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sábado, 13 de julho de 2019

Mitos e verdades sobre a contratação do Seguro de Vida


O Seguro de Vida é uma opção para garantir que entes queridos e dependentes continuem a levar um estilo de vida de qualidade caso o segurado venha a faltar. No entanto, alguns mitos ainda fazem com que muitos brasileiros não contratem este tipo de serviço por desconhecerem os seus benefícios, correndo graves riscos caso algum imprevisto ocorra.
Para esclarecer as dúvidas de quem pretende ter esse tipo de seguro, listamos alguns fatos que desvendam esses mitos. Veja a seguir:

1-O seguro de vida é só usado em caso de falecimento

Mito! Um dos grandes mitos é o de que os benefícios do Seguro de Vida só valem após a morte do segurado. Na verdade, o que pouca gente sabe é que o valor do seguro também pode vir a ser utilizado, dependendo das coberturas da apólice contratada, em situações como:
Incapacidade temporária total ou parcial por acidente;
Diagnóstico de câncer, exceto câncer de pele;
Doenças terminais;
Diária por Incapacidade Temporária (DIT), indicado para profissional liberal, que pode contar com o seguro para garantir seus rendimentos em caso de acidente que o afaste do trabalho;
Despesas médico-hospitalares e odontológicas.

2-Seguro de vida é caro

Mito! O Seguro de Vida não é apenas para quem tem uma melhor condição financeira, mas para quem deseja ter mais tranquilidade e proteção familiar. As seguradoras oferecem planos e valores diferentes com o intuito de atender às necessidades de cada pessoa. Tudo depende do perfil de quem o contrata, calculado com base no valor da apólice, idade do segurado, coberturas desejadas, entre outros. Ou seja, contratar um seguro pode ser algo acessível a todos, a depender do plano escolhido e da renda do futuro segurado.

3-O Seguro de Vida é importante também para pessoas solteiras e sem filhos

Verdade! Mesmo que ninguém vá ficar desamparado, a contratação do seguro pode ser feita para garantir a própria estabilidade financeira em caso de invalidez ou doença grave, por exemplo.
O próprio segurado pode se beneficiar com o valor do seguro em caso de doenças terminais, invalidez temporária ou permanente, para arcar com custos de tratamento. O seguro Vida Mais Mulher da Porto Seguro, por exemplo, permite o pagamento de indenização em caso de diagnóstico de câncer (exceto Melanoma).

4-Mesmo tendo um seguro de vida em grupo é importante ter um Seguro de vida individual

Verdade! É necessário ter em mente que se caso for demitido ou decidir sair do emprego, perde-se o seguro de vida. Além disso, o seguro de vida em grupo pago pelas empresas nem sempre atende a todas as necessidades de seus funcionários, no que se refere à abrangência e valores de cobertura. Um seguro completo deve ter coberturas para morte natural, morte acidental, invalidez permanente por acidente, invalidez permanente por doença e auxílio funeral. No seguro de vida individual, permite ainda, a inclusão de coberturas especiais para doenças graves, invalidez por doença, diárias por afastamento do trabalho, entre outras.
Fonte: Porto Seguro Companhia de Seguros gerais

RC RISCOS CIBERNÉTICOS: NOVO RAMO

Um novo ramo do grupo de seguros de responsabilidade civil (RC) foi criado pela SUSEP: trata-se do RC riscos cibernéticos, código 0327, com a autarquia já tendo iniciado a publicação das estatísticas básicas do ramo.
Assim, ficamos sabendo que entre janeiro e março de 2019 foram emitidos prêmios no valor de R$ 3,3 milhões vendidos pelas seguradoras AIG e Chubb. É uma cifra ainda baixa, mas se pode prever que tenda a crescer fortemente no futuro próximo.

