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sexta-feira, 28 de agosto de 2015

PIB recua (-1,9%) em relação ao 1º tri de 2015

PERÍODO DE COMPARAÇÃO
INDICADORES 2° TRI 2015
PIB
AGROPEC
INDUS
SERV
FBCF
CONS. FAM
CONS. GOV
Trimestre / trimestre imediatamente
anterior (c/ ajuste sazonal)
-1,9
-2,7
-4,3
-0,7
-8,1
-2,1
0,7
Trimestre / mesmo trimestre do ano
anterior (s/ ajuste sazonal)
-2,6
1,8
-5,2
-1,4
-11,9
-2,7
-1,1
Acum. em 4 tri / 4 tri imediatamente
anteriores (s/ ajuste sazonal)
-1,2
1,6
-2,9
-0,5
-7,9
-0,6
-0,3
Acumulado no ano / mesmo período do
ano anterior (s/ ajuste sazonal)
-2,1
3,0
-4,1
-1,3
-9,8
-1,8
-1,3
Valores correntes no trimestre (R$)
1.428,3
bilhões
76,1
bilhões
263,6
bilhões
879,2
bilhões
254,2
bilhões
896,1
bilhões
298,3
bilhões
TAXA DE INVESTIMENTO (FBCF/PIB) 2° TRI 2015 = 17,8%
TAXA DE POUPANÇA (POUP/PIB) 2° TRI 2015 = 14,4%

