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A Corretora que representamos trabalha com as mais conceituadas e competentes Seguradoras do mercado; possui uma equipe de profissionais treinados, buscando sempre soluções de alta qualidade e preço justo. Nossa meta: Identificar as áreas de exposição e recomendar soluções de alta qualidade. Estamos em Campos dos Goytacazes desde 1998 e temos a proteção que você procura. A equipe de assistência das Seguradoras que representamos estão de prontidão para atender seus segurados de maneira rápida e eficiente.

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Prevenção é a melhor maneira de manter o veículo em bom funcionamento

Em vias onde há um movimento razoável de veículos é bastante comum ver um carro no acostamento. A cena é sempre igual: o condutor olhando para o motor com um semblante aflito ou no meio-fio sem saber o que fazer com o pneu furado. Todo motorista sabe que pode passar por essa situação e que ela não é nada agradável, mas quase ninguém se previne para evitar o embaraço.

Levar no porta-malas do carro um kit pode ser útil, mas é preciso saber usar as ferramentas que compõem o jogo de peças. Segundo o mecânico, Robério Neves, o fundamental é manter as ferramentas como triângulo de segurança, roda reserva (step), macaco e chave de rodas no porta-malas do veículo para garantir a segurança em caso de emergência. Outra dica que o profissional dá é deixar uma toalha ou plástico no interior do carro para - caso haja necessidade - poder deitar no chão e olhar por baixo do veículo. Uma lanterna e o telefone do mecânico de confiança também são itens indispensáveis para a hora do sufoco.

“Não recomendo a um leigo mexer por curiosidade ou desespero na mecânica do veículo. O estrago pode ficar ainda maior. De que adianta ter alicate, fita isolante, jogo de chave etc, se não souber usar? Os carros, cada vez mais, são máquinas complexas. É preciso ter conhecimento”, informa o profissional.

Manutenção preventiva é a palavra de ordem para quem quer evitar surpresas desagradáveis. Todas as peças têm prazo de validade. Os proprietários devem ficar atentos aos limites. Uma dica é observar os líquidos como óleo do motor, líquido de arrefecimento, fluido de freio e fluido de direção. Cada um possui uma coloração que deve ser observada, afinal ela serve como indicativo. Cor de ferrugem ou de terra é um sinal de que houve descuido.

Outra dica para evitar problemas é ler o manual do proprietário onde há informações sobre limpeza e cuidados com o veículo até conforto e convivência. Neves reforça a importância de os proprietários conhecerem os símbolos do painel de instrumentos e relembra que manter um kit de ferramentas não faz mal algum, desde que quem vá usá-lo saiba o que está fazendo.

Kit extra:

- Alicate;
- Chave Philips;
- Chave de fenda;
- Jogo de chave com combinação de nº 6 a nº 22;
- Fita isolante;
- Cabos auxiliares;
- Macaco elétrico de 12v (principalmente para as mulheres).
Fonte: site dicasautore.com.br


sábado, 26 de fevereiro de 2011

Seguro: Você conhece todos os benefícios que ele te oferece? .

Presidente do Clube dos Corretores de Seguros do ABC explica os benefícios agregados as apólices de seguros

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Assistência mecânica 24h, reparos elétricos, chaveiros e desconto em locação de carros. O seu seguro oferece isso?

Atualmente quase todos os segurados, quando contratam uma apólice de seguro, têm incluso essas assistências. Mas com a demanda crescente da contratação dos serviços de seguros e a concorrência acirrada do mercado, o segurado é beneficiado com os chamados “serviços adicionais da apólice”.

Para se diferenciar as seguradoras investem cada vez mais em ações que são revertidas em benefício real para o cliente e oferecem desde a assistência mecânica para o carro, até mesmo serviços pet para seu animal de estimação.

“Os consumidores de seguros compram junto com a apólice facilidades, serviços e descontos em diversos estabelecimentos. É possível obter vantagens em estacionamentos, programas culturais como teatros e shows, academias e outros. Além disso, reparos elétricos para a casa, conserto de eletrodomésticos entre outras facilidades também são disponibilizados para o cliente”, comenta Marcelino Odlevati, presidente do Clube dos Corretores de Seguros do ABC.

Acionar estes serviços e desfrutá-los é bastante simples e sem burocracia. “Hoje é muito comum o segurado usufruir dos serviços agregados na apólice. A ativação também é simples em uma ligação para a central de atendimento da sua seguradora, com o número do CPF ou placa do carro em mãos e a visita do técnico é agendada”, esclarece Odlevati.

