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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Em meio a planos, frota de elétricos não chega a 100 no País

"Três milhões de veículos leves elétricos deverão circular pelo mundo em 2020. Em 2025 já serão 10 milhões e chegarão a 19 milhões em 2030″. A afirmação é de Jayme Buarque de Hollanda, diretor-geral do Instituto Nacional de Eficiência Energética (INEE), presidente do conselho da Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), e responsável pela criação do salão latino-americano de veículos elétricos. De acordo com ele, 20% da frota brasileira - hoje em 41 milhões de automóveis - será composta por carros elétricos em 2022. Porém, a realidade atual é bem diferente. Segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave), no País existem apenas 58 automóveis emplacados com a denominação "elétrico" (puramente movidos a eletricidade e não híbridos, que além de eletricidade também podem andar com outro tipo de combustível). Mas quais são as reais iniciativas das empresas e montadoras para que os veículos elétricos circulem pelas estradas no País?

Uma das primeiras fabricantes a dar o "pontapé" na chamada "eletrificação brasileira" foi a Nissan. Em parceria com a prefeitura da capital paulista e a AES Eletropaulo, a marca japonesa trouxe duas unidades do Leaf, que fazem parte de um programa piloto que estuda a viabilidade de veículos como esses operarem como táxis pela cidade.
 
Até outubro, a ideia é trazer mais oito modelos, que circularão por São Paulo. As duas unidades já fazem parte da frota de uma companhia de táxi, e são "abastecidas" em dois pontos de recarga, instalados pela própria Nissan na sede da cooperativa. "A Nissan forneceu dois carregadores de carga lenta, mas a AES vai instalar mais cinco carregadores de carga rápida por concessionárias da marca na cidade. Foram escolhidas regiões estratégicas, próximas a grandes avenidas", afirma Paulo Pimentel, gerente de tecnologia da distribuição da AES Eletropaulo.
 
Pimentel conta que a intenção inicial da prefeitura era trazer os modelos para substituir algumas unidades da frota da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), mas em função do alto custo dos veículos - e por ser ano eleitoral -, o projeto foi modificado.

Os cinco pontos de recarga rápida da AES, que funcionarão por, no mínimo, 36 meses, poderão completar em 80% a autonomia do veículo, em 30 minutos de tomada. De início, a conta será mandada para a companhia de táxi, que deve desembolsar R$ 7,11 por recarga completa, que equivale a 160 km de autonomia. Ainda não existe uma regulamentação do governo para a tarifa de corrente contínua. A energia gasta é calculada por um medidor convencional, como corrente alternada. "Um carro a combustão gasta R$ 39,24 para rodar o mesmo trajeto. Estamos muito satisfeitos com o projeto, e os relatórios dos usuários dos táxis e dos motoristas são muito positivos.
O gasto é equivalente ao de um chuveiro elétrico", diz Pimentel.
 
A empresa de energia CPFL, também está disposta a desenvolver um protótipo de posto de recarga para veículos elétricos e plug-in, só que em locais públicos. Na sede da empresa, em Campinas, no interior de São Paulo, existe um posto desde agosto de 2010, onde oito modelos elétricos, comprados pela CPFL são abastecidos. São quatro unidades do modelo Aris, desenvolvido em parceria com a fabricante Edra, três unidades do modelo Th!nl City, e um Fiat Palio elétrico - desenvolvido em parceria com a Itaipu -, utilizados para testes e atividades do dia a dia da empresa. "A ideia é que o posto seja uma estação de recarga do tipo pré-pago. O usuário teria um crédito em um cartão personalizado e com ele o motorista poderia recarregar o veículo durante uma parada em um shopping, no cinema ou no horário do almoço", diz Vinícius Teixeira, gerente de inovação da marca.
 
Além do projeto do "eletroposto", a companhia de energia se dedica atualmente à montagem da primeira bateria de lítio no Brasil para uso em veículo elétrico. "Essa bateria será utilizada em um de nossos veículos. Faremos testes juntamente com as baterias importadas que temos. O atual problema do elétrico ainda é o alto custo das baterias, cerca de 40% do preço do veículo, e a sua baixa produção", completa Teixeira.

