jorge Picciani (PMDB) e do parlamentar licenciado Rafael Picciani. A medida foi sancionada pelo governador em exercício Francisco Dornelles e publicada no Diário Oficial do Executivo na última segunda-feira.
Segundo os autores, o objetivo é dar maior transparência e segurança às operações financeiras, evitando que sejam feitos lançamentos indevidos na conta de clientes, muitas vezes, vítimas de roubo, furto ou extravio do cartão de crédito. “Alguns bancos já oferecem essas informações aos seus clientes, no entanto, não é obrigatório. A medida terá grande eficácia na ampliação da abrangência do serviço e para coibir crimes”, afirma Jorge Picciani.
As instituições terão prazo de 90 dias para se adequarem à norma, que é obrigatória, independente do valor da compra. A lei determina, ainda, que as transações internacionais também sejam informadas. Quem descumprir a medida poderá ser punido com multa diária de até 80 mil UFIRs-RJ, ou cerca de R$ 240 mil (o valor da UFIR-RJ atualmente é de R$ 3). (A.N.)
Fonte: Folha da Manhã
sexta-feira, 26 de agosto de 2016
Moradores do Rio agora podem fazer B.O. pelo celular
Aplicativo com opções como “comunicação de ocorrência”, “extravio de documentos” e “denúncia do bairro”

Os registros de ocorrência de crime ou perda de objetos no estado do Rio de Janeiro podem ser feitos agora na palma da mão, ou seja, pelo telefone celular.
A Polícia Civil do estado criou um aplicativo para ser baixado em aparelhos móveis com opções como “comunicação de ocorrência”, “extravio [perda] de documentos” e “denúncia do bairro”.
É só clicar e preencher o formulário. Basta acessar do seu dispositivo a loja de aplicativos, digitar “Delegacia Online PCERJ” e instalar.
O aplicativo foi desenvolvido pelo Departamento Geral de Tecnologia da Informação e Telecomunicações da Polícia Civil e já está disponível para download na Play Store e na App Store.
Com o aplicativo, também é possível entrar em contato com a Central de Atendimento ao Cidadão (CAC). O cidadão pode tirar dúvidas, fazer elogios ou reclamações, contribuir com informações para investigações e auxiliar a Polícia Civil na localização de foragidos.
Desde 2014, está disponível no estado um sistema similar para registro de boletins de ocorrência (BO) pela internet. O documento emitido online tem a mesma validade de um BO feito em uma delegacia.
Para fazer o registro, é necessário acessar o site da Delegacia de Dedicação Integral ao Cidadão (Dedic) da Polícia Civil. Em seguida, é só preencher o formulário disponibilizado na delegacia eletrônica.
O serviço é disponibilizado para cidadãos com idade a partir de 18 anos, que devem indicar o CPF e o CEP do local onde moram. No caso de turista estrangeiro, que não tem o CPF, é necessário informar o CNPJ do estabelecimento hoteleiro onde está hospedado.
Fonte: Exame
quinta-feira, 4 de agosto de 2016
Pokémon Go: Detran-RJ lança campanha para evitar acidentes
O jogo projeta os monstrinhos no cenário da vida real, o que pode causar acidentes
O Departamento de Trânsito do Rio de Janeiro (Detran-RJ) lançou na manhã de hoje (4) uma campanha educativa alertando os usuários do jogo Pokémon Go para os riscos que o aplicativo pode trazer. O programa utiliza uma tecnologia conhecida como realidade aumentada, projetando os monstrinhos no cenário da vida real, o que pode causar acidentes. O jogo chegou ao Brasil na noite de ontem (3).
Com o nome de PokeStop, a campanha busca reforçar que o público se divirta bastante, mas que não esqueça de tomar cuidado e ter atenção ao atravessar ruas e enquanto estiver ao volante. Segundo o coordenador-geral de educação do Detran-RJ, o uso crescente dos aparelhos móveis tem feito com que a combinação celular/direção aumente em mais de 400% as chances de acidentes, de acordo com pesquisas realizadas pela Universidade de Utah, nos Estados Unidos.
