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terça-feira, 30 de abril de 2019

DETRAN.RJ LANÇA A CAMPANHA MAIO AMARELO 2019


Com o slogan “No trânsito, o sentido é a vida”, o Detran.RJ lança a campanha Maio Amarelo 2019. Várias ações de conscientização voltadas para o comportamento dos pedestres estão programadas para este mês: campanha nas redes sociais e nas ruas, palestras, caminhada, pedalada e iluminação de prédios públicos e pontos turísticos, incluindo o Cristo Redentor e o Maracanã.

O Movimento Maio Amarelo surgiu com a proposta de alertar a sociedade para o alto índice de mortos e feridos em acidentes de trânsito. Apesar do número de acidentes de trânsito com vítimas e da quantidade de feridos e mortos terem caído em 2018 no Estado do Rio de Janeiro, 39% desses mortos foram atropelados.

As estatísticas elaboradas pelo Detran.RJ, com base em registros da Polícia Civil, mostram que no ano passado houve 20.241 acidentes com vítimas, contra 20.535 em 2017. Já o total de vítimas caiu 9,52%, de 31.006 para 28.053, dos quais 26.128 feridos e 1.925 mortos.

Os números mostram que a maioria das vítimas continua sendo homens (66,45%). Os jovens de 18 a 29 anos (28,60%) e os adultos de 30 a 39 anos (20,36%) foram as faixas etárias mais vulneráveis.


Mais informações AQUI

terça-feira, 23 de abril de 2019

Animais de estimação trazem benefícios à saúde em todas as fases da vida

Ter um pet melhora a sociabilidade dos idosos e melhora alergias em crianças
Que criança nunca pediu um bichinho de estimação para os pais? Os pais que atendem a esse pedido podem garantir não apenas diversão para a família, como também menos riscos dos seus filhos desenvolverem alegrias no futuro.
Um estudo da universidade de Alberta, no Canadá, aponta que 70% bebês que convivem com animais tem menos propensão para desenvolver alergias e obesidade. “Por mais impressionantes que sejam esses dados, é importante que sejam tratados com cautela. Se a criança possui quadro alérgico e tem crises severas, não deve ser exposta aos animais, mas para aquelas que não apresentam tanta sensibilidade, o contato é benéfico”, afirma Dr. Rafael Ayvazian, médico de família e comunidade da clínica de Atenção Integral à Saúde da Central Nacional Unimed em Santo André.
Os animais contribuem também para a criação de senso de responsabilidade nas crianças, assim como contribuem para o desenvolvimento cognitivo sendo grandes aliados no tratamento de crianças com autismo.
Não são apenas as crianças que se beneficiam da companhia dos animais. Um estudo divulgado pela Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, aponta que 90% dos idosos que têm cães, gatos ou pássaros relatam uma melhoria na qualidade de vida e no ânimo e, 80% apontam redução no estresse. “A solidão é uma das principais queixas dos idosos, muitos moram sozinhos e não convivem tanto com os filhos e netos. Nesses casos, os animais conseguem suprir essa falta de contato, além disso, fazem com que os idosos tenham que se movimentar mais e se sintam úteis, uma vez que o bicho de estimação necessitará de cuidados”, afirma Ayvazian.
Animais abandonados
Mesmo trazendo todos esses benefícios à saúde, é preciso pensar bem antes de adquirir um animal, pois segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), há cerca de 30 milhões de animais abandonados no Brasil, desse número pelo menos 60% deles são cachorro.
“Muitas pessoas acham que ter um bichinho é simples, mas como qualquer ser vivo demandam bastante atenção e dinheiro. O tutor precisa ter muita consciência de que será responsável pela vida e bem-estar do animal por até 20 anos e, como nós, possui necessidades específicas, também fica doente e precisa de companhia e carinho”, explica Kátia Okumura, gerente de Comunicação, Eventos e Sustentabilidade da Central Nacional Unimed.
As feiras de adoção são uma forma de adquirir um animal e, ao mesmo tempo, reduzir a população de animais de rua. No dia 27 de abril, a ONG Toca dos Peludos realizará uma com o apoio da Central Nacional Unimed na praça Nossa Senhora Aparecida, em Moema. Cerca de 20 animais estarão disponíveis para adoção, entre cães e gatos. Para adotar é necessário ser maior de 18 anos e apresentar um documento oficial com foto. Todos os animais já estão castrados, vacinados e vermifugados.
“Nós já apoiamos a ONG há quatro anos e agora que somos responsáveis pela manutenção da Praça Nossa Senhora Aparecida podemos abrigar uma feira. O benefício trazido pelos animais à vida dos tutores é notável, por isso estamos cada vez mais empenhados em realizar mais eventos como esse que nos aproxime da comunidade”, complementa Kátia.
A Central Nacional Unimed arcará com a Taxa de Adoção de todos os animais, uma prática comum de instituições protetoras, que inclui a castração e vacinação dos bichinhos, além de cuidados veterinários dos próximos animais resgatados.
Sobre a Central Nacional Unimed
A Central Nacional Unimed é a operadora nacional dos planos de saúde empresariais da marca Unimed. Sua carteira de clientes é composta por cerca de 1,6 milhão de clientes de grandes corporações brasileiras. Também trabalha com PME e foco regional em Salvador, São Luís, Brasília e São Paulo. Em 2018, a Central Nacional Unimed registrou receita de R$ 5,6 bilhões (+9,3% em relação a 2017). É considerada uma das melhores empresas para se trabalhar e uma das melhores para se iniciar a carreira. Faz parte do Sistema Unimed, composto por 346 cooperativas médicas presentes em todo o território nacional, que compartilham os valores do cooperativismo e o trabalho para valorização dos médicos e da medicina.
Sobre a ONG
Daura Pereira começou a cuidar de animais abandonados de uma praça do bairro do Jardim Guançã em 2007, nesse mesmo ano foi intimada a recolher todos os animais, caso contrário seriam encaminhados para o Centro de Zoonoses. Após a intimação, Daura, levou todos os animais para sua casa, um tempo depois conseguiu adquirir uma chácara em Mairiporã renovou suas esperanças e lá fundou a ONG Toca dos Peludos. Atualmente a Toca abriga cerca de 250 cães, 48 gatos, 1 Cavalo e 25 Galinhas.