Com o crescimento do mercado, que em 2010 ficou em torno de 12%, cursos de MBA com foco no mercado segurador já são realidade e as seguradoras buscam um profissional cada vez mais qualificado e capacitado para atender a essa nova realidade, com isso muitas oportunidades de emprego são criadas.
“Para ter acesso a todas essas vantagens é indispensável o auxílio de um profissional da área, como o corretor profissional de seguro devidamente regulamentado, que indicará a contratação do serviço adequado ao seu perfil, assim, o benefício será real e o relacionamento com a seguradora tranquilo”, finaliza Odlevati.
Fonte: site segs.com.br
Em Campos dos Goytacazes , o internauta pode receber instruções complementares, analisar custos/benefícios além de contratar o seguro do seu carro, de sua empresa e seus funcionários, de sua residência e demais ramos disponíveis no mercado segurador com profissional especializado no mercado .
Enviar e-mail para: c.barbosa2006@terra.com.br .
Consultor : Carlos Alberto Barbosa

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Mais brasileiros diminuem resistência ao seguro de vida

A mentalidade do brasileiro está mudando em relação à sua proteção. Há alguns anos, quando se falava em seguro de vida, pensava-se – automaticamente – em morte. A ideia hoje é outra e os consumidores estão entendendo, segundo analistas de finanças pessoais, que o seguro de vida é uma necessidade. Basta olhar os números da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi). Em 2010, o setor cresceu 11,9% até novembro frente ao mesmo período de 2009, movimentando R$ 8,1 bilhões. Ainda incipiente, a modalidade individual teve alta de 11%, com total de prêmios estimado em R$ 1 bilhão.

A expectativa é que esses números continuem crescendo, principalmente com a criação de produtos segmentados, destinados às classes C e D. A grande questão, de acordo com especialistas, é saber a melhor opção a contratar. De acordo com a consultora de finanças pessoais Maria Inês Prazeres, não é possível definir qual o melhor seguro de vida do mercado. O importante é definir qual produto se encaixa ao seu perfil.

Primeiro, é preciso saber a real necessidade de contratar um seguro e, em caso positivo, adequá-lo ao orçamento. Ela cita como exemplo o fato de uma pessoa (de qualquer idade) não ter dependente financeiro. “Por que contratar um seguro, então? Já a pessoa que, em sua falta, compromete o padrão de vida de outras pessoas, deve preocupar-se em garantir uma eventualidade”, pondera a especialista.

Opções não faltam no mercado. A Allianz tem diversas condições de contrato, que inclui o seguro individual com prazo de vigência de cinco anos. “De acordo com a idade, coberturas e a apólice, os prêmios (valores pagos mensalmente pelos clientes) podem partir de R$ 17”, afirma o diretor executivo de vida, atuária e precificação da seguradora, Olívio Luccas Filho. Mas o seguro é garantia ou investimento? “Se a pessoa busca investimento, deve procurar opções de investimento. Se busca proteção, a alternativa é o seguro”, define Maria Inês. A orientação é contratar o serviço enquanto a saúde está em dia. “Se a pessoa desenvolve uma doença e vai buscar o seguro de vida, pode correr o risco de ele ser negado”, pondera Olívio.

Em relação aos seguros de vida resgatáveis, Maria Inês afirma que é preciso avaliar se valem a pena, já que não se pode deixar de considerar o incentivo fiscal (leia-se deduções no IR), de alguns planos de previdência privada, como os PGBLs (Plano Gerador de Benefício Livre).

A médica Graciella Santos de Oliveira, de 31 anos, tem seguro de vida desde os 19 anos. A decisão, à época, foi tomada com um único objetivo: dar garantia financeira aos pais em caso de alguma fatalidade, já que eles são os beneficiados na apólice e venderam bens para bancar a faculdade particular de medicina da filha. Graciella conta que começou pagando R$ 25 por mês. Hoje, o custo é de R$ 40. “Se ocorrer alguma infelicidade, meus pais estão cobertos em R$ 150 mil”, conta a médica. Ela diz que não vê o seguro de vida como um investimento e não faz contas. “Fiz o seguro única e exclusivamente por segurança”, garante.

O vice-presidente da Fenaprevi, Renato Russo, diz que as empresas estão se movimento para aumentar o mercado. “É preciso simplificar o processo, inclusive com a possibilidade de contratação por meios remotos, como a internet”.