Toda essa preocupação, infelizmente, tem um exemplo recente. Amanda Tinoco, 36 anos e moradora da Tijuca, perdeu, em 2014, o seu único filho, Gabriel, 16 anos, não muito longe de casa. Ele foi atropelado por um ônibus ao atravessar uma rua das redondezas enquanto jogava no celular.
O menino tentava descobrir um portal do jogo chamado Ingress, do Google, e que é precursor do Pokémon Go. O portal que ele buscava estava bem próximo do acidente. Segundo o Detran-RJ, o número de acidentes com pedestres nessa situação vem crescendo bastante e já está comprovado que, ao digitar uma mensagem, o tempo de reação fica reduzido em 35%.
Pokémon é uma franquia de jogos eletrônicos lançada em 1996, que posteriormente veio a fazer muito sucesso em forma de desenho nas televisões de todo o mundo, além de cartas, filmes e outros. Em 2016, o título comemorou 20 anos de história.
Fonte: Folha da Manhã
sábado, 2 de julho de 2016
Quer aprender a distância segura do veículo à frente?
É bem simples: escolha um ponto fixo na via, como uma árvore, por exemplo. Quando o veículo à sua frente passar por esse ponto definido, conte pausadamente cinquenta e um, cinquenta e dois (mais ou menos dois segundos). Se você passar por esse ponto de referência antes de terminar a contagem, atenção! Diminua a velocidade para garantir a sua segurança.
Lembre-se que é importante levar em consideração as condições climáticas, pneus e freio do carro e sua velocidade.
Fonte: Detran RJ
quinta-feira, 2 de junho de 2016
Carona remunerada
Questão do seguro é mais um ponto polêmico do aplicativo UBER
Nas grandes cidades do país, já se tornaram comuns os protestos de taxistas contra o aplicativo Uber.
Criada em 2009 nos EUA, a multinacional norte-americano que criou esse aplicativo de transporte privado remunerado tem dado o que falar por onde se instala. Mundialmente conhecida – e polêmica –, a empresa propõe uma opção nova de transporte nas grandes cidades, oferecendo, por meio de motoristas e seus carros particulares, o que se chama de “carona remunerada”, semelhante ao táxi tradicional. Por oferecer um serviço diferenciado, com vantagens como carros mais novos e serviços aos passageiros, como água e doces, o serviço logo conquistou um número grande de usuários.
Com a mesma rapidez cresceu o número de críticos, sobretudo entre os taxistas profissionais que, fortemente regulados, acusam a empresa de concorrência desleal. A polêmica gerada pelo Uber, no entanto, não se restringe à legalidade do serviço prestado. “A questão do seguro para os automóveis que prestam o serviço está dando muito o que falar no mercado de seguros”, é o que afirma Bruno Kelly, sócio da Correcta Corretora de Seguros, com exclusividade para o Tudo Sobre Seguros. “É um enquadramento difícil de fazer. Do ponto de vista legal, um carro do Uber não é táxi. Inclusive, isso fica ratificado na medida em que a placa não é vermelha, como a dos carros de praça. Isso jogaria o seguro desses veículos na categoria ‘particular’”, explica. Por outro lado, do ponto de vista prático, trata-se de um carro de praça, ou aluguel, cujo risco é substancialmente maior que o de um carro de passeio”, completa.
Ainda segundo Kelly, muitas seguradoras não aceitam o risco dos táxis legalmente constituídos e tampouco dos carros do Uber, que têm ainda seu risco substancialmente potencializado pelos atos de vandalismo praticados em diversas cidades ao redor do mundo contra seus motoristas e veículos. “As seguradoras que aceitam cobrir táxis (que são poucas) temem aceitar os carros do Uber, não apenas pelo risco mais elevado e a dificuldade de enquadramento, mas também pela dificuldade de indenização (os táxis têm isenção tributária no ato de sua aquisição o que faz com que tenham um valor de indenização inferior ao de um carro de passeio comum)”, diz. De forma mais objetiva, Kelly explica que o seguro para os automóveis do Uber tende a ser precificado como táxi e os atos de vandalismo, por enquanto, ainda não têm sido considerados na precificação, pois é um risco não aceito. “Cabe aqui um alerta! Vemos no dia a dia muitos corretores cotando seguro de Uber como veículos de passeio. Isso é extremamente perigoso, pois pode acarretar uma negativa de indenização por parte da seguradora, caso, no momento do sinistro, fique caracterizada a utilização do veículo como Uber e não como veículo particular”, ele ressalta.