Fonte: www.segs.com.br

quinta-feira, 11 de abril de 2019

Parkinsonismo: problema está relacionado a diversas doenças

Dr. André Dobrowolski*
Ao contrário do que muitos possam pensar, o parkinsonismo se refere a um grupo de diversas doenças que apresentam sintomas semelhantes, mas que estão associadas a outros problemas neurológicos, dentre elas está a Doença de Parkinson (DP).
Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) apontam que aproximadamente 1% da população mundial com idade superior a 65 anos tem a doença. Já no Brasil, segundo o Ministério da Saúde, cerca de 200 mil pessoas sofrem com o problema.
A Doença de Parkinson pode ter causa hereditária, mas representa a minoria dos pacientes, cerca de 15%. A grande maioria dos casos novos são episódios aleatórios do ponto de vista familiar (qualquer pessoa correrá eventualmente o risco de desenvolver a doença). É notório como o número de casos da doença vem aumentando com o passar dos anos. Essa condição será cada vez mais presente, principalmente quando se leva em consideração que a população brasileira passa por um processo natural de envelhecimento com o aumento da expectativa de vida. Sabe-se que o Parkinson é mais comum após a sexta década de vida – cerca de 1% dos indivíduos com 60 anos ou mais terão a doença – isso nos permite apontar a idade como um dos fatores de risco principais.
A doença crônica e degenerativa ocorre devido a uma redução dos neurônios com dopamina, substância química neurotransmissora responsável pelos movimentos musculares. Sem receber a dopamina, o organismo para de funcionar como deveria e os movimentos são diretamente afetados. Com essa degeneração, alguns sintomas começam a se manifestar, como os tremores – que aparecem em cerca de 70% dos pacientes; rigidez muscular; bradicinesia (termo científico para definir uma lentidão intensa para executar os movimentos); instabilidade para andar (passos curtos e arrastados), face em máscara (sem expressão), instabilidade na postura com possíveis quedas ao solo, alterações na fala e na escrita. Vale lembrar que não é necessário que a pessoa possua a combinação completa dos sintomas mencionados acima. A existência de dois ou mais desses achados já indica alguma possibilidade de estarmos diante da Doença de Parkinson ou de outra doença do grupo do Parkinsonismo e já justifica uma avaliação neurológica direta e cuidadosa.
A Doença de Parkinson é dividida em três fases: na primeira, considerada leve, o paciente é independente para as atividades; na moderada ele mantém a independência, mas necessita de ajuda para determinadas atividades; e, por fim, na avançada, quando apresenta limitação e dependência para as atividades diárias.

