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quarta-feira, 28 de julho de 2010
segunda-feira, 12 de julho de 2010
ENTRE A PREOCUPAÇÃO E O DESPREZO PELA MORTE
" Vivemos em uma sociedade que, ao mesmo tempo, se preocupa e despreza a morte". A observação foi feita pelo Presidente do Clube de Seguros de Vida e Benefícios (CVG/RS), Sérgio Rangel, que faz coro com outras autoridades sobre a necessidade de o mercado de seguros evoluir em relação às abordagens individuais para a comercialização de seguros de vida. "
"... O presidente do CVG/RS diz que a sociedade não está preparada para falar em morte. Segundo ele, as pessoas se preocupam com segurança e saúde e negligenciam pensar no futuro, na falta que fará para sua família ou pessoas próximas. " Não gostamos disso. Na verdade, consideramos que quem vai morrer é o outro e não nós. A análise sobre a morte e o morrer são realidades profundamente incômodas para as pessoas, o que torna a abordagem delicada para avenda " diz Rangel. "
Fonte> Revista de Seguros - Fenaseg - edição Abril/Maio/Junho/2010
PROTEÇÃO PARA PESSOAS DIFERENTES, MAS COM UMA COISA EM COMUM: O DESEJO DE VIVER TRANQUILO
O Acidentes Pessoais Plus é um seguro que garante o pagamento de uma indenização ao próprio segurado em caso de invalidez permanente total ou parcial por acidente ou ao(s) beneficiário(s) em caso de falecimento do segurado. Mais tranqüilidade e segurança para você e sua família.
Você pode escolher as opções de coberturas mais adequadas às suas necessidades, entre elas a "Cláusula Profissional", uma ótima solução para quem é autônomo ou profissional liberal.
Pensando em sua qualidade de vida, você contará com o exclusivo Programa Bem Viver que proporciona descontos em uma ampla rede de parceiros, como academias, farmácias, spas, clínicas de estética, descontos em teatro e gastronomia, além de assistência 24 horas em viagens e sorteios mensais no valor de 12 mil reais.
O Acidentes Pessoais Plus pode ser contratado por pessoas com idade entre 16 e 70 anos e tem opções de capitais entre 10 a 500 mil reais.
Consulte-nos , envie e-mail para c.barbosa2006@terra.com.br indicando seu telefone para contato que um de nossos consultores o atenderá !
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A DIFERENÇA ENTRE SEGURADORA E CORRETOR DE SEGUROS
As Seguradoras são as empresas autorizadas pela SUSEP a assumirem riscos. São companhias que, por meio de um contrato, se responsabilizam a indenizar o cliente por eventuais prejuízos que ele sofra, de acordo com o especificado na apólice de seguros.
O seguro trata-se, no entanto, de um contrato complexo, com características únicas. Suas particularidades e detalhes são desconhecidos à maioria das pessoas. Nesse caso, é o corretor quem pode assessorar o cliente na escolha e contratação da melhor apólice, atuando como intermediário. Ele exerce o papel não apenas de vendedor, mas principalmente de consultor na indicação da apólice, e defensor do segurado após a ocorrência do sinistro.
Os Corretores de Seguros são, assim, pessoas ou empresas autorizadas, também pela SUSEP, a comercializar os produtos das Seguradoras. Seu papel é o de analisar os riscos aos quais o segurado está exposto e buscar o produto mais adequado às suas necessidades, considerando o melhor custo x benefício.
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Para cada necessidade, um produto!
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Conheça todos os produtos que o mercado de seguros oferece agendando uma visita com um de nossos consultores.
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sábado, 26 de junho de 2010
Tire suas dúvidas sobre as cadeirinhas infantis em veículos
Obrigatoriedade do uso de cadeirinha para crianças com menos de 10 anos nos veículos passa a valer em 1º de setembro, segundo o Conselho Nacional de Trânsito (Contran).