Fique atento

Principais vantagens e desvantagens dos planos de seguro de vida e dicas para não cair em armadilhas

Seguro é para pessoas que realmente necessitam de proteção pessoal e familiar

Deve-se ficar atento às coberturas. Existem modalidades que cobrem não só a falta, como também caso de invalidez. Pode-se contratar ainda o seguro profissional, que garante uma diária em caso de afastamento das atividades profissionais

Ao contratar um seguro, deve-se estar bem certo do que está adquirindo e ler com atenção todas as cláusulas do contrato

Verificar se o valor da mensalidade cabe tranquilamente no orçamento, evitando, assim, valores elevados

Não contratar seguro como patrimônio de herança

À medida que o seguro não for mais necessário, diminuir o valor ou mesmo cancelá-lo, no caso de não ser resgatável

Não fazer seguro pensando em investimento, já que o mercado oferece muitas opções de aplicações

Não adquirir seguro espelhado ao de um amigo, porque a necessidade dele pode ser bem diferente da sua

Avaliar se o que estão lhe oferecendo é vantagen para você ou para quem está lhe vendendo

Fugir das ofertas que garantem resolver os "problemas da vida"
Fonte: site diariodepernambuco.com.br

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Horário de verão termina no domingo em 10 Estados e no DF

A 37ª edição do horário brasileiro de verão, que começou no dia 17 de outubro de 2010, termina na passagem deste sábado para domingo, nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste do País. Ao chegar às 0h de domingo, os relógios dos 10 Estados dessas regiões e do Distrito Federal deverão ser atrasados em uma hora.

Após 126 dias de vigência, o horário de verão terminará nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal.

De acordo com o Ministério das Minas e Energia, o horário de verão é adotado sempre nesta época do ano por causa do aumento na demanda, resultado do calor e do crescimento da produção industrial às vésperas do Natal. Nesse período, os dias têm maior duração por causa da posição da terra em relação ao sol, e a luminosidade natural pode ser melhor aproveitada.

Histórico

O americano Benjamin Franklin foi a primeira pessoa a propor que se adiantasse os relógios para aproveitar melhor as horas de sol, em 1784, quando ainda não havia energia elétrica. Sua ideia, porém, não foi adotada pelo governo dos Estados Unidos. O primeiro país a utilizar a medida foi a Alemanha, durante a 1º Guerra Mundial.

No Brasil, o horário de verão foi adotado pela primeira vez no Brasil em 1931, com duração de cinco meses. Até 1967 a mudança no horário ocorreu 11 vezes. Desde 1985, no entanto, a medida vem sendo adotada sem interrupções, com diferenças apenas nos Estados em que esta mudança é adotada, e no período de duração.

Em 2008, um decreto presidencial instituiu que o horário de verão vai começar sempre à 0h do terceiro domingo de outubro e vai terminar à 0h do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano seguinte.Se a data coincidir com o domingo de Carnaval, o fim do horário de verão é transferido para o domingo seguinte.

Atualmente, adotam o horário especial vários países da União Europeia, a maioria das nações que formavam a União Soviética, a maioria do Oriente Médio (Irã, Iraque, Síria, Líbano, Israel, Palestina), parte da Oceania (Austrália, em parte do seu território, e Nova Zelândia), a América do Norte (Canadá, Estados Unidos e México), alguns da América Central (Cuba, Honduras, Guatemala, Haiti e Bahamas) e da América do Sul (Brasil, Argentina, Paraguai, Uruguai e Chile). No entanto, o período de vigência do horário de verão pode variar de acordo com o país.

Economia

Segundo dados do Ministério de Minas e Energia de 2010, anteriores à 37ª edição do horário de verão, desde 2000 a medida reduziu uma média de 4,6% na demanda por energia no horário de maior consumo (horário de "pico"), entre 18h e 21h. Isso significa que as usinas deixaram de gerar, no horário de maior carga, cerca de 2 mil megawatts a cada ano, ou 65% da demanda do Rio de Janeiro, ou 75% da de Porto Alegre.
Fonte: site terra.com.br

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Vítimas das tragédias sem seguro climático não terão como receber indenização

Rio de Janeiro - As vítimas das tragédias provocadas pelas recentes enchentes em todo o país que não tiverem feito cobertura nos contratos de seguros contra eventos naturais, os chamados seguros climáticos, não terão como receber indenização.

O alerta foi dado dia 27/01/2011 pelo diretor da Superintendência de Seguros Privados (Susep), Murilo Chaim à Agência Brasil. O órgão é vinculado ao Ministério da Fazenda e responde pelo controle e fiscalização do mercado segurador e ressegurador nacional.