Veja-se por exemplo o que diz artigo sobre riscos cibernéticos publicado no site de Lloyd’s de Londres:
“Por sua natureza, os sistemas digitais são suscetíveis a ataques cibernéticos por indivíduos ou grupos mal-intencionados com repercussões cada vez mais graves para as empresas em todo o mundo. A natureza da ameaça está evoluindo tão rapidamente que está cada vez mais difícil para as organizações se oporem a elas (…). Muitos líderes empresariais não têm consciência sobre a ameaça cibernética. Uma recente pesquisa do Lloyd’s com mais de 350 altos executivos de toda a Europa revelou que, embora 92% das empresas tenham experimentado alguma forma de violação cibernética nos últimos cinco anos, apenas 42% estavam preocupadas que isso pudesse acontecer novamente” (https://www.lloyds.com/about-lloyds/what-lloyds-insures/cyber/cyber-risk-insight).
E o relatório indicava os principais riscos no momento: ataques cibernéticos propriamente ditos (estima-se que ocorra um a cada 39 segundos nos Estados Unidos); negação de serviço distribuído – isto é, tentativa de tornar um serviço online indisponível sobrecarregando-o com tráfego ilegítimo; violação de dados pessoais; comprometimento de e-mail corporativo – ou seja, mensagens maliciosas que objetivam induzir funcionários a realizar transferências indevidas de fundos da empresa; ransomware – um tipo de software nocivo em que o criminoso cobra resgate para restabelecer o sistema infectado por ele; hackeamento de caixas eletrônicos, etc.
Os seguros a venda no mercado brasileiro respondem a parcela desses riscos que afeta terceiros, daí o seguro de RC. Tipicamente, garantem cobertura contra perdas que resultem de reclamação contra o segurado decorrentes de:
  • Violação de informação pessoal ou corporativa, real ou presumida;
  • Perdas decorrentes de ato, erro ou omissão na segurança de dados;
  • Despesas de defesa do segurado relacionadas a uma reclamação;
  • Despesas com honorários, custos e gastos que o segurado incorra para assessoramento legal e representação relacionados a uma investigação;
  • Despesas de aconselhamento com objetivo de mitigar os danos à reputação da empresa em consequência da reclamação (restituição de imagem);
  • Idem para restituição de imagem pessoal;
  • Despesas com notificação de violação de dados aos usuários e
  • Despesas emergenciais de mitigação de danos;
  • Despesas (se for possível) de restauração, restabelecimento ou recriação dos dados eletrônicos perdidos ou corrompidos.
Os prejuízos à própria atividade do segurado estão parcialmente cobertos pelos dois últimos itens – despesas emergenciais e de restauração de dados perdidos. Já os danos materiais causados a máquinas e equipamentos em geral, que funcionam por meio de sofisticados sistemas de informática, não tem, como esperado, cobertura nessa apólice de RC.
Idem para lucros cessantes, isto é, perdas de renda decorrentes da destruição ou interferência em equipamentos essenciais à atividade da empresa. Vale notar que os prejuízos nesse caso costumam ser até superiores aos danos físicos. Um ataque ao sistema de dados (computadores e demais equipamentos) pode cessar totalmente as atividades de uma empresa e levá-la à bancarrota.
As empresas preocupadas com tal risco devem, portanto, conjugar o seguro de RC riscos cibernéticos com um seguro patrimonial que garanta cobertura contra danos materiais e lucros cessantes em razão da materialização do risco cibernético. É preciso, no entanto, atentar para a que a apólice garanta cobertura para softwares e/ou sistemas de dados armazenados ou processados em equipamentos de informática, o que não ocorre em todos os casos.
Internacionalmente, estima-se que o mercado de seguros de risco cibernético tenha gerado prêmios de US$ 4,5 bilhões em 2017, com os Estados Unidos sendo responsáveis por algo entre 80% e 90% desse valor e a Europa, entre 5% e 9% (https://eiopa.europa.eu/Publications/Other%20Documents/181031%20EU-US%20Project%20Cyber%20Insurance%20White%20Paper_publication.pdf) .
O menor desenvolvimento do mercado europeu entende-se ser em razão da maior confiança que há lá na regulação estatal ao invés dos processos judiciais como meio de coibir abusos. Mas, na Europa como no Brasil, espera-se que ganhe força com a vigência das respectivas Leis Gerais de Proteção de Dados (LGPD) que objetivam impelir as empresas a cumprirem padrões de segurança na área e penalizar as recalcitrantes.
É possível prever inclusive que, no futuro, as apólices de riscos cibernéticos cubram as multas milionárias que podem resultar do desrespeito à referida lei de proteção de dados. Na Europa, as empresas que não cumprirem a lei podem ser multadas de 10 a 20 milhões de euros ou de 2% a 4% de seu faturamento. No Brasil, analogamente, a multa pode chegar a 2% do faturamento, limitada a 50 milhões de reais por infração. São valores elevadíssimos que devem fazer com que todos os envolvidos pensem muito em como gerenciar adequadamente tais riscos.