Carregue enquanto compra

Por outros pontos da cidade de São Paulo, shoppings já têm vagas reservadas e exclusivas para que veículos elétricos estacionem e façam a recarga rápida, enquanto os donos fazem compras - embora, na verdade, isso raramente aconteça. O shopping Iguatemi inaugurou quatro vagas em maio de 2011. Já em abril deste ano, o Villa-Lobos reservou duas vagas. Marcus Borja, superintendente do Villa-Lobos diz que o empreendimento apenas se adequou a uma tendência de mercado. "O carro elétrico será uma realidade e nós estamos prontos para atender os clientes que são usuários desses veículos", afirma.
 
Em prédios residenciais e comerciais, as construtoras também já veem as vagas exclusivas como item de necessidade para os próximos anos. A BKO vai entregar em outubro, na Vila Olímpia, em São Paulo, seu primeiro empreendimento com dois pontos de recarga. A intenção da empresa é lançar mais seis construções com vagas para elétricos no ano que vem. A carioca Calper também planeja para 2015 um conjunto residencial com estacionamento com tomada para abastecimento de elétricos no bairro do Recreio dos Bandeirantes, no Rio de Janeiro.
 
"Por enquanto, não dá"

Chevrolet, Toyota, Nissan e Mitsubishi são algumas empresas que já trouxeram ao Brasil veículos elétricos para demonstração. Mas nenhuma delas chegaram, de fato, a pensar em comercializar as unidades por aqui. Procuradas pelo Terra, Chevrolet e Fiat disseram que não têm qualquer plano de produzir ou comercializar veículos elétricos no Brasil. Já a Mitsubishi contou que negocia com vários governos estaduais, polícia ambiental e empresas. "Mas a venda para pessoa física é inviável. O i-Miev sairia por R$ 200 mil. Estamos trabalhando para tentar viabilizar uma legislação que privilegie a vinda do modelo. Por enquanto, não dá", diz Reinaldo Muratori, diretor de engenharia da Mitsubishi.

De acordo com Muratori, o deputado Irajá de Abreu (PSD-TO) tem um projeto de lei já aprovado, e que deve passar por nova votação neste semestre, que incentiva a produção local de veículos elétricos, e isenta o Imposto de Produtos Importados (IPI) para modelos "verdes" pelos próximos cinco anos. "Ele também prevê que as frotas do governo tenham um percentual mínimo de elétricos. É o projeto mais bem encaminhado dentro do Congresso. Temos esperança que dê certo", diz ele, completando que apesar dos impostos, o custo de produção ainda é elevado. "Esperamos que em 2015 o custo já tenha caído em 30%, o que tornaria o elétrico mais atraente. Esse é um dos principais entraves".

Fonte: Portal do Terra

Brasileiros contratam mais seguros de desemprego e perda de renda

SÃO PAULO - O brasileiro está contratando mais apólices de seguro contra desemprego e perda de renda. Segundo dados da Fenaprevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), divulgados nessa segunda-feira (30), a contratação deste tipo de seguro cresceu 224,30% nos primeiros cinco meses do ano, em relação ao mesmo período do ano passado.
Considerando apenas o mês de maio, a Federação revela que o seguro desemprego (que garante renda temporária ao segurado, em caso de perda do emprego) cresceu 72,20%. No geral, o mercado de seguros de pessoas acumulou R$ 1,8 bilhão e cresceu 18,86%.

O segmento de seguros de pessoas engloba outros produtos, entre eles, educacionais, vida, viagem e proteção financeira (prestamista).

Vida
O seguro de vida teve acréscimo de 10,40% e respondeu pela maior parte dos prêmios arrecadados no quinto mês do ano, R$ 745,6 milhões.
" O seguro de vida é um importante mecanismo de proteção social, especialmente para as pessoas economicamente menos favorecidas, onde a ocorrência de um infortúnio pode comprometer significamente a renda e subsistência familiar", afirma o presidente da Fenaprevi, Marco Antonio Rossi.

Viagens
Entre janeiro e maio, o levantamento também apontou aumento nos prêmios do seguro viagem, que registrou expansão de 91,35% no período e somou R$ 4,8 milhões.