Dentre as opções de tratamento estão o uso de medicamentos, realização de fisioterapia, fonoterapia, terapia ocupacional, apoio de psicólogos, nutricionistas e, em alguns casos, procedimentos cirúrgicos. Existe também a estimulação cerebral profunda, que ajuda a diminuir os efeitos do Parkinson. Mas ela só é funcional no estágio moderado da doença, para pessoas até no máximo 80 anos de idade e em casos indicados pelo neurologista.
Sintomas motores da Doença de Parkinson:
Tremores em mãos e braços;
Rigidez muscular – “travar” para executar movimentos;
Bradicinesia – lentidão intensa para executar movimentos;
Perda da expressão facial;
Desequilíbrio, instabilidade e quedas ao solo;
Redução do piscar de olhos;
Alteração na fala;
Aumento de salivação;
Micrografia, isto é, a caligrafia da pessoa se altera e as letras escritas tornam-se menores;
Incontinência urinária;
Sensação de pernas inquietas ao deitar/dormir.
Sintomas não-motores da Doença de Parkinson:
Demência;
Depressão;
Alterações no sono;
Raciocínio lento;
Hiposmia (perda parcial do olfato).
Doenças do grupo dos Parkinsonismos, que podem se parecer com a Doença de Parkinson, mas demandam tratamento diferenciado:
Paralisia Supranuclear Progressiva (PSP);
Atrofia de Múltiplos Sistemas (AMS);
Doença por Corpos de Lewy (DCL);
Degeneração Ganglionar Córtico-Basal (DCB);
Complexo Parkinsonismo-Demência-Esclerose Lateral Amiotrófica.
*Dr. André Dobrowolski, especialista em Neurologia do Hospital VITA (Curitiba - PR)
Sobre o Hospital VITA - A primeira unidade da Rede VITA no Paraná foi inaugurada em março de 1996, no Bairro Alto, e a segunda em dezembro de 2004, no Batel. O VITA foi o primeiro hospital brasileiro a conquistar, no início de 2008, a Acreditação Internacional Canadense CCHSA (Canadian Council on Health Services Accreditation). A certificação de serviços de saúde avalia a excelência em gestão e, principalmente, a assistência segura ao paciente. Além disso, o VITA é um dos hospitais multiplicadores do Programa Brasileiro de Segurança do Paciente (PBSP). Ele visa disseminar e criar melhorias inovadoras de qualidade e segurança do paciente. Integra também o grupo de hospitais da Associação Nacional de Hospitais Privados - ANAHP. O VITA oferece atendimento 24 horas e é referência nas áreas de cardiologia, cirurgia geral, neurologia, cirurgia bariátrica, medicina de urgência, urologia, terapia intensiva, traumato-ortopedia e pediatria. Além disso, dispõe de um completo serviço de medicina esportiva, prestando atendimento a atletas de diversas modalidades; serviço de oncologia; Centro Médico e Centro de Diagnósticos. Para garantir um alto nível de qualidade nos serviços prestados aos pacientes, o VITA tem investido em ampliação da infraestrutura, tratamentos com equipes multidisciplinares, modernização dos equipamentos, humanização no atendimento, qualificação dos profissionais e segurança assistencial. www.hospitalvita.com.br

Fonte: www.segs.com.br

domingo, 7 de abril de 2019

Três em cada cem mortes no país podem ter influência do sedentarismo

Praticar esportes é fundamental para o corpo e para a mente e ajuda a prevenir doenças como diabetes e hipertensão. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), o sedentarismo é considerado o quarto maior fator de risco de mortes no mundo.