Principais resultados do PIB do 4º trimestre de 2013 ao 2º trimestre de 2015
PIB
2013
2014
2015
4º tri
1º tri
2º tri
3º tri
4º tri
1º tri
2º tri
Trimestre / trimestre imediatamente
anterior
 (c/ ajuste sazonal)
-0,2
0,7
-1,1
0,1
0,0
-0,7
-1,9
Trimestre / mesmo trimestre do ano
anterior
 (s/ ajuste sazonal)
2,1
2,7
-1,2
-0,6
-0,2
-1,6
-2,6
Acum. em 4 tri / 4 tri imediatamente
anteriores (s/ ajuste sazonal)
2,7
2,8
1,5
0,7
0,1
-0,9
-1,2
Acumulado no ano / mesmo período
do ano anterior (s/ ajuste sazonal)
2,7
2,7
0,7
0,3
0,1
-1,6
-2,1
O Produto Interno Bruto (PIB) apresentou queda (-1,9%) na comparação do segundo trimestre de 2015 contra o primeiro trimestre do ano, levando-se em consideração a série com ajuste sazonal. Na comparação com igual período de 2014, a variação do PIB também foi negativa (-2,6%). No acumulado dos quatro trimestres terminados no segundo trimestre de 2015, o PIB registrou decréscimo (-1,2%) em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores, verificado também no resultado acumulado do ano até o mês de junho (-2,1%), em relação a igual período de 2014. Em valores correntes, o PIB no segundo trimestre de 2015 alcançou R$ 1,43 trilhão. A publicação completa da pesquisa pode ser acessada na página aqui.
Agropecuária, indústria e serviços caem na comparação com 1º tri de 2015
O PIB apresentou queda de 1,9%, na comparação do segundo trimestre de 2015 contra o primeiro trimestre do ano, levando-se em consideração a série com ajuste sazonal. A Agropecuária (-2,7%), a Indústria (-4,3%) e os Serviços (-0,7%) tiveram retração.
Na indústria, a maior queda se deu na construção civil: retração de 8,4%. A indústria de transformação (-3,7%) e a atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana
(-1,5%) também recuaram no segundo trimestre do ano. Já a extrativa mineral registrou variação positiva de 0,3%.
Nos serviços, administração, saúde e educação pública (1,9%) e atividades imobiliárias (0,3%) apresentaram resultados positivos. As demais atividades sofreram retração em relação ao trimestre imediatamente anterior:comércio (-3,3%), Transporte, armazenagem e correio
(-2,0%), serviços de informação (-1,3%), outros serviços (-1,0%) e intermediação financeira e seguros (-0,2%).
Pela ótica da despesa, a formação bruta de capital fixo registrou o oitavo trimestre consecutivo de queda nessa base de comparação: 8,1%. A despesa de consumo das famílias (-2,1%) caiu pelo segundo trimestre seguido. Já a despesa de consumo do governo cresceu 0,7%, em relação ao trimestre imediatamente anterior. No que se refere ao setor externo, as exportações de bens e serviços tiveram aumento de 3,4%, enquanto as importações de bens e Sserviços recuaram 8,8%, em relação ao primeiro trimestre de 2015.
Na comparação com o 2º tri de 2014, serviços registram queda (-1,4%)
Quando comparado a igual período do ano anterior, o PIB apresentou contração de 2,6% no segundo trimestre de 2015. O valor adicionado a preços básicos caiu 2,1% e os impostos sobre produtos líquidos de subsídios recuaram em 5,7%.
O resultado da agropecuária (1,8%), no segundo trimestre de 2015, em relação a igual período do ano anterior, pode ser explicado pelo desempenho de alguns produtos que possuem safra relevante no segundo trimestre e pela produtividade, conforme o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola (LSPA/IBGE - julho 2015). Com exceção do café e do feijão, que apresentaram queda de produção de 2,2% e 4,1% respectivamente, os demais produtos com safra neste trimestre registraram ganho de produtividade e crescimento: soja (11,9%), milho (5,2%), arroz (4,4%), mandioca (2,3%) e cana de açúcar (2,1%).
A indústria sofreu queda (-5,2%), com a indústria de transformação apresentando contração de 8,3%. Esse resultado foi influenciado pelo decréscimo da produção de máquinas e equipamentos; da indústria automotiva; produtos eletrônicos e equipamentos de informática; insumos da construção civil e produtos derivados do petróleo.
A atividade de eletricidade e gás, água, esgoto e limpeza urbana registrou queda de 4,7%, puxada pela redução do consumo não residencial de energia elétrica. A construção civil também apresentou redução no volume do valor adicionado de 8,2%. Já a extrativa mineral, por sua vez, cresceu 8,1% em relação ao segundo trimestre de 2014, influenciada tanto pelo aumento da extração de petróleo e gás natural como também da extração de minérios ferrosos.
O valor adicionado de serviços caiu 1,4%, na comparação com o mesmo período do ano anterior, com destaque para a contração de 7,2% do comércio (atacadista e varejista) e de 6,0% de transporte, armazenagem e correio, puxado pelo decréscimo do transporte e armazenamento de carga. Também apresentou decréscimo a atividade de outros Serviços (-1,9%).
Registraram resultados positivos as atividades imobiliárias (2,8%), administração, saúde e educação pública(0,6%), os serviços de informação (0,5%) – atividade esta que inclui telecomunicações, atividades de TV, rádio e cinema, edição de jornais, livros e revistas, informática e demais serviços relacionados às tecnologias da informação e comunicação (TICs) – e, por fim, intermediação financeira e seguros (0,4%).
Formação bruta de capital fixo cai (-11,9%) em relação ao 2º tri de 2014
Todos os componentes da demanda interna apresentaram queda, na comparação do segundo trimestre de 2015 contra igual período de 2014. A despesa de consumo das famílias
(-2,7%) registrou a segunda queda consecutiva. Este resultado pode ser explicado pela deterioração dos indicadores de inflação, juros, crédito, emprego e renda ao longo do período.
A formação bruta de capital fixo sofreu contração de 11,9%, no segundo trimestre de 2015, a maior desde o primeiro trimestre de 1996 (-12,7%). Este recuo é justificado, principalmente, pela queda das importações e da produção interna de bens de capital, e também pelo desempenho negativo da construção civil. A despesa de consumo do governo, por sua vez, caiu 1,1%, em relação ao segundo trimestre de 2014.
No setor externo, as exportações de bens e serviços apresentaram expansão de 7,5%, enquanto que as importações de bens e serviços caíram em 11,7%, ambas influenciadas pela desvalorização cambial de 38% registrada no período.
PIB cai no primeiro semestre (-2,1%) e em 12 meses (-1,2%)
O PIB, no 1º semestre de 2015, apresentou queda de 2,1%, em relação a igual período de 2014, seguindo a variação negativa de 0,4% no semestre encerrado em dezembro de 2014. O PIB acumulado nos quatro trimestres terminados em junho de 2015 apresentou queda de 1,2%, em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. Esta taxa resultou da contração de 1,0% do valor adicionado a preços básicos e do recuo de 2,8% nos impostos sobre produtos líquidos de subsídios.
Taxa de investimento atinge 17,8% do PIB
O Produto Interno Bruto no segundo trimestre de 2015 totalizou R$ 1,43 trilhão, sendo
R$ 1,22 trilhão referentes ao Valor Adicionado a preços básicos e R$ 209,4 bilhões, aos Impostos sobre Produtos líquidos de Subsídios.
Considerando o Valor Adicionado das atividades no trimestre, a Agropecuária registrou R$ 76,1 bilhões, a Indústria R$ 263,6 bilhões e os Serviços R$ 879,2 bilhões. Entre os componentes da despesa, a Despesa de Consumo das Famílias totalizou R$ 896,1 bilhões, a Despesa de Consumo do Governo R$ 298,3 bilhões e a Formação Bruta de Capital Fixo R$ 254,2 bilhões. A Balança de Bens e Serviços ficou deficitária em R$ 15,1 bilhões e a Variação de Estoque foi negativa em R$ 5,3 bilhões.
A taxa de investimento no segundo trimestre de 2015 foi de 17,8% do PIB, abaixo do observado no mesmo período do ano anterior (19,5%). A taxa de poupança foi de 14,4% no segundo trimestre de 2015 (ante 16,0% no mesmo período de 2014).
Fonte: IBGE