Fonte: InfoMoney

Seguros de pessoas crescem 12,94% e registram R$ 7 bilhões no quadrimestre

O seguro de vida, produto de maior representatividade no segmento, acumulou R$ 3,1 bilhões no período

 Os seguros de pessoas, que englobam vários produtos, entre eles, prestamista, educacionais, vida individual e em grupo, entre outros produtos, acumularam R$ 7 bilhões em prêmios no primeiro quadrimestre de 2012 e registraram expansão de 12,94% na comparação com o mesmo período do ano anterior.

 O seguro de vida, produto de maior representatividade no segmento, acumulou R$ 3,1 bilhões, alta de 5,47% em relação aos R$ 3 bilhões verificados no ano anterior. O desempenho do seguro prestamista (proteção financeira que garante o pagamento de prestações de bens adquiridos pelo segurado em caso de morte, invalidez e desemprego) registrou por sua vez R$ 1,6 bilhão em prêmios, expansão de 17,91%.

 No primeiro quadrimestre deste ano, o seguro desemprego (que garante uma renda temporária ao segurado, em caso de desemprego) obteve o maior crescimento o relativo com alta de 294,59%. A modalidade somou R$ 47,6 milhões no período. O seguro educacional foi outro produto que apresentou a segunda maior expansão relativa no acumulado com expansão de 108,97% e R$ 12,4 milhões em prêmios.

 Segundo a Fenaprevi, entidade que representa 74 empresas que comercializam seguros de pessoas e previdência, com o maior número de viagens no período, o seguro viagem obteve significativo crescimento no acumulado. A modalidade expandiu 18,67% e fechou o período com R$ 16,5 milhões em prêmios, na comparação com os R$ 13,9 milhões do mesmo período do ano anterior.

  Resultado - Abril 2012

 
Na avaliação mensal, o mercado de seguros de pessoas movimentou R$ 1,7 bilhão, crescimento 10,55% em abril de 2012. Dentre os seguros com maior representatividade no mercado, os produtos que obtiveram melhor desempenho foram o seguro desemprego, que cresceu 109,55%, com prêmios de R$ 10,5 milhões, e o seguro de viagem, o qual expandiu 61,46% e registrou R$ 4,1 milhões.

Os números consolidados do mercado de seguros de pessoas são elaborados, mensalmente, pela Fenaprevi. O balanço do setor tem como base as informações coletadas pela Susep (Superintendência de Seguros Privados). O levantamento não inclui o VGBL, considerado para esse fim como plano de caráter previdenciário, por possuir cobertura por sobrevivência. 
 
Fonte: Portal de notícias segs.com.br

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Trânsito no sentido Vitória-Centro pela Ponte Alair Ferreira

Depois de duas semanas de trabalho intensivo, no sentido de ordenar o trânsito de Guarus no sentido Centro da cidade e da BR-101 no corredor Norte-Sul do país, a Empresa Municipal de Transporte (Emut) liberou no final da tarde desta segunda-feira (23), o trânsito nas ruas Souza Motta e Lindolfo Fraga, em Guarus. Com esta medida, todo o trânsito no sentido Vitória-Centro será pela Ponte Alair Ferreira que, com a mudança, ganha uma maior movimentação.

O objetivo da mudança foi alcançado, já que o tráfego que, anteriormente, era feito pela Ponte General Dutra, passa a ser feito apenas em um sentido, o que vai garantir uma maior agilidade no trânsito daquela área. Desde o início da tarde, funcionários da Emut e das secretarias de Obras e Urbanismo e Serviços Públicos, trabalhavam nos últimos detalhes para a conclusão da obra.

Foram feitos os serviços de retirada dos entulhos que restaram da obra que foi feita no local e o fechamento do trajeto da Ponte General Dutra. Além disso, a Emut teve que fazer a troca de algumas placas de sinalização, que vinham indicando um trajeto alternativo para quem circulava pelo local no período de obras. A Guarda Civil Municipal fez o trabalho de orientação aos motoristas com relação às mudanças feitas a fim de evitar os problemas que, normalmente, são apresentados, em períodos de mudança no trânsito, como aconteceu na área.