Chaim disse que isso ocorre porque o princípio do seguro é a precificação do risco de acordo com as coberturas escolhidas. “Você paga o prêmio por aquele direito de cobertura. E se você não contratou, a seguradora não é obrigada a fazê-lo”.

O diretor destacou a necessidade de as pessoas terem um cuidado básico na hora de fazerem a contratação de um seguro residencial, por exemplo, destacando uma palavra chave: prevenção. “Antes da ocorrência de qualquer evento, cada consumidor deve ter muita atenção nas coberturas que está contratando nas apólices que estão sendo oferecidas”.

Para comprar conscientemente um seguro que atenda à sua necessidade, é importante que o consumidor leia as coberturas que estão sendo contratadas e os riscos que estão sendo excluídos. “Questões como risco de alagamento, riscos decorrentes da natureza, como queda de árvore, ou outros riscos correlatos. É bastante importante ver quais desses riscos você está contratando cobertura e se atende às suas necessidades”.

O segundo cuidado a ser tomado diz respeito às franquias e participações nos sinistros. “Isso é fundamental antes da contratação do seguro. Essa é a principal de todas as precauções que devem ser tomadas”.

No caso de ocorrência de enchentes ou outro tipo de evento climático, Chaim recomendou que a primeira ação a ser efetuada pelos segurados é avisar imediatamente o fato às seguradoras, relatando o sinistro e fornecendo outras informações que forem necessárias.

Ele informou que na etapa seguinte, referente à regulação, peritos das seguradoras vão ao local verificar a necessidade de informações adicionais e solicitar documentos estabelecidos na apólice, necessários para que se efetue o pagamento do sinistro. No caso das pessoas que perderam seus documentos, o diretor da Susep afirmou que as próprias seguradoras têm condições de fornecer a segunda via das apólices.

Na região serrana fluminense, devastada pela enxurrada do último dia 12 de Janeiro, por exemplo, muitas seguradoras instalaram postos avançados para atendimento aos clientes. No caso de documentação pessoal, Chaim lembrou que órgãos de serviços públicos também montaram postos de atendimento nos municípios afetados para apressar a emissão.

Fonte: site agenciabrasil.ebc.com.br

sábado, 12 de fevereiro de 2011

Princípios da direção defensiva

Recomendações buscam prevenir situações de perigos no trânsito

Segundo a Organização Mundial de Saúde, 90% dos acidentes de trânsito são causados por falha humana - 6% são por questões relacionadas à estrada e 4% por falhas mecânicas. No que tange aos motoristas, são três os principais problemas: imprudência, quando alguma regra é conscientemente quebrada; negligência, quando não há cuidado no cumprimento das normas; e imperícia, ou seja, falta da habilidade necessária à condução do veículo.

Para evitar os acidentes causados pelo homem foi formulada a direção defensiva, conjunto de recomendações de segurança que deve ser repassado a todos os motoristas durante as aulas na autoescola ou na renovação da Carteira Nacional de Habilitação.

As aulas de direção defensiva dividem-se em seis grandes assuntos

1. Dirigir com excesso ou escassez de luz

- em caso de via escura, o motorista pode se guiar pela faixa branca na lateral da pista;
- é preciso cuidado com o farol alto, que ofusca o motorista na via de sentido oposto. O indicado é baixar a luz quando outro veículo se aproximar na pista contrária;
- o farol alto também pode cegar temporariamente o carro da frente, quando a luz incide no retrovisor. Nesses casos, também é aconselhável diminuir o farol quando atrás de outro veículo no mesmo sentido;
- é indicado, sempre que possível, trafegar com luz baixa.

2. Dirigir em condições adversas de tempo

- neblina - diminui a visibilidade. Recomenda-se ligar o farolete ou os ou faróis baixos e só parar em locais com acostamento, sinalizando com o pisca;
- chuvas - a pista molhada diminui a aderência entre os pneus e o solo, o que pode gerar a aquaplanagem e perda de controle. Diminua a velocidade e freie com cuidado;
- granizo - como em outros casos de baixa visibilidade, o ideal é manter distância do carro da frente e ir devagar;
- vento - se o vento estiver transversal, a recomendação é abrir as janelas; se vier de frente, aconselha-se diminuir a velocidade. Atenção com objetos que podem ser arremessados contra os vidros.