Entenda clicando no link abaixo :
http://www.estadao.com.br/especiais/tire-suas-duvidas-sobre-as-cadeirinhas-infantis-em-veiculos,104276.htm
FONTE: estadão.com.br
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FONTE: estadão.com.br
sexta-feira, 2 de abril de 2010
A IMPORTÂNCIA DO SEGURO PARA CONDOMÍNIOS
É dever do administrador de um condomínio, conforme previsto no novo Código Civil (art. 1.346), a contratação de seguros que protejam a estrutura do prédio contra o risco de incêndio - evento que pode provocar destruição total ou parcial. Além disso, existem coberturas opcionais, que não se referem à estrutura da edificação e garantem indenização para sinistros que envolvem desde automóveis e elevadores até casos de má administração não intencional de pessoal. Essas coberturas devem ser aprovadas em assembleia.
Os sinistros mais comuns em condomínios acontecem na garagem, com portões e carros.
Os acidentes com elevadores não são frequentes, mas impóem perdas severas quando ocorrem. Se, por exemplo, algum morador, visitante ou funcionário, cair no paço do aparelho, a responsabilidade não caberá à empresa responsável pela manutenção e sim ao condomínio. As vítimas e respectivos familiares terão direito, a valores altíssimos. No caso de acidente com funcionário da conservadora, o condomínio pode ser citado como corresponsável. Haverá exceções,.caso fique comprovado mau uso, como ignorar sinais de advertência ou exceder os limites de peso es lotação.
O seguro condominial é obrigatório (o condomínio leva multa, se não o fizer), devendo cobrir todos os danos que possam ocorrer à estrutura do prédio. Normalmente, contratam-se coberturas do tipo "multirrisco", que envolvem incêndio, raio, explosão, danos elétricos, vendaval, impacto de veículos e responsabilidade civil do condomínio.
As coberturas opcionais podem estar relacionadas a quebra de vidros, subtração de bens do condomínio, responsabilidade civil do síndico, vida e acidentes (dos funcionários), responsabilidade civil da guarda de veículos, portões, alagamento, desmoronamento, tumultos, "sprinklers" (chuveiros automáticos para extinção de incêndio), etc.
Fonte: funenseg
sexta-feira, 5 de março de 2010
Proteger o seu carro vale a pena e custa muito menos do que você pensa.
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Dependendo do seguro contratado, existe a possibilidade de instalação de rastreador e alarme; seguro dos acessórios do seu automóvel, carro extra, guincho e assistências 24 horas.
Você ja tem um carro, mas esta sem seguro de carro?
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terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
Enchente eleva preço de seguro de carro em SP
Notícias Jornal da Tarde
jan 28 2010
Os temporais que têm se repetido quase diariamente neste verão na região metropolitana de São Paulo e as enchentes que eles provocam vão fazer subir os preços dos seguros de automóveis, avaliam corretores e analistas. Apenas uma das principais seguradoras do setor registrou aumento de 275% no pagamento de indenizações por conta de danos causados pelos alagamentos em janeiro, na comparação com o primeiro mês de 2009. O número saltou de 400 para 1,5 mil. Segundo Leoncio Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado, desde dezembro, quando as chuvas se intensificaram, o volume de registros por danos aumentou cerca de 20% em relação à média mensal do ano. Esses aumentos são utilizados pelas empresas para definir o valor do seguro.
Aumento de casos de danos causados pelas enchentes terá impacto nos preços cobrados pelas seguradoras
Marcos Burghi
O grande volume de chuvas registrado na região metropolitana de São Paulo em janeiro vai provocar aumento dos preços de seguros de automóveis. A avaliação é de corretores e analistas.
Segundo Antonio Penteado de Mendonça, advogado especializado em legislação securitária e articulista do Jornal da Tarde, apenas uma das principais seguradoras do setor registrou aumento de 275% no pagamento de indenizações por conta de danos causados pelas chuvas em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2009. O número saltou de 400 para 1,5 mil e o mês ainda não terminou. “Isso tem impacto considerável no caixa de qualquer companhia, o que acaba sendo repassado aos consumidores”, afirma.
Na avaliação de Mendonça, não é possível determinar qual será o impacto nos preços porque é preciso esperar para saber o quanto o aumento da demanda repercutirá no mercado como um todo. “Apesar disso, haverá repasses ao longo do ano”, diz.