- Nosso objetivo, antes de liberar a ponte, foi fazer toda a sinalização do local, com as opções possíveis de tráfego para quem vai em direção ao Centro de Campos e ao Noroeste Fluminense e que vinham utilizando rotas alternativas, antes da mudança – declarou o diretor de engenharia de trânsito da Emut, Paulo Dias.

A mudança - A partir de agora, o trânsito da BR-101, no sentido Norte-Sul do país, passa a ser feito exclusivamente pela Ponte Alair Ferreira, quando os carros seguem pela Rua Espírito Santo, até a Avenida Alberto Torres. Quem vem dos municípios do Noroeste do estado ou dos bairros que ficam naquela região, continua trafegando pelas ruas Tenente Antônio Joaquim e Lindolfo Fraga, até acessar a Ponte Alair Ferreira, como já vinha acontecendo no período das obras.

Para quem deseja seguir no sentido Noroeste do Estado, o trânsito voltou a ser feito pela Souza Motta, deixando de utilizar portanto o caminho que vinha sendo feito pela Avenida Nazário Pereira Gomes.

Fonte: Portal de notícias da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes

sábado, 21 de julho de 2012

Banco Central lançará novas cédulas de R$10 e R$20


Brasília – O Banco Central do Brasil realizará na segunda-feira, 23 de julho, às 15h, cerimônia de lançamento das novas cédulas de R$10 e R$20 da Segunda Família do Real, com a presença do presidente Alexandre Tombini. O evento acontecerá no auditório Octavio Gouvêa de Bulhões, no Edifício-Sede, em Brasília, com transmissão ao vivo no site da instituição e nos auditórios das regionais onde o BC mantém representação, que estarão abertos à imprensa.

Clique para visualizar as imagens das cédulas da Segunda Família do Real.
 
Fonte: Portal de notícias Banco Central do Brasil

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Encontro de Veículos Antigos no sábado e domingo

Acontece no próximo sábado (14), se estendendo até domingo (15), na Praça Barão do Rio Branco, conhecida como Jardim do Liceu, o 11º Encontro de Veículos Antigos de Campos. A prefeitura, por meio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Petróleo, em parceria com o Rio Minas Clube de Veículos Antigos/Campos e a Federação Brasileira de Veículos, antigos promovem a abertura oficial no sábado (14), a partir das 15h, com a apresentação do 8º Batalhão da Polícia Militar. Os colecionadores chegarão ao local para expor seus veículos na sexta-feira (13).
Algumas concessionárias da cidade também irão expor os carros modernos para a população ver o contraste entre as épocas. Marcelo Neves, secretário de Desenvolvimento Econômico e Petróleo destacou que este evento coloca Campos no cenário nacional dos veículos antigos e trás desenvolvimento para o município. Destacou também que pela primeira vez a Petrobrás terá participação com os caminhões da fórmula truck.
- Estou entusiasmado com o encontro que movimenta a economia local no fim de semana, através do turismo, hotéis e geração de renda para os comerciantes. Tivemos a preocupação com o cunho social do encontro, visto que a inscrição do colecionador está vinculada à entrega de alimentos não perecíveis que serão encaminhados para entidades locais – disse o secretário.
O evento também contará com a exposição do Clube de Jipeiros com seus veículos antigos de vários estados, nacionais e importados e de venda de algumas peças e acessórios.
 
Fonte: Portal de notícias da Prefeitura Municipal de Campos dos Goytacazes

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Acidentes acontecem. Você sabe como agir?

Os acidentes acontecem justamente nos momentos mais inesperados, por distração, imprudência, imperí­cia de um dos envolvidos, ou por alguma falha mecânica que impossibilita que o mesmo seja evitado. Por isso, é muito comum aos envolvidos sentirem-se confusos e inseguros sobre as providências a serem tomadas.

O mais importante nesse momento é manter a calma, em caso de nervosismo, respire fundo e pense que o pior já passou, o acidente já aconteceu, agora é preciso focar-se em resolver a situação. Manter a calma não apenas ajuda você a lembrar dos detalhes do acidente, como também contribui para que todos os envolvidos direcionem sua atenção para a solução dos problemas gerados pelo infortúnio.