Fonte: brasil.gov.br

terça-feira, 19 de março de 2019

Onda de massacres nos últimos dias evidencia a importância do seguro

O seguro nem sempre cobre os danos causados em ataques de fanáticos e/ou terroristas, como os que aconteceram nos últimos dias, em uma escola pública de Suzano (SP), em uma mesquita da Nova Zelândia e, nesta segunda-feira (18), na Holanda. Mas, sempre há uma alternativa que pode ser utilizada pelas pessoas ou empresas para amenizar ou ressarcir os prejuízos ou indenizar as famílias de pessoas eventualmente afetadas.
Ao comentar para o CQCS a importância do seguro nesses casos e indicar os produtos que atenderiam as pessoas afetadas, o consultor Sergio Ricardo afirmou que, a princípio, se tratam de “riscos fundamentais”, contra os quais apenas o Estado deveria fazer frente. Contudo, nem sempre se pode dizer que se trata de terrorismo. “Como temos visto, há ataques realizados por esquizofrênicos não aliados a grupos terroristas”, frisou o consultor.
Nesse contexto, além de seguros de Responsabilidade Civil, guardadas as escusas em relação a possíveis situações de risco restritas nas condições gerais do seguro, ele crê que as pessoas devem passar a se preocupar com os seus próprios seguros de pessoas, assim como os empregadores. “O mesmo deve ser feito pelos empreendimentos que realizam eventos e/ou têm muitas pessoas como clientes que frequentam esses estabelecimentos (escolas, por exemplo)”, acrescenta Sergio Ricardo.
Por fim, ele alerta que, nesses “lamentáveis” ataques de fanáticos e fundamentalistas de todas as origens sempre há uma dúvida sobre quem deveria prover segurança. “Por isso, não se descarta que estabelecimentos comerciais possam ser arrolados em processos judiciais das famílias das vítima

Fonte: CQCS

terça-feira, 12 de março de 2019

Sompo alerta para cuidados a serem tomados para evitar danos decorrentes de enchentes e alagamentos

Seguradora já conta com equipe especializada para atender ocorrências decorrentes das fortes chuvas que atingiram São Paulo na noite de domingo. Período do verão é quando mais acontecem indenizações por conta de alagamentos no Brasil