Por dentro do Uber Um motorista do Uber, que prefere não se identificar, comentou com exclusividade ao Tudo Sobre Seguros que uma das exigências feitas pelo aplicativo para que um motorista se cadastre para prestar o serviço, é contratar um seguro de Danos a Terceiros com cobertura mínima de R$ 50 mil. Situação legal do aplicativo Depois de muito embate entre taxistas e motoristas do Uber, a Justiça deu pareceres favoráveis ao aplicativo nas duas maiores cidades do país. A Justiça do Rio de Janeiro concedeu, em outubro de 2015, liminar autorizando o funcionamento do serviço de transportes no estado. A decisão, da juíza Mônica Teixeira, da 6ª Vara de Fazenda Pública da Capital, proíbe que o Departamento de Transportes Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (Detro) e a Secretaria Municipal de Transportes do Rio restrinjam o livro exercício da atividade empresarial do Uber. Em São Paulo, o desembargador Fermino Magnani Filho, da 5ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo concedeu, no dia 2 de fevereiro de 2016, uma liminar proibindo a prefeitura da capital paulista de praticar quaisquer medidas restritivas contra o uso do aplicativo Uber, tanto relacionadas aos motoristas quanto aos usuários. Recentemente, foi publicado decreto do prefeito de São Paulo liberando o funcionamento de empresas como a Uber mediante compra de créditos que serão oferecidos por quilômetro rodado a um custo médio de 10 centavos, podendo variar por horário e local.
Fonte: Tudo Sobre Seguros
quinta-feira, 28 de abril de 2016
Home office: proteções do seguro para quem trabalha em casa
Os principais motivos que levam à mudança do escritório para o home office são os problemas de mobilidade urbana e à busca por mais qualidade de vida. Mas não pense que é fácil, não! É preciso muita disciplina, organização e comprometimento com prazos e metas.
E sim, trabalhar de casa pode ser mais tranquilo do que no ambiente empresarial, mas isso também significa que você precisará lidar com problemas que antes não eram de sua responsabilidade.
“Com a tempestade de ontem parece que meu computador queimou. Vou chamar o TI” ou
“Acabou a energia no escritório, vou tomar um café enquanto espero voltar” - não existem mais as figuras do rapaz de TI ou o técnico de manutenção que cuida dos reparos no seu andar. E agora, como resolver esse problema?
- Incêndio, Explosão e Implosão de qualquer causa, exceto dolo;
- Queda de raio, que danifique diretamente os bens segurados;
- Danos elétricos, eletrônicos e curto-circuito;
- Roubo ou furto qualificado.
Mencionamos algumas proteções do seguro residencial que contribuem para a tranquilidade de quem trabalha em casa, pois garantem a segurança dos equipamentos utilizados para desempenhar as atividades profissionais, bem como a de toda a residência.
Além disso, existem outros serviços e assistências que contribuem para que o segurado não fique na mão durante o horário comercial (e também fora dele!): Assistência Domiciliar e Check-up Lar.
Já levou em consideração que provavelmente você nunca passou tanto tempo em sua casa como agora, caso já atue no regime home office? Mais um motivo para garantir que o seu lar esteja totalmente protegido.
Converse conosco e informe-se sobre descontos, exclusividades e as melhores condições pra contratar um seguro residencial que ofereça as condições acima informadas, pois não são todas as apólices contratadas no mercado que oferecem as mesmas prestações de serviços.
Nossa especialidade é cuidar de você e do seu patrimônio .