Fonte: www.tudosobreseguros.org.br

Setor imobiliário corporativo: tendências e expectativas


O setor tornou-se um dos segmentos mais importantes da economia brasileira. Com as mudanças nas relações entre empresas e colaboradores e a chegada de novas tecnologias, os espaços passaram a ser planejados com mais cuidado pelas construtoras e imobiliárias.
O setor imobiliário corporativo tornou-se uma preocupação das médias e grandes empresas, que agora procuram espaços que refletem tendências globais, ambientes colaborativos, flexíveis e sustentáveis, e cabe as imobiliárias corporativas se adequarem às novas exigências do mercado, fazendo com que o crescimento do setor no país acompanhe as mudanças de relacionamento e novas tecnologias.
Em fevereiro deste ano a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), publicou o balanço de 2018 onde, segundo a CBIC, houve o lançamento de mais de 98 mil compras de imóveis, já as vendas ultrapassaram 120 mil unidades. A expectativa da Câmara é que em 2019 as vendas no mercado imobiliário de médio e alto padrão, incluindo os imóveis corporativos, cresçam mais de 30% em relação a 2018.
Tem se tornado comum, por exemplo, o planejamento de espaços mais colaborativos, com divisões horizontais, espaços verdes, que respeitem o meio ambiente, que consigam incorporar as novas tecnologias e que visem a confortabilidade dos clientes e colaboradores. O investimento imobiliário com foco no segmento corporativo tem adotado modelos que proporcionam opções muito além do trabalho realizado em escritório.
Inovação e troca de experiências positivas entre os colaboradores são algumas das características da nova tendência de mercado que é o setor imobiliário empresarial. A satisfação e o bem estar dos funcionários e clientes tornaram-se os principais critérios utilizados pelos gestores imobiliários na hora de planejar os espaços. Para espaços públicos, como shoppings e centros comerciais, a lógica é a mesma: acomodar com segurança, inovação e criatividade.
Segundo Valdir Piran Jr., vice-presidente da Piran Participações e Investimentos, empresa especializada em construção de imóveis corporativos para locação e renda, as mudanças no setor imobiliário corporativo são necessárias e se bem aplicadas, são positivas para o bom funcionamento da imobiliária. "A tendência é justamente propor ambientes mais integrados, que visem a qualidade de vida de todos, colaboradores e clientes. Nossas plantas se distanciam dos modelos tradicionais, porque enxergamos essa adequação das novas gerações, onde os gestores das empresas se preocupam cada vez mais com essa flexibilidade e ambientação mais tecnológica, porém sustentável", afirma.
O crescimento do setor imobiliário também é explicado pela maior abertura de crédito por parte das instituições financeiras, além de outros fatores como menor inflação e aumento do poder de compra do consumidor. Para as imobiliárias corporativas, alguns critérios têm se tornando substanciais para garantir o sucesso do negócio, como a utilização de plataformas virtuais, que permitam ao cliente "passear" pelos anúncios e imóveis planejados e o investimento em marketing e divulgação da marca e serviços oferecidos, que apresente os diferenciais em relação aos concorrentes.
Ambiente corporativo sustentável
Uma das maiores preocupações atuais do setor imobiliário empresarial é a sustentabilidade incorporada aos espaços. O caráter sustentável tornou-se uma preocupação de pequenas, médias e grandes empresas. Nesse quesito, a imobiliária ou construtora precisa entender a responsabilidade social da empresa que contratou o serviço e que por essa razão, o ambiente deve ser planejado de forma sustentável.
A valorização da luz natural nas entradas do imóvel, um sistema eficiente de troca de ar que possibilite a redução do uso do ar-condicionado, paisagismo verde, além da possibilidade de instalação de captação de energias limpas e renováveis, como a solar, são algumas das novas exigências atuais.
Mudanças de mercado
A pesquisa da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), divulgada no início de 2019, mostrou que houve um aumento de 30% na compra e construção de imóveis em 2018 em relação ao ano anterior. Apesar da pesquisa não especificar a percentagem de crescimento no setor imobiliário corporativo, o que se observa é que devido as mudanças organizacionais das instituições, a tendência é que as médias e grandes empresas busquem profissionais e imobiliárias especializadas.
Outra preocupação do setor é o próprio custo-benefício dos espaços construídos. Ao receber a demanda da empresa, há uma planejamento de forma que a estrutura do imóvel atenda às necessidades do cliente, mas que também agregue e gere benefícios para os gestores e colaboradores da empresa, e para isso é necessário observar a distribuição dos espaços que serão utilizados, entre outros critérios, como explica o executivo. "É necessário observar, detalhadamente, uma série de fatores – desde a localização ao tamanho em metro quadrado, até a qualidade da construção, as características de proteção ao meio ambiente, as possibilidades de decoração e a valorização do patrimônio", explica o vice-presidente.