A Sompo Seguros S.A., empresa do Grupo Sompo Holdings – um dos maiores grupos seguradores do mundo, criou uma estrutura especial para atender às ocorrências relacionadas aos sinistros que venham a ser registrados por conta das fortes chuvas que atingiram a região da Grande São Paulo desde a noite deste domingo (10 de março). Segundo dados do Governo do Estado de São Paulo, o Corpo de Bombeiros atendeu 1.267 ocorrências relacionadas às chuvas na Região Metropolitana de São Paulo entre domingo e às 20h00 de segunda-feira (11 de março). “No período entre outubro e março há um aumento das ocorrências de sinistros por alagamentos que afetam segurados principalmente dos ramos Automóvel, Residencial, Condomínio e Empresarial. Nossa equipe já conta com uma infraestrutura para dar suporte ao aumento na demanda em casos dessa natureza a fim de agilizar o processo de indenização”, observa Andreia Paterniani, diretora da área de Sinistros da Sompo Seguros.
A seguradora mobilizou uma equipe técnica com objetivo de viabilizar imediato atendimento às ocorrências. “Nessas situações trabalhamos com prioridade máxima ao atendimento com o único propósito de indenizarmos os prejuízos no menor prazo possível”, lembra Andreia.
Desde a noite deste domingo, dia 10 de março, as fortes chuvas atingiram várias regiões do Estado de São Paulo. Vários pontos da capital paulista e do ABC estão entre as áreas mais afetadas, o que resultou na interrupção total ou parcial do transporte público, a exemplo do transporte sobre trilhos e linhas de ônibus. A cidade de São Bernardo do Campo decretou situação de calamidade pública (Decreto Municipal nº. 20.696/2019). Foram noticiados e circularam nas redes sociais diversos vídeos sobre pontos de alagamentos que arrastaram veículos, alagaram casas, comércios e shopping centers. Rodovias como a Rio-Santos (São Sebastião), Tamoios (Caraguatatuba), Anchieta, Imigrantes e Mogi-Bertioga registraram trânsito lento, congestionamento, pontos de alagamentos ou deslizamentos de terra.
Segundo dados divulgados pelo Governo do Estado de São Paulo, as medições pluviométricas no início deste mês mostram índices muito acima das médias históricas de chuva. Em Santo André, por exemplo, choveu 182 mm até o final da manhã desta segunda-feira, dia 11, o equivalente a 80% da média para todo o mês de março. Em São Bernardo do Campo e Ribeirão Pires, o registro do mesmo período correspondeu a 78% e a 74% das médias mensais, respectivamente.

Coberturas
A cobertura de alagamentos é, atualmente, contemplada em diversos ramos de seguro.
No seguro Automóvel, a cobertura básica já contempla sinistros em que há submersão parcial ou total do veículo em água doce proveniente de enchentes ou inundações, inclusive nos casos de veículos guardados no subsolo. Um incremento implementado na Assistência 24 Horas é que, ocorrendo eventos em decorrência de enchente e inundação, a Sompo Seguros providencia a remoção e, para os clientes do plano Vip, a limpeza e higienização das partes afetadas do veículo.
Já nos seguros Residencial, Condomínio e Empresarial, esta é uma cobertura adicional que garante ao segurado a indenização até o Limite Máximo de Indenização (ou LMI, que é o valor máximo de indenização estipulado na apólice) por perdas e danos materiais causados pela entrada de água no imóvel proveniente de aguaceiro, tromba d’água ou chuva; enchentes; água proveniente de ruptura de encanamentos, canalizações, adutoras e reservatórios (desde que não pertençam ao imóvel segurado, nem ao edifício do qual faça parte integrante) e alagamentos ou inundações causadas pelo aumento de volume de águas de rios e canais.

Cuidados
Andreia alerta que a melhor saída em situações de enchente é evitar o deslocamento, caso esteja em local seguro. “É importante que as pessoas compreendam que jamais se deve passar por áreas alagadas. Não há como prever se há buracos, madeira ou material cortante submersos que possam ferir. Além disso, a força da água, geralmente, é maior do que se estima. Todos esses são fatores que colocam a vida em risco. E a principal preocupação em momento de enchente é com a integridade humana”, observa Andreia
Mas, caso não haja outra alternativa, algumas medidas de segurança podem ajudar. Veja algumas delas:

Veículo:
  • Procure estacionar o veículo em local elevado e estacionamento fechado;
  • Caso não tenha estacionamento por perto, procure estacionar em ruas que não sejam aclives (subidas) ou declives (descidas), nem tampouco em ruas que ficam em regiões baixas, perto de declives;
  • Procure sempre tomar conhecimento das ruas e regiões com maior incidência de alagamentos e mude sua rota para não passar por elas;
  • Não enfrente a enchente. Essa é uma atitude que pode colocar sua vida em risco, além de provocar danos ao seu veículo;
  • Caso o nível de água esteja abaixo da metade da roda, procure acessar uma via próxima, sem avançar mais ainda na via alagada. Como não é possível observar o caminho em que está dirigindo, fica impossível saber dos obstáculos à sua frente (buracos, pedaços de madeira etc);
  • Caso seja apanhado pela enchente, abandone o carro caso a água atinja a altura do batente. A partir desse nível, o veículo pode começar a boiar, o que coloca sua vida em risco;
  • Em caso de enchente procure se abrigar em local seguro e coberto, longe da correnteza, de árvores ou correntes elétricas.