Nosso contato em Campos dos Goytacazes/RJ:
seguroemtemposderiscos@gmail.com / c.barbosa2006@terra.com.br
quarta-feira, 23 de março de 2016
Você e seu carro protegidos. O futuro de milhares de crianças garantido.
O Allianz Auto Instituto Ayrton Senna é um seguro criado não só para quem investe em segurança, mas na educação pública de qualidade, através dos programas educacionais do Instituto Ayrton Senna.
E além de proteger seu carro, ainda ajuda na formação de mais de 1,8 milhão de crianças e jovens do Brasil, pois parte do valor do seguro da Allianz é revertido para o Instituto Ayrton Senna.
Veja abaixo o que o Allianz Auto Instituto Ayrton Senna oferece para o seu carro:
Para contratar ou agendar a renovação de sua apólice em Campos dos Goytacazes, fale conosco: seguroemtemposderiscos@gmail.com .
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2016
Seguradora pode ser proibida de excluir dano por vandalismo
O deputado Wilson Filho (PTB/PB) apresentou, nesta terça-feira (16/02), projeto de lei que veda às companhias seguradoras estabelecerem, nos contratos de seguros de veículos, cláusula de exclusão de cobertura de danos decorrentes de agressão ou de ato de vandalismo isolado ou de protesto coletivo.
De acordo com a proposta, será considerada “abusiva e nula” a inclusão dessa cláusula nos contratos de seguros.
O parlamentar alega que, embora a principal função do mercado, em relação aos seguros de bens, seja diluir os riscos de seus clientes, essa relação contratual nem sempre é positiva e certa. “As seguradoras inserem nos contratos exclusões, exceções ou circunstâncias que as desobrigam do pagamento das indenizações, mesmo tendo recebido a totalidade dos prêmios contratados”, critica o deputado.
Segundo ele, uma dessas circunstâncias é a ocorrência de sinistros decorrentes de atos de vandalismo, sejam eles isolados ou perpetrados no decurso de protestos públicos ou movimentos sociais. “Tais exclusões não se justificam, uma vez que o mercado de seguros é abrangente e robusto e, embora tais eventos gerem imagens chocantes de depredação e destruição, são, no seu conjunto, insignificantes para desequilibrar patrimonialmente as seguradoras”, observa Wilson Filho.
Ele ressalta ainda que o setor está estruturalmente mais bem preparado para absorver demandas gravosas, em primeiro lugar, porque é de sua natureza lidar com riscos e, em segundo lugar, por dispor de mecanismos de diluição dos riscos, como o cosseguro, o resseguro e a retrocessão. “O segurado individualmente sofre maior dano em seu patrimônio que o grupo de seguradoras responsáveis pelos veículos depredados ou destruídos numa manifestação violenta”, comenta.
Para ele, a recuperação do bem ou sua reposição pelo cidadão gerará maior impacto sobre o orçamento familiar que o conjunto dos sinistros ao mercado de seguros.
Diante disso, o deputado não vê justificativa para que a legislação brasileira seja silente a esse respeito e admita a desobrigação das seguradoras e vulnerabilidade dos privados, nos casos de vandalismo e movimentos sociais violentos.
Se for aprovada, essa lei entrará em vigor 30 dias após a sua publicação oficial.
Fonte: CQCS
quinta-feira, 28 de janeiro de 2016
Código de Trânsito está defasado sobre smartphones e aplicativos
Em 1998, celulares não tinham tantas funções como hoje
Criado em setembro de 1997 e em vigor há 18 anos, desde 22 de janeiro de 1998, o Código de Trânsito Brasileiro (CTB) passa por constante atualização, por meio de resoluções. Entre essas atualizações estão a regulamentação de artigos, além de leis que alteram o CTB. Até agora foram 38 alterações, sendo 27 leis, uma medida provisória, uma lei complementar e nove decretos.
Entre as mais conhecidas estão a Lei Seca, que alterou os níveis de álcool permitidos no sangue do motorista e as penalidades para quem dirigir alcoolizado, e a mais recente, que aumentou a punição para quem estaciona em vagas exclusivas sem autorização.