sexta-feira, 21 de agosto de 2015

ANS suspende comercialização de 73 planos de saúde de 15 operadoras

73 planos de saúde de 15 operadoras têm a comercialização suspensa por determinação da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A medida é resultado do 14º ciclo do Programa de Monitoramento da Garantia de Atendimento, que avalia as reclamações de consumidores relativas ao não cumprimento dos prazos máximos de atendimento e demais queixas de natureza assistencial, como negativas indevidas de cobertura. Mais de 3 milhões de beneficiários serão diretamente protegidos, uma vez que as operadoras terão que resolver os problemas assistenciais para que possam receber novos consumidores.
Paralelamente à suspensão, 52 planos de saúde que estavam com a comercialização interrompida voltam a ser comercializados, já que comprovaram melhoria no atendimento ao cidadão.
“A suspensão da comercialização de planos de saúde é uma das medidas preventivas aplicadas pela ANS para induzir as operadoras a melhorar a qualidade do atendimento prestado aos beneficiários de planos de saúde”, explica o diretor-presidente da ANS, José Carlos de Souza Abrahão. “Este acompanhamento junto às operadoras de planos de saúde é permanente e contínuo, e a divulgação dos dados apurados é feita pela ANS a cada três meses”, completa Abrahão. 
Desde o início do Programa de Monitoramento, 1.140 planos de 155 operadoras já tiveram as vendas suspensas e outros 976 planos voltaram ao mercado após comprovar melhorias no atendimento. 
Das 15 operadoras com planos suspensos nesta etapa, 11 constavam na lista de suspensão do período anterior. Das quatro que não estavam na última lista, duas terão a comercialização de planos suspensa pela primeira vez. Além de interromper a venda, as operadoras que negaram indevidamente cobertura podem receber multa que varia de R$ 80 mil a R$ 100 mil.
Reclamações - Neste ciclo de monitoramento, que compreende o período de 19/03 a 18/06 de 2015, a ANS recebeu 21.273 reclamações de beneficiários pelos seus canais de relacionamento. Todas foram tratadas pela mediação de conflitos, sendo que 6.509 eram relacionadas a temas não assistenciais (contratos e reajuste, por exemplo) e 14.276 referentes a cobertura assistencial. Destas últimas, 11.867 foram consideradas pelo Programa de Monitoramento.
Foram excluídas as reclamações sobre planos de operadoras em portabilidade de carências ou em liquidação extrajudicial, que já não podem mais ser comercializados, uma vez que as empresas estão em processo de saída ordenada do mercado. No universo analisado, 87% das queixas foram resolvidas pela mediação feita pela ANS via Notificação de Intermediação Preliminar (NIP).
A mediação de conflitos agiliza a solução de problemas do beneficiário de planos de saúde. Com a notificação, as operadoras são comunicadas diretamente pelo portal da ANS, em espaço próprio, onde acompanham as demandas. O prazo máximo para a adoção das medidas necessárias à solução da reclamação é de até 5 dias úteis em casos assistenciais e de até 10 dias úteis para não assistenciais. A contagem do prazo começa no primeiro dia útil seguinte à data da notificação. É importante esclarecer que os prazos da mediação de conflitos não comprometem o tempo máximo de atendimento que deve ser cumprido pela operadora.
Panorama do 14º ciclo
• 15 operadoras com planos suspensos
• 73 planos com comercialização suspensa
• 3.054.217 de consumidores diretamente protegidos
• 52 planos reativados
• 10 operadoras com reativação total de planos (20 produtos)
• 5 operadoras com reativação parcial de planos (32 produtos)
Histórico do Monitoramento da Garantia de Atendimento
Tabela 14 ciclo