Imóveis:
  • Caso a água invada sua casa, prédio ou empresa; procure um local seguro e elevado, de preferência longe do alagamento;
  • Mantenha sempre água potável, roupas e remédios à mão, caso tenha que sair rápido de sua casa;
  • Desconecte aparelhos elétricos das tomadas e feche os registros de entrada de água e gás;
  • Evite contato com água ou lama de enchentes e não deixe que crianças brinquem no local, já que a água contaminada traz risco de doenças como hepatite e leptospirose;
  • Jogue fora alimentos e medicamentos que tiveram contato com água de alagamentos;
  • Caso tenha que efetuar limpeza no imóvel atingido por alagamento, use botas e luvas de borracha para evitar contato da pele com água contaminada;
  • Utilize água sanitária na proporção de dois copos (400 ml) do produto para um balde de 20 litros de água para limpeza do chão, paredes e objetos atingidos por enchente;
  • Não utilize nem efetue teste em equipamentos elétricos que tenham sido molhados ou que estejam em locais que foram inundados, devido às chances de choque elétrico ou curto circuito;
  • Caso você more ou trabalhe em áreas com histórico de alagamentos, consulte sempre a previsão do tempo para saber do risco de alagamentos nos locais em que frequenta.

Sobre a SOMPO Seguros S.A
A Sompo Seguros S.A. é uma empresa do Grupo Sompo Holdings, um dos maiores grupos seguradores do Japão e do mundo. Resultado da integração das operações da Marítima Seguros, companhia fundada em Santos em 1943, e da Yasuda Seguros, que está no Brasil desde 1959; a companhia atua nas áreas de Seguros Corporativos (Auto Frotas, Empresariais, Riscos Nomeados e Operacionais, Transportes, Engenharia, Responsabilidade Civil, Garantia, Agrícola, Penhor Rural e Benfeitorias, Vida em Grupo, Acidentes Pessoais Coletivo, entre vários outros) e Pessoais (Auto, Residencial e Acidentes Pessoais); bem como na área de Seguro Saúde. Atualmente a empresa conta com filiais em todas as regiões brasileiras.
O Grupo Sompo Holdings tem sua origem no Japão, atua há 130 anos no mercado de seguros e hoje conta com subsidiárias nos cinco continentes. No Japão, disponibiliza uma vasta gama de seguros nas áreas de Ramos Elementares, Vida e Acidentes Pessoais, além de outros produtos financeiros e serviços a fim de propiciar incremento na segurança, saúde e bem-estar dos clientes.

Fonte: Willian Parron/Sompo Seguros

sexta-feira, 1 de março de 2019

Dicas para viajar com segurança no Carnaval

Março de 2019 – Chegou o Carnaval! Seja para curtir os desfiles, pular os blocos ou descansar, o feriado prolongado é sempre muito aguardado pelos brasileiros. Durante os quatro dias de descanso, muitos optam por viajar, o que eleva significativamente o tráfego nas rodovias brasileiras, sendo necessário o cuidado redobrado dos motoristas para evitar imprevistos.
Mas, quais são os fatores prioritários a se atentar? Para auxiliá-los nesta dúvida, Adriano Reginaldo, Diretor de Operações da Mondial Assistance, empresa líder em assistência 24h e seguro viagem, separou algumas dicas valiosas para garantir a chegada ao destino, seja na ida ou na volta, com tranquilidade:

Faça um check-up no veículo
A manutenção do veículo deve estar sempre em dia. Porém, ao decidir pegar a estrada, o check-up precisa ser reforçado uma semana antes, atestando as boas condições do veículo.  “Um mecânico de confiança deve checar as luzes das lanternas dianteiras e traseiras, pneus, freios, fluidos, limpadores de para-brisa, correias, bateria, sistema elétrico etc. Afinal, o pleno funcionamento dos componentes gera segurança e mantém o condutor em dia com a legislação de trânsito, evitando possíveis multas por falta de sinalização e más condições do veículo”, completa.