Leoncio Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado (Sincor-SP), afirma que desde dezembro, quando as chuvas se intensificaram, o volume de registros por danos encaminhados ao Sincor-SP aumentou cerca de 20% em relação à média mensal do ano.
Na opinião de Arruda ainda é precipitado cravar de quanto será o aumento, mas se as seguradoras perceberem ao final do primeiro trimestre uma elevação no pagamento de indenizações certamente irão recompor seus caixas com reajustes. Os produtos existentes no mercado preveem coberturas parcial e total, explica Arruda. Esta última, que contempla colisão incêndio e roubo, também cobre danos causados pelas chuvas.
Ele ressalva, porém, que o pagamento apenas ocorre quando a inundação vai ao encontro do consumidor, isto é, a água atinge o automóvel surpreendendo o motorista e provocando estragos. Se a seguradora provar que o proprietário se arriscou na travessia de alagamentos e ficou no meio do caminho, não há indenização. A regra vale para casos de danos à parte elétrica, quando a ocorrência é classificada como perda total, ou não.
De acordo com Arruda, boa parte dos consumidores faz apólice de seguro na modalidade total, já que a parcial, que prevê cobertura de apenas parte das ocorrências, custa entre 40% e 50% menos que o valor do seguro total.
Ele observa que adendos contratuais que aumentem a abrangência da apólice podem ser feitos a qualquer tempo, desde que a diferença seja paga e sem haver carência para utilização.
“O único problema é que se a mudança ocorrer por conta de algum dano vai constar da apólice e, certamente, alterar o preço”, afirma Arruda.
Segundo Alex Rodrigues, da Topmar Corretora, se o ritmo de chuvas continuar certamente haverá reflexos nos preços que as seguradoras cobram de seus clientes. Até a manhã de ontem, o Centro de Gerenciamento de Emergência da Prefeitura da capital (CGE) havia registrado chuva equivalente a 419,5 milímetros, índice recorde mensal da série histórica da medição, iniciada em 1995. Ele afirma que, hoje, nove entre dez contratantes pedem informações sobre coberturas contra enchentes.
A vendedora Terezinha Xavier, 61 anos, foi uma das vítimas da chuva de anteontem. “Não tive outra reação que não chamar a seguradora. Se tentasse ligar o carro novamente poderia ser acusada de provocar o dano”, diz. Ela conta que recebeu a recomendação de procurar uma oficina credenciada, mas preferiu levar em um estabelecimento de sua confiança. “Como não houve a inutilização do veículo, eu teria de arcar com a franquia de R$ 1.532”. Ela diz que vai esperar a avaliação e se a conta ficar menor, pagar do bolso.
ATENÇÃO
>> Os seguros de automóveis existentes no mercado preveem cobertura parcial e total. A primeira modalidade contempla danos causados por incêndio ou contra terceiros, por exemplo
>> A cobertura total inclui, além desses casos, colisão e danos causados por enchentes
>> Portanto, estão protegidos contra problemas causados pela chuva os consumidores cujas apólices contemplam seguro total, cujo valor é até 50% maior que o de um contrato parcial
>> As indenizações valem para casos em que o motorista está em determinada área e é pego pela inundação. Quem tentar atravessar alagamentos e não conseguir perde direito ao pagamento
>> Atualmente, nove entre dez contratantes do produto querem proteção contra alagamentos, segundo corretores.
jan 28 2010
Os temporais que têm se repetido quase diariamente neste verão na região metropolitana de São Paulo e as enchentes que eles provocam vão fazer subir os preços dos seguros de automóveis, avaliam corretores e analistas. Apenas uma das principais seguradoras do setor registrou aumento de 275% no pagamento de indenizações por conta de danos causados pelos alagamentos em janeiro, na comparação com o primeiro mês de 2009. O número saltou de 400 para 1,5 mil. Segundo Leoncio Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado, desde dezembro, quando as chuvas se intensificaram, o volume de registros por danos aumentou cerca de 20% em relação à média mensal do ano. Esses aumentos são utilizados pelas empresas para definir o valor do seguro.