3. Cuidado com a situação das estradas

- em caso de problemas na conservação das pistas, é indicado adequar a velocidade às condições observadas
- recomenda-se atenção a desvios, trechos em meia pista ou sem acostamento;
- em vias sem sinalização, atenção redobrada;
- definir o trajeto antecipadamente é uma forma de evitar conversões bruscas e velocidades abaixo das mínimas ao se procurar um endereço;
- em descidas, a indicação é usar o freio rápida e suavemente, e manter-se com a marcha engatada (em vez de fazer "banguela").

4. Cuidados com o veículo

- fazer a manutenção periódica do veículo é uma das medidas preventivas - pneus (calibragem e desgaste), limpador de para-brisas, quantidade de combustível, nível do óleo, condições das pastilhas de freio e funcionamento do motor são alguns dos itens que devem ser periodicamente checados.

5. Condições do motorista

- fatores físicos como cansaço, visão ou audição comprometidas diminuem a atenção e aumentam os riscos de acidente;
- comer demais ou deixar de se alimentar são atitudes que geram reflexos físicos não aconselháveis a um condutor;
- fatores emocionais e psiocológicos - nervosismo, tensão, inexperiência, excitação ou tristeza - também fazem o motorista perder o foco;
- dirigir com sono, embriado ou sobre efeito de substâncias tóxicas (remédios ou drogas) também não é aconselhável.

6. Como evitar colisões

- manter distância do carro da frente, para dar espaço a reações bruscas, em caso de atitudes inadvertidas do outro motorista;
- sinalizar corretamente as conversões;
- em cruzamentos não sinalizados, o veículo na via da direita tem preferência; se houver placa de "dê a preferência", vale a placa;
- quando em marcha ré, retorceder devagar e sempre observando os dois espelhos;
- Direção e celular não combinam: além de ser contra a lei atender ligações ao volante, o telefone desvia a atenção do condutor;
- da percepção do problema à reação por parte do motorista passam-se, pelo menos, dois segundos. Para medir esse intervalo, marque um ponto X e conte "três mil e um, três mil e dois" entre o instante em que o carro da frente passa pelo ponto e o em que o próprio carro passa por ali; se o veículo de trás cruzar o ponto antes dos dois segundos, é porque a distância está pequena.
Fonte: site revista.pensecarros.com.br

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

De olho na segurança do lar

Especialistas orientam o que deve ser observado antes de se fechar um contrato

Rio - Antes de comprar ou alugar um imóvel é importante ficar de olho em alguns detalhes que podem valer a vida. Portas e janelas que não fecham com facilidade, paredes rachadas, pilastras com fissuras ou ‘barrigas’, piso desalinhado, são alguns sinais de alertas naturais de que a casa corre riscos. O primeiro passo para evitar uma tragédia é garantir que o imóvel tenha o habite-se. Esse é o certificado de que técnicos da prefeitura avaliaram a construção. Para conferir se o bem foi licenciado, basta verificar se ele foi registrado em cartório de imóveis da região.

“Não basta ter o IPTU (Imposto Predial Territorial Urbano), nem a promessa de venda ou apenas a escritura. É importante verificar se o imóvel conta com certidão de ônus reais e o RGI (Registro Geral de Imóveis). Tanto quem compra ou aluga pode pedir a certidão no cartório local e se certificar que o imóvel é seguro”, orienta Casimiro Vale, presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (Creci-RJ).

Observe a vizinhança

O segundo passo é ficar atento à região onde a casa foi construída. Proximidade de encostas com moradias irregulares, pedras ameaçadoras, árvores inclinadas e filetes de água no morro formam uma combinação perigosa. “Mesmo que o imóvel esteja licenciado, em casos de chuva forte pode haver efeito dominó, pois a região sofreu forte desmatamento e tem indícios de que o solo está instável”, alerta Antonio Eulálio, do Conselho Regional de Engenharia do Rio (Crea-RJ).

Outra dica é observar se a moradia está localizada na rota de escoamento da água e a 30 metros da margem de rios. “Para ver se o imóvel tem histórico de desabamento basta ligar para 199”, orienta Marcio Motta, coordenador operacional da Defesa Civil do Rio.

“Só o seguro de incêndio não protege de desabamentos”

- Diferentemente do que a maioria pensa, o seguro habitacional é mais barato do que o de automóvel, porém menos completo. Especialistas alertam para a necessidade de o contrato conter cláusulas adicionais que garantam uma cobertura mais ampla, especialmente aos moradores de áreas de risco. Isto é, localidades próximas a encostas e rios.