Perfil de reclamações no 14º ciclo (em %)
Perfil reclamaçoes 14



Fonte: ANS

quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Câmara aprova equiparação da remuneração do FGTS à poupança

Brasília - Após um dia inteiro de cabo-de-guerra entre governo e Câmara, os deputados aprovaram em votação simbólica a equiparação da remuneração do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) à da caderneta de poupança.
Os dois lados tiveram que ceder e todos os partidos orientaram a favor do projeto intermediário entre os textos defendidos pelo presidente da Casa, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o Palácio do Planalto.
O texto, que agora segue para o Senado, foi colocado em votação ainda sem consenso.
O governo conseguiu fazer o relator indicado por Cunha, Rodrigo Maia (DEM-RJ), ampliar de três para quatro anos o prazo para alterar a remuneração do FGTS.
O governo tentou um escalonamento em oito anos. No entanto, pela proposta final, em 2016 a remuneração do FGTS será a Taxa Referencial (TR) mais 4% para os novos depósitos, 1 ponto acima da atual correção. Em 2017, sobe para TR mais 4,75%; e em 2018, TR mais 5,5%. A partir de 2019, a remuneração será igual à poupança, hoje em 6,17% mais TR. A remuneração dos depósitos antigos permanece em TR mais 3%.
"Nossa proposta inicial era garantir a rentabilidade da poupança para 100% das contas. Já que há este debate, estamos garantido um escalonamento da remuneração para os próximos quatro anos", afirmou Maia.
"Não é um acordo em 100%, mas é 80%", disse o líder do governo, José Guimarães (PT-CE). O líder do governo disse que ainda não há uma definição do Planalto sobre veto ou sanção ao texto.
Ele comemorou o fato de não estar em votação a proposta original avalizada por Eduardo Cunha, segundo a qual seria imediata a remuneração de 6,17% mais TR. "Se fosse o projeto original, comprometeria o Minha Casa Minha Vida", afirmou.
A proposta de Maia dá ao governo a possibilidade de usar 60% do lucro do FGTS para subsidiar o programa habitacional a partir do ano que vem. Inicialmente, a partir do terceiro ano, o porcentual cairia para 50%, mas o deputado manteve o índice, a pedido do governo. No ano passado, o governo utilizou apenas 40% do lucro. O deputado não incluiu a revisão da taxa de administração de 1% que garantiu à Caixa lucro de R$ 4 bilhões em 2014.
O setor da construção civil vai trabalhar para que a proposta seja alterada no Senado. Segundo o presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), José Carlos Martins, o texto aprovado na Câmara é "incompatível" com a realidade dos financiamentos à casa própria que já foram fechados pelos bancos. Isso porque as operações foram contratadas com juros mais baixos porque as instituições financeiras usavam os recursos do FGTS, cuja remuneração é de 3% ao ano mais TR. O prazo médio desses empréstimos é de 18 anos.
"Como o governo não está com muita força no Congresso, fica mais suscetível a fechar acordos que acabam prejudicando o País", criticou.
Demora
Antes da votação, ao comentar a proposta de reajuste do FGTS, Cunha criticou a letargia do governo para apresentar propostas alternativas a temas polêmicos em discussão no Congresso.
"O problema é que o governo só resolve discutir o assunto de verdade quando faltam cinco minutos para o time entrar em campo. Nunca discute quando você avisa que o jogo é daqui a dois meses. Eles tendem a empurrar com a barriga", afirmou o presidente da Câmara.
Em palestra para empresários da região Centro-Oeste no fim da manhã, Cunha qualificou o ajuste fiscal conduzido pelo ministro Joaquim Levy (Fazenda) com "pífio" e disse que o País vive uma "crise de confiança".
Diante dos empresários, o presidente da Câmara ainda ironizou Dilma, parodiando uma declaração da petista que rendeu piada nas redes sociais.
"Como diria, primeiro a gente atinge a meta. Depois a gente dobra a meta. (risos) Vamos tentar atingir a meta e, depois, se possível, a gente dobra", afirmou. A plateia riu de forma contida.