Aumento de casos de danos causados pelas enchentes terá impacto nos preços cobrados pelas seguradoras
Marcos Burghi
O grande volume de chuvas registrado na região metropolitana de São Paulo em janeiro vai provocar aumento dos preços de seguros de automóveis. A avaliação é de corretores e analistas.
Segundo Antonio Penteado de Mendonça, advogado especializado em legislação securitária e articulista do Jornal da Tarde, apenas uma das principais seguradoras do setor registrou aumento de 275% no pagamento de indenizações por conta de danos causados pelas chuvas em janeiro na comparação com o mesmo mês de 2009. O número saltou de 400 para 1,5 mil e o mês ainda não terminou. “Isso tem impacto considerável no caixa de qualquer companhia, o que acaba sendo repassado aos consumidores”, afirma.
Na avaliação de Mendonça, não é possível determinar qual será o impacto nos preços porque é preciso esperar para saber o quanto o aumento da demanda repercutirá no mercado como um todo. “Apesar disso, haverá repasses ao longo do ano”, diz.
Leoncio Arruda, presidente do Sindicato dos Corretores de Seguros do Estado (Sincor-SP), afirma que desde dezembro, quando as chuvas se intensificaram, o volume de registros por danos encaminhados ao Sincor-SP aumentou cerca de 20% em relação à média mensal do ano.
Na opinião de Arruda ainda é precipitado cravar de quanto será o aumento, mas se as seguradoras perceberem ao final do primeiro trimestre uma elevação no pagamento de indenizações certamente irão recompor seus caixas com reajustes. Os produtos existentes no mercado preveem coberturas parcial e total, explica Arruda. Esta última, que contempla colisão incêndio e roubo, também cobre danos causados pelas chuvas.
Ele ressalva, porém, que o pagamento apenas ocorre quando a inundação vai ao encontro do consumidor, isto é, a água atinge o automóvel surpreendendo o motorista e provocando estragos. Se a seguradora provar que o proprietário se arriscou na travessia de alagamentos e ficou no meio do caminho, não há indenização. A regra vale para casos de danos à parte elétrica, quando a ocorrência é classificada como perda total, ou não.
De acordo com Arruda, boa parte dos consumidores faz apólice de seguro na modalidade total, já que a parcial, que prevê cobertura de apenas parte das ocorrências, custa entre 40% e 50% menos que o valor do seguro total.
Ele observa que adendos contratuais que aumentem a abrangência da apólice podem ser feitos a qualquer tempo, desde que a diferença seja paga e sem haver carência para utilização.
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quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Previdência bate recorde em captação e provisões sobem para R$ 176,6 bilhões
A crise financeira mundial não atrapalhou a trajetória de forte expansão do mercado de previdência privada aberta no ano passado, mais uma vez na casa de dois dígitos. Tanto que o setor bateu mais um recorde de captação, apresentando o melhor resultado desde o início da série histórica do setor, em 1998. No acumulado do ano, a captação dos planos atingiu R$ 38,7 bilhões, alta de extraordinários 21,79% na comparação com 2008, quando foram captados R$ 31,8 bilhões, informa a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi), entidade que reúne 69 seguradoras e 13 entidades abertas de previdência complementar no País. Também as provisões do mercado, ou seja, aqueles recursos acumulados pelos participantes do sistema de previdência complementar, cresceram 24,45%, totalizando R$ 176,6 bilhões.
O número de planos contratados também registrou evolução em 2009. A indústria fechou o ano com 12,2 milhões de contratos de previdência aberta. O número é 11% superior aos 11 milhões de contratos existentes ao final de 2008.
Em 2009, o produto VGBL, que se popularizou por ser indicado ao investidor que não declara Imposto de Renda pelo modelo completo, acumulou R$ 30,2 bilhões, registrando expansão de 28,28%. O VGBL é um seguro de vida com caráter previdenciário por possuir cobertura por sobrevivência.