- “Normalmente as pessoas fazem o seguro só contra incêndio. Mas a cobertura protege apenas contra fogo, explosão, problemas de fiação e o desmoronamento em decorrência de explosão por gás ou pelo próprio incêndio. No Brasil não há uma cultura de seguros habitacionais, diferentemente do automóvel. As pessoas apostam no risco, acham que nunca acontecerá”, avalia João Luiz Cunha Santos, especialista em seguros do escritório Carlos de Laet.

- Presidente do Sincor-RJ (Sindicato dos Corretores de Seguros), Henrique Brandão, destaca que é necessário que o contrato de seguro contra incêndio tenha cláusulas adicionais que garantam também a proteção contra alagamentos e desmoronamentos. É importante que se contrate um corretor para efetuar a avaliação da melhor cobertura.

- Para quem mora em prédio, um outro alerta. A cota de incêndio paga junto com o condomínio garante a cobertura apenas das áreas comuns do edifício, como garagem, play, corredores, etc. Os apartamentos estão fora dessa proteção. Cada proprietário tem que contratar o seu.
Fonte: site odia.terra.com.br

Novos critérios para chamadas locais entram em vigor em 120 dias

A nova configuração que permitirá a realização de chamadas telefônicas a custo de ligação local entre todos os municípios de uma mesma região metropolitana ou de região integrada de desenvolvimento que contenham continuidade geográfica e o mesmo código nacional de área (DDD) entrará em até 120 (cento e vinte) dias. O novo Regulamento sobre Áreas Locais para o Serviço Telefônico Fixo Comutado destinado ao Uso do Público em Geral (STFC), aprovado pela Resolução 560, de 21 de janeiro de 2011, foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial da União (DOU).

O regulamento publicado hoje amplia os critérios de definição de áreas locais, que passa a abranger o conjunto de municípios pertencentes a uma região metropolitana ou região integrada de desenvolvimento (Ride) que tenham continuidade geográfica e pertençam a um mesmo código nacional de área (DDD). As alterações contemplam 39 (trinta e nove) regiões metropolitanas e 3 (três) regiões integradas de desenvolvimento, que beneficiará, direta ou indiretamente, até 68 milhões de pessoas em todo o Brasil, em cerca de 560 municípios.

As regiões metropolitanas e regiões integradas de desenvolvimento contempladas no Regulamento são: Porto Alegre (RS), Curitiba (PR), Londrina (PR), Maringá (PR), Baixada Santista (SP), Campinas (SP), Belo Horizonte (MG), Vale do Aço (MG), Rio de Janeiro (RJ), Grande Vitória (ES), Distrito Federal e Entorno (DF/GO/MG), Goiânia (GO), Vale do Rio Cuiabá (MT), Salvador (BA), Pólo Petrolina e Juazeiro (PE/BA), Aracaju (SE), Maceió (AL), Agreste (AL), Campina Grande (PB), João Pessoa (PB), Recife (PE), Natal (RN), Cariri (CE), Fortaleza (CE), Sudoeste Maranhense (MA), Grande Teresina (PI/MA), Belém (PA), Macapá (AP), Manaus (AM), Capital (RR), Central (RR), Sul do Estado (RR), Florianópolis (SC), Chapecó (SC), Vale do Itajaí (SC), Norte/Nordeste Catarinense (SC), Lages (SC), Carbonífera (SC), Tubarão (SC). Quanto às regiões de Foz do Rio Itajaí (SC), Grande São Luís (MA) e São Paulo (SP), todos os seus municípios já são considerados uma mesma área local.

O novo regulamento também estabelece que as novas situações que se enquadrem na definição de Áreas com Continuidade Urbana ou em decorrência de solicitação fundamentada por parte da concessionária de telefonia fixa na modalidade do serviço local serão revistas anualmente. As revisões de configuração da área local resultante da criação ou da alteração de regiões metropolitanas ou de Rides ocorrerão junto com as revisões quinquenais dos Contratos de Concessão

Maiores informações no link http://www.anatel.gov.br/
Fonte: site anatel.gov.br

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

MS alerta para alimentos contaminados por animais peçonhentos

O Ministério da Saúde emitiu um alerta para o risco provocado por água e alimentos contaminados e por animais peçonhentos, sobretudo neste período de alto índice de enchentes no país.

De acordo com a pasta, o cuidado com a alimentação é uma das principais medidas para proteger a saúde durante e após a ocorrência de enchentes. Consumir alimentos que entraram em contato com a água ou a lama da enchente pode causar doenças e, até mesmo, levar à morte. A orientação é dar preferência a alimentos não perecíveis e evitar legumes, verduras e carnes.