Fonte: www.segs.com.br 

sábado, 8 de junho de 2019

Direção defensiva - Condições Adversas

Condições adversas são todos aqueles fatores que podem prejudicar o seu real desempenho no ato de conduzir, tornando maior a possibilidade de um acidente de trânsito.

Existem várias "condições adversas" e é importante lembrar que nem sempre elas aparecem isoladamente, tornando o perigo ainda maior.

Listaremos as seis condições adversas mais importantes para que você as conheça bem, e tome os cuidados necessários a fim de evitá-las, ou de evitar os danos que elas podem causar a você.

São elas: Luz, Tempo, Vias, Trânsito, Veículo e Condutor.

CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

Fonte: Departamento de Trânsito do Paraná

segunda-feira, 3 de junho de 2019

DICAS – AUTOMÓVEIS

Cuidando da sua segurança

  • Previna-se de roubo e furto do carro e de assalto no trânsito
  • No estacionamento
  • Dicas de segurança
  • Dispositivos de segurança
  • Segurança para motoristas jovens
  • Direção defensiva
  • Evite maus hábitos
  • Previna “engavetamentos”
  • Dirigindo com chuva
  • Manutenção
  • Carro enguiçado
  • Segurança das crianças
  • Motoristas maduros

Fonte: Portal Tudo Sobre Seguros

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Saúde orienta população sobre atendimento em casos de chikungunya

Paciente deve buscar a Unidade Básica de Saúde mais próxima de sua casa, no caso dos primeiros sintomas da doença - dores nas articulações e febre alta.

CLIQUE AQUI E SAIBA MAIS

Fonte: Portal da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes

quarta-feira, 8 de maio de 2019

Maio Amarelo: motoristas destacam importância das ações de prevenção

Durante todo o mês, serão realizadas 24 ações em pontos diferentes da cidade, inclusive em distritos, nas áreas com mais fluxo, como avenidas e cruzamentos.




Fonte: Portal da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes

quinta-feira, 2 de maio de 2019

FINANCIAMENTO DE VEÍCULO




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terça-feira, 30 de abril de 2019

DETRAN.RJ LANÇA A CAMPANHA MAIO AMARELO 2019


Com o slogan “No trânsito, o sentido é a vida”, o Detran.RJ lança a campanha Maio Amarelo 2019. Várias ações de conscientização voltadas para o comportamento dos pedestres estão programadas para este mês: campanha nas redes sociais e nas ruas, palestras, caminhada, pedalada e iluminação de prédios públicos e pontos turísticos, incluindo o Cristo Redentor e o Maracanã.

O Movimento Maio Amarelo surgiu com a proposta de alertar a sociedade para o alto índice de mortos e feridos em acidentes de trânsito. Apesar do número de acidentes de trânsito com vítimas e da quantidade de feridos e mortos terem caído em 2018 no Estado do Rio de Janeiro, 39% desses mortos foram atropelados.

As estatísticas elaboradas pelo Detran.RJ, com base em registros da Polícia Civil, mostram que no ano passado houve 20.241 acidentes com vítimas, contra 20.535 em 2017. Já o total de vítimas caiu 9,52%, de 31.006 para 28.053, dos quais 26.128 feridos e 1.925 mortos.

Os números mostram que a maioria das vítimas continua sendo homens (66,45%). Os jovens de 18 a 29 anos (28,60%) e os adultos de 30 a 39 anos (20,36%) foram as faixas etárias mais vulneráveis.