Fique atento às condições climáticas
Independente das condições meteorológicas favoráveis, é sempre importante se precaver para as chuvas intensas, que costumam ser recorrentes nesta época do ano. “Em caso de tempestade, se não for possível parar o carro em um lugar coberto e seguro, o recomendado é reduzir a velocidade e manter uma distância segura do carro à frente, minimizando chances de acidentes, frenagens bruscas e, até mesmo, aquaplanagem”, pontua.

Confira se o kit de emergência está em dia
Mesmo com todos os cuidados anteriores à viagem, incidentes podem acontecer – como um furo no pneu – e estar pronto para eles é a melhor solução. “Antes de embarcar no carro rumo à folia, verifique se o estepe e os equipamentos de segurança, como triângulo, chave de roda e macaco estão aptos a serem usados”, alerta.

Cuidados com a saúde
Segundo Adriano, ficar muito tempo na mesma posição, não se alimentar direito ou ingerir bebidas alcoólicas podem gerar, respectivamente, desconfortos e impactos bem negativos. “Para as viagens de longa distância, o percurso deve ter algumas pausas, que servirão para realizar uma alimentação leve, alongar o corpo e relaxar da tensão de um eventual trânsito. Bebidas alcoólicas são proibidas ao condutor pela legislação e não devem ser ingeridas devido ao risco de incidentes e acidentes individuais ou coletivos”, ressalta.


Garanta entretenimento para as crianças
Viagens longas tendem a ser cansativas para os pequenos, principalmente em trajetos longos. Por isso, Adriano recomenda que os responsáveis planejem brincadeiras e jogos simples, mas que sejam passíveis de serem aplicados dentro do carro ou um maior número de pausas, as estimulando com leves caminhadas ou interações que resultem no relaxamento por meio lúdico.


Fonte: Mondial Assistance

sábado, 16 de fevereiro de 2019

domingo, 20 de janeiro de 2019

Governo publica lista de feriados e pontos facultativos em 2019

O governo federal publicou no Diário Oficial da União a lista com os feriados e pontos facultativos da administração federal em 2019. A lista não inclui feriados estaduais e municipais.

Para mais informações clicar AQUI

Fonte: Agência Brasil

sábado, 19 de janeiro de 2019

OMS lista as 10 principais ameaças para a saúde em 2019

Alerta inclui impactos causados pela poluição e mudanças climáticas


Surtos de doenças preveníveis por vacinação, altas taxas de obesidade infantil e sedentarismo, além de impactos à saúde causados pela poluição, pelas mudanças climáticas e pelas crises humanitárias. Estes são alguns dos itens que integram a lista das 10 principais ameaças à saúde global em 2019, divulgada nesta semana pela Organização Mundial da Saúde (OMS).
A entidade pretende colocar em prática um novo plano estratégico, com duração de cinco anos, com o objetivo de garantir que 1 bilhão de pessoas a mais se beneficiem do acesso à saúde e da cobertura universal de saúde; estejam protegidas de emergências de saúde; 1 bilhão desfrutem de melhor saúde e bem-estar.

De acordo com a OMS, são as seguintes as questões que vão demandar mais atenção da organização e de seus parceiros neste ano:

Poluição do ar e mudanças climáticas

A estimativa da Organização Mundial da Saúde é que nove em cada 10 pessoas respiram ar poluído todos os dias. Poluentes microscópicos podem penetrar nos sistemas respiratório e circulatório, danificando pulmões, coração e cérebro, o que resulta na morte prematura de 7 milhões de pessoas todos os anos por enfermidades como câncer, acidente vascular cerebral e doenças cardiovasculares e pulmonares.