Fonte: Exame

sábado, 15 de agosto de 2015

Fenaban já tem em mãos pauta de reivindicações dos bancários

Comando Nacional propõe primeira negociação sobre emprego para quarta-feira, dia 19

Os bancários do Rio realizam o ato de lançamento da campanha nacional da categoria nesta segunda-feira, dia 17. A concentração será a partir do meio-dia, na Candelária. Em seguida, os trabalhadores seguirão em passeata pela Avenida Rio Branco até a Cinelândia.
Com o mote "Exploração não tem perdão", a categoria tem o desafio de realizar uma campanha forte nas ruas diante de uma conjuntura política desfavorável, onde a pauta conservadora avança no Congresso Nacional, com o risco de aprovação do projeto que amplia a terceirização, inclusive nas atividades principais das empresas.

Pauta entregue

O Comando Nacional dos Bancários entregou aos banqueiros nesta terça-feira, 11, na sede da Fenaban (Federação Nacional dos Bancos), em São Paulo, a pauta de reivindicações da categoria. A presidenta do Sindicato do Rio, Adriana Nalesso, participou do encontro.
"Os bancos têm todas as condições de atender às nossas reivindicações e precisam ter responsabilidade com o emprego dos funcionários e com o desenvolvimento do país, oferecendo crédito mais barato para todos", disse.
A pauta tem como pontos centrais o reajuste de 16%, valorização do piso salarial no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3299,66 em junho), PLR de três salários mais R$ 7.246,82, defesa do emprego, combate às metas abusivas e ao assédio moral, melhores condições de trabalho, fim da terceirização, vale-alimentação/refeição maiores e igualdade de oportunidades. Também foram entregues as pautas específicas dos bancários do Banco do Brasil e da Caixa Econômica Federal.

Prioridades

O Comando Nacional propôs aos bancos o seguinte calendário para as negociações, que ainda será avaliado pelos bancos: em agosto, no dia 19, a primeira mesa seria para a negociação sobre o emprego; de 24 a 28, mesas específicas; dias 2 e 3 de setembro, saúde; dia 9, igualdade de oportunidades; e dia 16, remuneração.
"Não é por acaso que o emprego é o primeiro item de negociação proposto pelo movimento sindical, pois foi apontado como prioridade pela categoria na consulta nacional organizada pela Contraf-CUT. Os bancários entenderam os riscos do cenário político, em que a pauta conservadora avança com projetos contra os trabalhadores, como o que amplia a terceirização e ameaça a nossa e outras categorias", acrescenta Nalesso.
Outro item prioritário, além da remuneração, é a saúde dos trabalhadores. "As metas abusivas e o assédio moral não param de crescer em todos os bancos, adoecendo os funcionários. A situação está insustentável", protesta.

Fonte: Sindicato dos Bancários do Rio de Janeiro

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Cobrança extra na conta de luz no mês de agosto


A bandeira tarifária para o mês de agosto de 2015 é vermelha para todos os consumidores brasileiros – o que significa um acréscimo de R$ 5,50 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Pelo sistema de bandeiras tarifárias, as cores verde, amarela e vermelha indicam se a energia custará mais ou menos em função das condições de geração de eletricidade. Assim, o consumidor poderá identificar qual bandeira do mês e reagir a essa sinalização com o uso consciente da energia elétrica, sem desperdício. Veja mais informações aqui.

As cores indicam:

• Bandeira verde: condições favoráveis de geração de energia. A tarifa não sofre nenhum acréscimo;

• Bandeira amarela: condições de geração menos favoráveis. A tarifa sofre acréscimo de R$ 2,50 para cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos;

• Bandeira vermelha: condições mais custosas de geração. A tarifa sobre acréscimo de R$ 5,50 para cada 100 kWh consumidos



Fonte: ANEEL

quarta-feira, 29 de julho de 2015

Banco Central eleva taxa de juros para 14,25% ao ano

Avaliando o cenário macroeconômico, as perspectivas para a inflação e o atual balanço de riscos, o Copom decidiu, por unanimidade, elevar a taxa Selic em 0,50 p.p., para 14,25% a.a., sem viés.