Mais informações AQUI

terça-feira, 23 de abril de 2019

Animais de estimação trazem benefícios à saúde em todas as fases da vida

Ter um pet melhora a sociabilidade dos idosos e melhora alergias em crianças
Que criança nunca pediu um bichinho de estimação para os pais? Os pais que atendem a esse pedido podem garantir não apenas diversão para a família, como também menos riscos dos seus filhos desenvolverem alegrias no futuro.
Um estudo da universidade de Alberta, no Canadá, aponta que 70% bebês que convivem com animais tem menos propensão para desenvolver alergias e obesidade. “Por mais impressionantes que sejam esses dados, é importante que sejam tratados com cautela. Se a criança possui quadro alérgico e tem crises severas, não deve ser exposta aos animais, mas para aquelas que não apresentam tanta sensibilidade, o contato é benéfico”, afirma Dr. Rafael Ayvazian, médico de família e comunidade da clínica de Atenção Integral à Saúde da Central Nacional Unimed em Santo André.
Os animais contribuem também para a criação de senso de responsabilidade nas crianças, assim como contribuem para o desenvolvimento cognitivo sendo grandes aliados no tratamento de crianças com autismo.
Não são apenas as crianças que se beneficiam da companhia dos animais. Um estudo divulgado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, aponta que 90% dos idosos que têm cães, gatos ou pássaros relatam uma melhoria na qualidade de vida e no ânimo e, 80% apontam redução no estresse. “A solidão é uma das principais queixas dos idosos, muitos moram sozinhos e não convivem tanto com os filhos e netos. Nesses casos, os animais conseguem suprir essa falta de contato, além disso, fazem com que os idosos tenham que se movimentar mais e se sintam úteis, uma vez que o bicho de estimação necessitará de cuidados”, afirma Ayvazian.
Animais abandonados
Mesmo trazendo todos esses benefícios à saúde, é preciso pensar bem antes de adquirir um animal, pois segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 30 milhões de animais abandonados no Brasil, desse número pelo menos 60% deles são cachorro.
“Muitas pessoas acham que ter um bichinho é simples, mas como qualquer ser vivo demandam bastante atenção e dinheiro. O tutor precisa ter muita consciência de que será responsável pela vida e bem-estar do animal por até 20 anos e, como nós, possui necessidades específicas, também fica doente e precisa de companhia e carinho”, explica Kátia Okumura, gerente de Comunicação, Eventos e Sustentabilidade da Central Nacional Unimed.
As feiras de adoção são uma forma de adquirir um animal e, ao mesmo tempo, reduzir a população de animais de rua. No dia 27 de abril, a ONG Toca dos Peludos realizará uma com o apoio da Central Nacional Unimed na praça Nossa Senhora Aparecida, em Moema. Cerca de 20 animais estarão disponíveis para adoção, entre cães e gatos. Para adotar é necessário ser maior de 18 anos e apresentar um documento oficial com foto. Todos os animais já estão castrados, vacinados e vermifugados.
“Nós já apoiamos a ONG há quatro anos e agora que somos responsáveis pela manutenção da Praça Nossa Senhora Aparecida podemos abrigar uma feira. O benefício trazido pelos animais à vida dos tutores é notável, por isso estamos cada vez mais empenhados em realizar mais eventos como esse que nos aproxime da comunidade”, complementa Kátia.
A Central Nacional Unimed arcará com a Taxa de Adoção de todos os animais, uma prática comum de instituições protetoras, que inclui a castração e vacinação dos bichinhos, além de cuidados veterinários dos próximos animais resgatados.
Sobre a Central Nacional Unimed
A Central Nacional Unimed é a operadora nacional dos planos de saúde empresariais da marca Unimed. Sua carteira de clientes é composta por cerca de 1,6 milhão de clientes de grandes corporações brasileiras. Também trabalha com PME e foco regional em Salvador, São Luís, Brasília e São Paulo. Em 2018, a Central Nacional Unimed registrou receita de R$ 5,6 bilhões (+9,3% em relação a 2017). É considerada uma das melhores empresas para se trabalhar e uma das melhores para se iniciar a carreira. Faz parte do Sistema Unimed, composto por 346 cooperativas médicas presentes em todo o território nacional, que compartilham os valores do cooperativismo e o trabalho para valorização dos médicos e da medicina.
Sobre a ONG
Daura Pereira começou a cuidar de animais abandonados de uma praça do bairro do Jardim Guançã em 2007, nesse mesmo ano foi intimada a recolher todos os animais, caso contrário seriam encaminhados para o Centro de Zoonoses. Após a intimação, Daura, levou todos os animais para sua casa, um tempo depois conseguiu adquirir uma chácara em Mairiporã renovou suas esperanças e lá fundou a ONG Toca dos Peludos. Atualmente a Toca abriga cerca de 250 cães, 48 gatos, 1 Cavalo e 25 Galinhas.

Fonte: www.segs.com.br