No entanto, ainda há pontos em que o código está defasado. O sociólogo e consultor em educação para o trânsito, Eduardo Biavati, lembra que o CTB não contempla os smartphones e seus aplicativos de bate-papo, que têm disputado a atenção de várias pessoas enquanto dirigem. “Nesses 20 anos, a tecnologia evoluiu tanto que o telefone celular incluiu uma multiplicidade de usos que o código simplesmente não reconhece. O código ainda trata da conversa ao celular e, na verdade, esse é o menor uso hoje”.
O diretor-geral do Detran-DF, Jayme de Sousa, lembra que muitos carros atualmente têm dispositivos que permitem ao motorista atender o telefone sem usar as mãos ou recorrer a fones de ouvido. “Hoje, a maioria dos veículos novos tem o sistema de viva-voz [que conecta pelo bluetooth o telefone ao sistema de som do carro]. A lei não proíbe você atender o telefone no viva-voz. A lei proíbe você utilizar apenas uma das mãos para dirigir”.
Biavati acredita que o CTB deveria considerar outros meios de transporte em seu corpo de normas. “Nós incorporamos uma massa de novos usuários ao trânsito motorizado e também ao não motorizado, como as bicicletas por exemplo. Além disso, o código não prevê nada sobre um skatista que use o asfalto. Não era um meio de transporte [na época da criação do código], mas agora é”.
Sousa lembra que a tendência das cidades não é aumentar as ruas para receber mais veículos. A saída agora, segundo ele, é investir em meios de transporte alternativos ao carro. “A tendência hoje não é alargar mais as vias, é procurar outros meios de mobilidade urbana. Não falo só do transporte público coletivo, mas também da bicicleta, que tem sido um meio muito utilizado. O desafio do governo é buscar outros modelos de mobilidade para que possamos garantir a fluidez no trânsito”. Para ele, o CTB foi uma lei “à frente do seu tempo” e que precisa apenas se manter atual.
O assessor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) Ailton Brasiliense segue o mesmo raciocínio. “Legislação é uma preocupação permanente. Sempre haverá preocupação com a melhor sinalização, veículos mais confiáveis, equipamentos novos. A parte de educação, de engenharia, economia; isso tudo tem que estar em processo de revisão. E essas resoluções são permanentes”.
O diretor-geral do Detran-DF, Jayme de Sousa, lembra que muitos carros atualmente têm dispositivos que permitem ao motorista atender o telefone sem usar as mãos ou recorrer a fones de ouvido. “Hoje, a maioria dos veículos novos tem o sistema de viva-voz [que conecta pelo bluetooth o telefone ao sistema de som do carro]. A lei não proíbe você atender o telefone no viva-voz. A lei proíbe você utilizar apenas uma das mãos para dirigir”.
Biavati acredita que o CTB deveria considerar outros meios de transporte em seu corpo de normas. “Nós incorporamos uma massa de novos usuários ao trânsito motorizado e também ao não motorizado, como as bicicletas por exemplo. Além disso, o código não prevê nada sobre um skatista que use o asfalto. Não era um meio de transporte [na época da criação do código], mas agora é”.
Sousa lembra que a tendência das cidades não é aumentar as ruas para receber mais veículos. A saída agora, segundo ele, é investir em meios de transporte alternativos ao carro. “A tendência hoje não é alargar mais as vias, é procurar outros meios de mobilidade urbana. Não falo só do transporte público coletivo, mas também da bicicleta, que tem sido um meio muito utilizado. O desafio do governo é buscar outros modelos de mobilidade para que possamos garantir a fluidez no trânsito”. Para ele, o CTB foi uma lei “à frente do seu tempo” e que precisa apenas se manter atual.
O assessor do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) Ailton Brasiliense segue o mesmo raciocínio. “Legislação é uma preocupação permanente. Sempre haverá preocupação com a melhor sinalização, veículos mais confiáveis, equipamentos novos. A parte de educação, de engenharia, economia; isso tudo tem que estar em processo de revisão. E essas resoluções são permanentes”.
Fonte: Correio Braziliense
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