Você tendo ou não culpa do ocorrido, sempre pode haver um engraçadinho no local que dispare frases provocativas e preconceituosas, como o perigo de mulheres ao volante, idosos ao volante, jovens ao volante. Ignore-o, perder a calma nessa hora só agrava a situação, além do que, ganhar uma discussão não resolve a situação.

Procuramos listar abaixo algumas dicas importantes a serem observadas.

• Mantenha a calma;

• Assegure-se de não ter se ferido, assim como as demais pessoas envolvidas;

• Caso haja feridos, não remova-os de sua posição, ligue imediatamente para o socorro, ou peça que alguém o faça;

• Se o acidente foi de pequenas proporções, e caso seja possível, retire seu veículo do meio do trânsito, estacionando-o em local seguro. Caso o acidente tenha sido de maior gravidade, ou não seja viável a remoção do veí­culo, sinalize da melhor forma possí­vel, com triângulos, pisca-alerta, ou outra forma que ajude a alertar os outros motoristas que passam pelo local, evitando assim o agravamento da situação;

• Havendo feridos chame a polí­cia;

• Não importa quem seja o culpado pelo acidente, procure trocar com os envolvidos dos outros veículos as seguintes informações: Nome, endereço, telefone, placa, modelo e cor do veí­culo. Se possí­vel, obtenha também o nome, endereço, e telefone de testemunhas do ocorrido;

• Caso nem a polícia nem agentes de trânsito compareçam ao local, assim que puder registre a ocorrência em uma delegacia, isso é muito importante caso haja algum desdobramento posterior ao acidente. Esse procedimento também pode ser exigido pela sua companhia de seguro;

• Procure registrar da melhor foma possí­vel o acidente, com fotos, anotações, e demais detalhes que possam ser informados no boletim de ocorrência e para sua seguradora;

• Caso tenha apólice de seguro, ligue imediatamente para seu corretor, ou para a companhia de seguros, pois, mesmo não tendo culpa no acidente, receberá orientações sobre como agir. Sua companhia de seguros tomará todas as providências necessárias para o reembolso de todos os danos;

• Caso não tenha culpa do acidente e o culpado se negar a assumir sua culpa, mesmo assim mantenha a calma, siga todos os procedimentos acima e transfira o problema para sua seguradora, ela se encarregará de todos os trâmites necessários para que você não fique no prejuízo.

Fonte: Portal Mulher ao Volante

Exigências do Código de Defesa do Consumidor estimulam a procura por seguro profissional

O aumento das responsabilidades dos prestadores de serviço, determinadas pelo Código de Defesa do Consumidor, está estimulando a busca por seguros de responsabilidade civil profissional para diversas categorias, sejam autônomos, profissionais liberais ou executivos de empresas, independente do porte.

Em abril deste ano, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), seção Rio de Janeiro, contratou a modalidade para proteger profissionais e escritórios de eventuais erros e omissões na prestação de serviços de assistência jurídica. Este foi o primeiro seguro de responsabilidade civil profissional feito para a classe no país.

A legislação exige que o fornecedor do serviço responda, independente da existência de culpa, pela reparação dos danos causados pela prestação de serviço, ou por informações insuficientes ou inadequadas sobre seu usufruto e risco. Neste sentido, o proprietário da Senzala Corretora de Seguros, André Coutinho, acredita que o seguro de responsabilidade civil profissional oferece uma maior tranquilidade. “Com a contratação desse seguro, o profissional acaba trabalhando com menos pressão, diminuindo o risco de perder todo o seu patrimônio que muitas vezes demorou anos para construir”, destaca.

O seguro tem a finalidade de garantir o reembolso das reclamações de clientes, consumidores e usuários que recorrem à Justiça contra danos materiais, corporais ou morais de ações ou omissões involuntárias, causadas pela prestação de serviços. Além disso, é disponibilizada assistência jurídica ao segurado. Coutinho conta que a contratação do seguro pode ser feita tanto para pessoa física, quanto jurídica. “Um dos requisitos é que a categoria profissional tenha código de ética e estatuto oficial, estabelecidos por conselhos ou ordens de classe que regulamentam a atividade”, destaca.