Todos os alimentos que estiverem com cheiro, cor e aspecto fora do normal – úmidos, mofados ou murchos – devem ser descartados. Os alimentos em embalagens de plástico lacradas, mas que tiveram contato com água de enchente, também devem ser jogados fora. O mesmo se aplica aos que estiverem acondicionados em latas amassadas, enferrujadas ou semi-abertas.

Outra medida importante a ser tomada em situações de enchente é cuidar da qualidade da água a ser consumida, seja para ingestão, preparo de alimentos ou higiene. O ministério recomenda que métodos caseiros de purificação da água sejam adotados para que haja a eliminação de bactérias, vírus e parasitas.

A melhor forma de limpar a água e torná-la apropriada para o consumo humano é filtrá-la e, depois, fervê-la. Para filtrar a água, pode ser usado um filtro doméstico, um coador de papel ou um pano limpo. Depois, é preciso ferver a água. Caso não seja possível fervê-la, a água precisa ser tratada com hipoclorito de sódio (2,5%) ou água sanitária – duas gotas do produto para cada litro de água. Em seguida, deve-se deixar descansar por 15 minutos.

Em relação ao alerta para animais peçonhentos, o ministério explicou que os alagamentos fazem com que esses animais saiam de seus esconderijos naturais, procurando abrigo dentro das casas. A orientação é utilizar equipamentos de proteção individual como luvas, botas, calçados fechados e de estrutura rígida. É preciso ainda cuidado na limpeza da casa, durante o deslocamento de móveis e outros objetos.

Caso um animal peçonhento seja encontrado, a pessoa deve se afastar com cuidado, evitar assustar ou tocar o animal, mesmo que pareça morto, e procurar a Vigilância Ambiental. Caso a pessoa seja picada, é recomendado limpar o local com água e sabão e manter a vítima em repouso até a chegada de socorro.
Fonte: site campos24horas.com.br

domingo, 23 de janeiro de 2011

Em questão, a hiperatividade

Os pais devem estar atentos aos sintomas apresentados logo cedo e providenciar os tratamentos.


Distração, dificuldade de concentração e esquecimento de tarefas diárias são fatores presentes na vida de toda criança e adolescente. Mas quando estão aliados à agitação extrema e começam a comprometer o rendimento na escola, é preciso procurar ajuda. Cerca de 5% das crianças brasileiras sofrem de Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH), um distúrbio que pode levar a uma vida adulta desorganizada, com prejuízos comportamentais e até o abandono dos estudos.
Segundo a neuropediatra e professora da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj) Heloísa Viscaíno Pereira, os sintomas são mais flagrantes na fase escolar, mas podem aparecer desde cedo. Para que o diagnóstico seja preciso, o médico deve fazer uma análise clínica – não há como identificar o distúrbio através de exames – de 18 critérios de déficit de atenção e hiperatividade, além de investigar o histórico familiar, já que a taxa de transmissão por hereditariedade gira em torno de 80%.
Apesar de não ter um fator genético comprovado, o transtorno pode aparecer com mais frequência em grupos de risco, como crianças com nascimento prematuro, provavelmente ocasionado por lesão no processo de amadurecimento do cérebro, mais precisamente no eixo neurotransmissor da dopamina, substância responsável pelas funções cognitivas, como moderação de humor e capacidade de concentração.


Por falta de informação o TDAH, muitos consideram quem tem o transtorno como pessoa mal-educada


O TDAH pode representar um sério agravante no mau rendimento escolar. Isso porque a criança que desenvolve o problema não presta atenção a detalhes ou, quando se fala diretamente com ela, tem dificuldade de se concentrar e se organizar. Não segue instruções até o fim, evita tarefas que exigem esforço mental prolongado, perde objetos, se distrai com estímulos externos e esquece atividades do dia a dia.

Aliado a isso, tem comportamento muito ativo, mexendo muito mãos e pés, não consegue se manter parada ou no mesmo local por muito tempo, é impaciente, impulsiva, interrompe conversas e fala muito. Geralmente a criança é agitada em momentos inapropriados e toma atitudes que podem colocar em risco sua própria segurança, como subir em árvores ou atravessar a rua sem cuidados. “Por falta de informação, muitas pessoas consideram quem tem o transtorno como mal-educada, o que pode gerar problemas de relacionamento. A criança pode ser isolada do convívio com as outras por ser hiperativa ou se tornar agressiva com os demais. Estudos mostram que adultos com TDAH são mais propensos a sofrer acidentes de carro, devido à falta de atenção e impulsividade, se separam com mais frequência e tendem a procurar profissões que fujam da rotina”, avalia Heloísa.