Doenças crônicas não transmissíveis

Dados da entidade mostram que doenças crônicas não transmissíveis, como diabetes, câncer e doenças cardiovasculares, são responsáveis por mais de 70% de todas as mortes no mundo – o equivalente a 41 milhões de pessoas. Isso inclui 15 milhões de pessoas que morrem prematuramente (entre 30 e 69 anos), sendo que mais de 85% dessas mortes prematuras ocorrem em países de baixa e média renda.

Pandemia de influenza

O mundo enfrentará outra pandemia de influenza – a única coisa que ainda não se sabe é quando chegará e o quão grave será. O alerta é da própria OMS, que diz monitorar constantemente a circulação dos vírus para detectar possíveis cepas pandêmicas.

Cenários de fragilidade e vulnerabilidade

A entidade destacou que mais de 1,6 bilhão de pessoas – 22% da população mundial – vivem em locais com crises prolongadas (uma combinação de fatores como seca, fome, conflitos e deslocamento populacional) e serviços de saúde mais frágeis. Nesses cenários, metade das principais metas de desenvolvimento sustentável, incluindo saúde infantil e materna, permanece não atendida.

Resistência antimicrobiana

A resistência antimicrobiana – capacidade de bactérias, parasitos, vírus e fungos resistirem a medicamentos como antibióticos e antivirais – ameaça, segundo a OMS, mandar a humanidade de volta a uma época em que não conseguia tratar facilmente infecções como pneumonia, tuberculose, gonorreia e salmonelose. “A incapacidade de prevenir infecções pode comprometer seriamente cirurgias e procedimentos como a quimioterapia”, alertou.

Ebola

No ano passado, a República Democrática do Congo passou por dois surtos de ebola, que se espalharam para cidades com mais de 1 milhão de pessoas. Uma das províncias afetadas também está em zona de conflito ativo. Em dezembro, representantes dos setores de saúde pública, saúde animal, transporte e turismo pediram à OMS e seus parceiros que considerem 2019 um "ano de ação sobre a preparação para emergências de saúde".

Atenção primária

Sistemas de saúde com atenção primária forte são classificados pela entidade como necessários para se alcançar a cobertura universal de saúde. No entanto, muitos países não têm instalações de atenção primária de saúde adequadas. Em outubro de 2018, todos os países-membro se comprometeram a renovar seu compromisso com a atenção primária de saúde, oficializado na declaração de Alma-Ata em 1978.

Vacinação

Segundo a OMS, a relutância ou a recusa para vacinar, apesar da disponibilidade da dose, ameaça reverter o progresso feito no combate a doenças evitáveis por imunização. O sarampo, por exemplo, teve aumento de 30% nos casos em todo o mundo. “[A vacina] é uma das formas mais custo-efetivas para evitar doenças – atualmente, previnem-se cerca de 2 milhões a 3 milhões de mortes por ano", diz a OMS. Além disso, 1,5 milhão de mortes poderiam ser evitadas se a cobertura global de vacinação tivesse maior alcance.

Dengue

Um grande número de casos de dengue é comumente registrado durante estações chuvosas de países como Bangladesh e Índia. Dados da OMS mostram que, atualmente, os casos vêm aumentando significativamente e que a doença já se espalha para países menos tropicais e mais temperados, como o Nepal. A estimativa é que 40% de todo o mundo esteja em risco de contrair o vírus – cerca de 390 milhões de infecções por ano.

HIV

De acordo com a entidade, apesar dos progressos, a epidemia de Aids continua a se alastrar pelo mundo, com quase 1 milhão de pessoas morrendo por HIV/aids a cada ano. Desde o início, mais de 70 milhões de pessoas adquiriram a infecção e cerca de 35 milhões morreram. Atualmente, cerca de 37 milhões vivem com HIV no mundo. Um grupo cada vez mais afetado são as adolescentes e as mulheres jovens (entre 15 e 24 anos), que representam uma em cada quatro infecções por HIV na África Subsaariana.

Fonte: Agência Brasil