Para os profissionais liberais e autônomos, Coutinho orienta a contratação da modalidade E&O (Errors and Omissions) que, como a sigla diz, é uma garantia para erros e omissões gerados de forma não intencional pelos prestadores de serviço. Para os sócios e executivos de empresas, a recomendação é pelo D&O (Directors and Officers Liabiliity Insurance), pois, protege o patrimônio pessoal em processos movidos contra a pessoa física. “As pequenas empresas geralmente são fundadas por uma pessoa, tendo como sócio um cônjuge ou parente próximo, que, em sua maioria, detém um patrimônio pequeno e insuficiente para responder às ações judiciais”, comenta Coutinho.

A apólice tem vigência de um ano, sem renovação automática. A sua cobertura é determinada pelo próprio profissional, no caso de pessoa física. Para pessoa jurídica, o segurado também pode vir a arbitrar um valor inicial, porém a importância segurada a ser aceita futuramente pela companhia vai depender de uma análise do ramo de atuação e de fatores financeiros, como lucro e patrimônio líquido.

Também entram na avaliação número de funcionários e de clientes, além da frequência de ações judiciais e os custos médios de indenização da companhia. “O valor do prêmio na apólice pode variar para profissionais da mesma atividade em função do faturamento e do patrimônio líquido da empresa, quesito que implica num maior ou menor risco de sinistro”, observa Coutinho.

O proprietário da Senzala Corretora de Seguros aconselha que o seguro seja contratado para riscos avaliados em valor superior a R$ 50 mil. Além disso, lembra que as indenizações são ressarcidas somente em casos de erros e omissões involuntárias e para as ações transitadas em julgado. “Se o segurado da apólice for considerado culpado, a seguradora geralmente repassa o valor contratado em até 30 dias”, estima Coutinho.

Fonte: Portal Paranashop/colunas

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Carlos Barbosa
Consultor Securitário
c.barbosa2006@terra.com.br

domingo, 10 de junho de 2012

Previdência privada capta R$ 5,6 bilhões em março

Valor foi 38,5% superior ao volume registrado em março de 2011; recursos acumulados no sistema somam R$ 274,8 bilhões

Os planos de previdência complementar captaram R$ 5,6 bilhões no mês de março, valor 38,5% superior ao volume registrado em merço de 2011, conforme balanço da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) divulgado nesta segunda-feira. Trata-se também do melhor resultado o mês desde 2008.

Com o resultado de março, os recursos acumulados no sistema de previdência privada aberta somam R$ 274,8 bilhões, alta de 21,56% sobre março de 2011. Os planos individuais apresentaram a maior expansão no mês passado, de 43,41%, para R$ 4,9 bilhões. Enquanto isso a arrecadação da previdência privada voltada a menores de idade cresceu 12,3%, para R$ 155,1 milhões.

Em março deste ano, os aportes para os planos empresariais chegaram a R$ 515,6 milhões, crescimento de 9,66% ante março do ano passado. Dentre as modalidades de previdência privada, o VGBL, indicado para quem não declara imposto de renda pessoa física pelo modelo completo, arrecadou R$ 4,8 bilhões, alta de 48,27%, na mesma base de comparação. Já os aportes feitos nos planos PGBL, destinados aos que declaram IR pelo modelo completo, avançaram 2,59% e movimentaram R$ 544,7 milhões.

No primeiro trimestre deste ano, o mercado de previdência complementar arrecadou R$ 14,8 bilhões, alta de 26,5% ante os R$ 11,7 bilhões verificados nos três primeiros meses de 2011. Os planos individuais também foram destaque no balanço trimestral, com arrecadação de R$ 12,6 bilhões, equivalentes a uma expansão de 27,53% ante o intervalo de janeiro a março do ano passado. Em seguida está o segmento empresarial, com alta de 18,86% e aportes de R$ 1,7 bilhão.

A Brasilprev respondeu pelo maior volume de aportes feito no sistema de previdência privada nos três primeiros meses deste ano, com uma participação de 32,02% do total arrecadado, conforme dados da Fenaprevi. Itaú Vida e Previdência e Bradesco Vida e Previdência ocuparam a segunda e terceira colocações no ranking, com 25,41% e 24,15%, respectivamente. A Fenaprevi reúne 61 sociedades seguradoras e 15 entidades abertas de previdência complementar no país

Fonte: Agência Estado