O TDAH pode representar um sério agravante no mau rendimento escolar, porque a criança não presta atenção a detalhes


No mês passado foi publicada no Diário Oficial do Estado, a promulgação da Lei 5.848/10, que diz que o Estado do Rio de Janeiro terá que adotar medidas para a identificação e tratamento da dislexia na rede estadual de Ensino. “Embora não tenha relação com capacidade intelectual, a dislexia, que é uma dificuldade com a leitura, muitas vezes é mal interpretada, causando a reprovação dos alunos e desistências”, relata o deputado Alessandro Molon, autor da lei. Ele lembra que o físico alemão Albert Einstein era disléxico.

Para Molon, as escolas são o ambiente mais mais propício para identificação e também para o tratamento do transtorno, que pode ser minimizado com os devidos cuidados. Por isso, a futura lei prega a capacitação permanente dos professores para esta avaliação. O texto ainda determina que os exames sejam realizados em alunos já matriculados na rede e em estudantes admitidos por transferência de outras escolas que não pertençam à rede pública estadual.


Psicóloga orienta pais para saber como lidar com filhos portadores de TDAH


Segundo a psicóloga Daniela Levy, ser mãe de um hiperativo é tarefa muito difícil. “Significa ter que conviver com uma criança que não responde ao que é ensinado, que vive derrubando as coisas, correndo pra lá e pra cá. É impossível não ficar irritada. A hiperatividade confunde pais, professores e médicos. Se não for diagnosticada nem tratada adequadamente, a doença vira um tormento para a criança e para quem vive em torno dela”, resume.

A psicóloga acrescenta que nem toda criança que é agitada deve ser rotulada de hiperativa. A agitação pode ser resultado de problemas comportamentais ou manifestações de outras doenças graves, como autismo, hipertireoidismo e até depressão infantil.

Como lidar com o hiperativo? “Estabelecer limites é a primeira orientação. Além de repetir a mesma instrução várias vezes sem perder a paciência, elogiar o que a criança faz certo, não encher o quarto de bichos de pelúcia nem de quadros nas paredes, limitar o número de brinquedos disponíveis para evitar distração, prefira copos e pratos de plástico e evite encher a sala de bibelôs ou vasos de vidro, pois quase todo hiperativo tem problema de coordenação motora”, ensina Daniela. “E na sala de aula, o hiperativo deve sentar-se longe da janela, de preferência nas primeiras fileiras, para diminuir as distrações”.

Embora a hiperatividade não tenha cura, ela pode ser controlada com tratamento psicoterápico, prática de atividades físicas e, nos casos mais graves, medicamentos estimulantes ou antidepressivos. “O remédio melhora a concentração e, dessa forma, facilita o aprendizado das crianças hiperativas. Mas tem efeito colateral e, por isso, só deve ser usado quando a psicoterapia não for suficiente para ajudá-las a levar uma vida normal”, conclui Daniela.
Impacto negativo na vida adulta

Atentar para a presença de comorbidades, principalmente distúrbios psiquiátricos como transtorno de humor bipolar, depressão e dislexia também é fundamental. Cerca de 60% dos casos de TDAH estão relacionados a outros diagnósticos, que devem ser controlados primeiro, para não pôr em risco a eficiência do tratamento.

A neuropediatra Heloísa Viscaíno explica que crianças hiperativas que não recebem atendimento adequado não necessariamente carregam os sintomas para a vida adulta: a maioria dos conflitos se resolve na adolescência. No entanto, 60% dos pacientes relatam algum impacto negativo. “A dificuldade de manter o foco, muito frequentemente, faz com que as pessoas abandonem os estudos e não consigam se inserir no mercado de trabalho, não por falta de oportunidade, mas por serem impulsivas, desorganizadas e terem dificuldade em cumprir prazos, deixando trabalhos inacabados. É importante frisar que o distúrbio não interfere na inteligência, mas no comportamento, impedindo que o paciente desenvolva seu potencial”, esclarece.

Heloísa destaca que o transtorno não tem cura, mas pode se estabilizar. O tratamento é basicamente medicamentoso, a partir de remédios que regulem os níveis de dopamina no cérebro, melhorando as atividades de foco e diminuindo a hiperatividade. A psicoterapia também pode ser um aliado: a linha mais indicada é a Terapia Cognitivo-comportamental, que se baseia na capacidade de mudar a atitude, desenvolvendo estratégias que ajudem o paciente a se organizar e melhorar seu ambiente familiar e de trabalho.

Fonte: site odiarionews.net