O Comitê entende que a manutenção desse patamar da taxa básica de juros, por período suficientemente prolongado, é necessária para a convergência da inflação para a meta no final de 2016.
Votaram por essa decisão os seguintes membros do Comitê: Alexandre Antonio Tombini (Presidente), Aldo Luiz Mendes, Altamir Lopes, Anthero de Moraes Meirelles, Luiz Awazu Pereira da Silva, Luiz Edson Feltrim, Otávio Ribeiro Damaso e Sidnei Corrêa Marques.
Fonte: Banco Central do Brasil 

quinta-feira, 23 de julho de 2015

Seguros: garantia de proteção em situações inesperadas



Fazer um seguro não é apenas proteger um patrimônio, além da segurança sobre os bens, ele proporciona um auxílio em situações inesperadas, como a vivida por milhares de pessoas no mundo .

Veja a seguir, exemplo de pessoas que enfrentaram situações inesperadas e foram socorridas por uma apólice de seguro:

O Proprietário de um imóvel quando aproveitava as férias com a família, recebeu a ligação de uma vizinha informando que sua residência havia sido furtada. “No primeiro momento ficamos assustados e retornamos para casa. Os ladrões haviam arrombado a porta e levado diversos aparelhos eletrônicos”, explica.

Mas esse morador não teve nenhuma despesa inesperada com o incidente, já que possuía seguro da residência. “Eu acionei o seguro e me surpreendi com a agilidade do processo. Assim que a vistoria foi realizada em poucos dias a indenização estava na minha conta”, destaca o morador.

Para um motorista , o seguro se tornou item indispensável. Ele teve o carro furtado , e a proteção do seguro lhe garantirá uma indenização. “Fazia três meses que tinha tirado o veículo, foi um susto voltar para o estacionamento e não vê-lo ali”, afirma. O motorista destaca que nunca tinha feito seguro de seus veículos, mas por este ser novo resolveu contratar o serviço pela primeira vez. “Eu utilizo o veículo para trabalho, lazer, enfim para tudo, e com o seguro eu tenho essa tranquilidade de não ficar desamparado, ainda mais em uma situação como essa”, ressalta .

Entre os seguros mais tradicionais no Brasil estão o seguro de automóveis e o seguro de vida com cobertura em caso de Morte por Qualquer Causa, Indenização Especial por Acidente,
Invalidez Permanente Total ou Parcial por Acidente, opcionais de Doenças Graves, e Assistência Funeral, no entanto, disponibilizamos diversos tipos de seguros para proteger desde Empresas, Condomínios, Responsabilidade Civil Profissional e até Residências. 


Para contratar ou fazer um orçamento em Campos em Campos dos Goytacazes/RJ, fale conosco: seguroemtemposderiscos@gmail.com / c.barbosa2006@terra.com.br


terça-feira, 14 de julho de 2015

Contratação de seguro para veículos de carga com 4 a 9 anos aumenta 10%

Outros dados pela Sul América mostram queda de 13% nos sinistros por perda total
 
Dados divulgados pela Sul América mostram que no primeiro quadrimestre de 2015 houve aumento de cerca de 10% na quantidade de veículos de carga com idade de 4 a 9 anos com seguro da empresa, no comparativo com o mesmo período do ano passado. Ainda de acordo com o levantamento, o número de sinistros de veículos de carga apresentou queda. Avisos de sinistros por perda total, por exemplo, caíram 13,7% no primeiro quadrimestre de 2015, em relação aos quatro primeiros meses do ano passado. Já os sinistros por roubos diminuíram 11,7% no mesmo período.
 
“Estamos diante de um cenário de queda no emplacamento de caminhões novos. Só em abril de 2015, segundo a Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), a redução foi de 46,7% em comparação com o mesmo mês de 2014. Em compensação, empresas e caminhoneiros estão cada vez mais conscientes sobre a importância do seguro para esse patrimônio. A maior procura por proteção para veículos de carga em uso demonstra esse amadurecimento do mercado”, explica o Vice-Presidente de Auto e Massificados da SulAmérica, Eduardo Dal Ri.
 