Já o volume de contribuições do PGBL – produto de previdência adequado para quem faz a declaração completa do Imposto de Renda e que permite deduzir até 12% do montante a ser pago à Receita Federal – somou R$ 5,2 bilhões em 2009 e alta de 4,48%- em 2008 a captação fora de R$ 5 bilhões. A receita dos planos tradicionais, por sua vez, registrou alta de 1,75% no período com captação de R$ 3,3 bilhões. Os outros produtos de previdência (FAPI, PGRP e VGRP) captaram R$ 17,9 milhões, queda de 17,55%.
Planos. Os dados da Fenaprevi mostram que em 2009, os planos individuais captaram R$ 30,7 bilhões, apresentando um crescimento de 21,50% na comparação aos R$ 24,3 bilhões somados em 2008. Os planos para menores, que definitivamente se popularizaram entre os investidores interessados em acumular poupança a longo prazo para os filhos, acumulou R$ 3,3 bilhões no período e obteve alta de 14,10%. Em 2008, os planos para menores captaram R$ 2,9 bilhões. No acumulado do ano, os planos empresariais por sua vez crescerem 1,71% e captaram R$ 4,6 bilhões na comparação aos R$ 4,5 bilhões somados no acumulado de 2008.
Provisões. Os recursos acumulados pelos titulares dos planos do sistema de previdência complementar apresentaram saldo de R$ 176,6 bilhões e alta de 24,45% no ano em comparação ao saldo registrado no ano de 2008, quando as reservas do setor somaram R$ 141,9 bilhões. As provisões do VGBL tiveram o crescimento mais expressivo, 35,98%, passando de R$ 71 bilhões para R$ 96,5 bilhões no acumulado do ano.
O PGBL cresceu 22,88% em 2009 e as reservas do produto passaram de R$ 39,4 bilhões para R$ 48,4 bilhões no ano. As reservas de planos tradicionais, por sua vez, passaram de R$ 31 bilhões para R$ 31,1 bilhões no período, alta de 0,44%.
Com relação a market share, os planos VGBL mantiveram a liderança no volume de depósitos no sistema de previdência complementar, com 54,65% do total, seguidos pelos PGBL, com 27,43% do volume total de provisões, enquanto os planos tradicionais contaram com 17,63% do volume total de provisões. Outros produtos – incluindo os Fapi - completam a equação, com 0,29%.
Perfil. Em relação à carteira de investimentos – que corresponde aos ativos que garantem as provisões técnicas – o mercado de previdência complementar cresceu 22,77% em relação ao ano de 2008. Com isso, a carteira do setor totalizou R$ 179,7 bilhões.
De acordo com o balanço da Fenaprevi, o VGBL obteve alta de 35,96% do total de recursos, passando de R$ 70,8 bilhões para R$ 96,2 bilhões. Já o PGBL cresceu 22,99% no período. A carteira do produto passou de R$ 39,6 bilhões para R$ 48,7 bilhões entre 2008 e 2009. Por fim, a carteira de planos tradicionais passou de R$ 35,4 bilhões para R$ 34,2 bilhões, queda de 3,49%. Os demais produtos, FAPI, PRGP, VRGP, corresposderam por 0,59%.
Dezembro. Em relação ao mês de dezembro de 2009, os planos de previdência captaram R$ 5,5 bilhões, o que representou um crescimento de 24,58% na comparação com o mesmo período de 2008, um novo recorde na captação.
O VGBL no período captou R$ 4,2 bilhões, com alta de 36,47% em comparação à dezembro de 2008. O PGBL, por sua vez, apresentou queda de 2,48% arrecadando R$ 999,4 milhões frente ao R$ 1bilhão registrado em dezembro do ano anterior.
Os planos tradicionais apresentaram queda de 2,85% no período. Em dezembro de 2009, foram captados R$ 324,7 milhões, contra uma captação de R$ 334,2 milhos registrados no mesmo mês do ano anterior.
No resultado mensal por segmento o destaque mais uma vez fica por conta dos planos individuais que cresceram 33,50% com captação de R$ 4 bilhões em relação a dezembro de 2008. Os planos para menores tiveram alta de 32,04% e depósitos de R$ 875 milhões. Os tradicionais, por sua vez, tiveram queda de 15,74% na captação.
11/02/2010 11:10 hs
Fonte: http://www.fenaseg.org.br
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