O seguro SulAmérica Caminhão é destinado a caminhões e veículos rebocados e oferece cobertura contra danos causados por colisão, incêndio acidental e roubo ou furto, não só no Brasil, mas também na Argentina, Paraguai e Uruguai. Também é possível contratar garantias adicionais, como Valor de Novo por 6 ou 12 meses; Danos nos acessórios, carroceria e equipamentos do veículo e isenção de franquia para equipamentos e para carroceria na ocorrência de sinistro. O segurado também tem à disposição opções de Assistência 24h para serviços mecânicos, danos nos vidros e equipamentos do veículo, entre outros. A empresa também oferece o km rodado, seguro exclusivo para caminhões e rebocadores.
 
Fonte: Segs

terça-feira, 23 de junho de 2015

Contran adia emissão de novo modelo de carteira de motorista


Previstas para começar a partir de 1° de julho, a impressão e emissão do novo modelo da Carteira Nacional de Habilitação foram suspensas pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran). O novo prazo para implantação será discutido na próxima reunião do conselho, prevista para o mês de julho. A suspensão da vigência da Resolução 511, que determina as mudanças no documento, está publicada na edição de hoje (23) do Diário Oficial da União.
O novo modelo da carteira de habilitação foi anunciado no final do ano passado e previa aumento do número de dispositivos de segurança para impedir falsificação e adulteração do documento. A previsão era aumentar dos cerca de 20 dispositivos de segurança atuais para 28, além de implantar mudanças de segurança na impressão.
O Contran explicou que foi preciso adiar a emissão devido à necessidade de dar continuidade aos estudos de aprimoramento das normas e procedimentos para a formação e habilitação de condutores de veículos automotores e elétricos. Outro motivo foram as inúmeras propostas e sugestões dos órgãos integrantes do Sistema Nacional de Trânsito que levou à criação de um grupo de trabalho da Câmara Temática de Habilitação, em junho, para a discussão do assunto.
Ao anunciar o novo modelo, o Contran explicou que os motoristas que têm o modelo atual não precisariam trocar o documento. A nova carteira seria obrigatória para a primeira permissão para dirigir emitida a partir de 1° de julho, para renovação e substituição do documento em casos como perda e roubo.
Também foram suspensas hoje as mudanças nos documentos do veículo, que são os certificados de registro e de licenciamento, e teriam igualmente acréscimo nos itens de segurança para evitar falsificações e fraudes no pagamento de licenciamento e Imposto de Propriedade de Veículo Automotor (IPVA).
As resoluções publicadas hoje pelo Contran no Diário Oficial da União suspendem a Resolução 511, de 27 de novembro de 2014, que regulamenta a produção e expedição da Carteira Nacional de Habilitação e da Permissão para Dirigir, e a Resolução 512, de 27 de novembro de 2014, que altera os modelos e especificações do Certificado de Registro de Veículo (CRV) e do Certificado de Registro e Licenciamento de Veículo (CRLV).

Fonte: Agência Brasil

domingo, 21 de junho de 2015

Início do Inverno

O Início do Inverno 2015 começa às 13h38 do dia 21 de junho de 2015; e termina dia 23 de setembro de 2015, com o equinócio da primavera. 
O inverno é a estação que antecede da primavera e sucede o outono. No Hemisfério Sul, onde está localizado o Brasil, esta estação é caracterizada pelas temperaturas baixas, dias mais curtos e noites mais longas. As regiões sudeste e sul do país são as mais afetadas com características típicas do inverno, sendo o restante do Brasil marcado por temperaturas mais equilibradas, com pouca variação térmica.

Solstício de Inverno 2015

O começo do inverno é marcado pelo evento astronômico conhecido por Solstício de Inverno, ou seja, o período em que o Hemisfério Norte está mais inclinado em direção do sol. Em 2015, o solstício de inverno será 13h38 (horário de Brasília) no Brasil. 
O solstício de inverno é chamado de solstício de verão no Hemisfério Norte, marcado o começo da estação mais quente do ano nos países que ficam acima da linha do equador. 

Equinócio de Setembro: fim do inverno no Brasil

O fim do inverno é também marcado por outro fenômeno astronômico: o equinócio de setembro, período quando o sol incide com maior intensidade nas regiões próximas à linha do Equador. No Brasil e em todo o hemisfério Sul, o equinócio acontece no dia 23 de setembro de 2015, marcando o fim do inverno e começo da primavera. 
No equinócio, o dia tem a mesma duração no hemisfério Norte e no hemisfério Sul.

Fonte: calendarr