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quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Allianz Seguros dá dicas de como dirigir com segurança na chuva .

Saiba como evitar possíveis estragos ou danos ao seu veículo durante os dias de calor, também marcado pelas chuvas fortes que pegam os motoristas de surpresa

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“O número de casos com danos em automóveis, decorrentes de alagamento, triplica na estação de chuvas”, de acordo com Laur Diuri, diretor executivo de sinistros da Allianz Seguros.

Levando em consideração os sinistros mais comuns que envolvem carros alagados, a Allianz Seguros elaborou uma série de dicas de como o motorista deve proceder para evitar imprevistos nos dias chuvosos.

• O rádio no carro ou a televisão antes de sair de casa são grandes aliados. Fique atento às notícias sobre pontos de alagamento.

• Nos dias com chuvas intensas, evite circular por trechos com histórico de risco de alagamento.

● Se conseguir identificar que a altura da água ultrapassará o centro da roda, não tente atravessar o alagamento. Quando não for possível ver a profundidade, o risco de cair em um buraco, do carro parar ou até mesmo aquaplanar é grande.

• Ao dirigir em trechos alagados, mantenha a marcha reduzida, baixa velocidade, com rotação constante, em torno de 2.500 RPM. Isso melhora a aderência e a dirigibilidade do veículo.

• Se o carro apresentar aumento de esforço ao esterçar, anomalias das luzes de injeção eletrônica, bateria e ABS, além de variação na luminosidade do painel, mantenha a calma, redobre a atenção e desligue os equipamentos que não forem essenciais. Se alguma destas situações persistirem, encaminhe o veículo para uma revisão.

• Ao apresentar sinais de alagamento, não dê a partida e procure removê-lo até uma oficina. Isso reduz o risco de danificar o motor.

● Em veículos que sofrem danos por alagamento é necessário fazer uma revisão completa, ou seja, a verificação de todos componentes eletrônicos e mecânicos. Faça a troca do óleo e filtros, assim como a limpeza imediata do veículo, para não danificar estofamentos e carpete. O veículo pode não apresentar defeito no momento do alagamento, mas o contato da água com componentes eletro-eletrônicos pode gerar posterior anomalia, com a oxidação das peças.

•Verifique também o estado do óleo da transmissão, dos eixos diferenciais e do cânister, dispositivo que reduz a emissão de hidrocarbonetos dos tanques de combustível. Eles podem ter a vida útil reduzida e aumentar o risco de falhas na embreagem, suspensão e freios.

•É indicado também ao proprietário que faça uma limpeza do sistema de ventilação do veículo, que pode estar contaminado por fungos e bactérias.
Fonte: site segs.com.br

Sinistros aumentam cerca de 30% em épocas de chuva

Seguros residenciais podem ser contratados também para imóveis em áreas de risco.

Carros arrastados pelas enxurradas e casas invadidas pela água já são cenas recorrentes em São Paulo no verão. Elas também fazem parte da rotina das seguradoras de automóveis e residências. E as previsões para este ano não são animadoras. "O número de automóveis afetados pelas enchentes deve ser semelhante ao registrado no ano passado", diz Maurício Galian, diretor da área de automóveis da Mapfre.

Entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010, a seguradora registrou 120 sinistros em função das enchentes, mesmo número que o observado este ano - sendo que ainda estamos em meados de janeiro. "Ainda não conseguimos levantar o número exato de automóveis afetados pelas chuvas da última segunda-feira, mas sabemos que foi superior ao que costumamos registrar em dias de chuvas", diz Galian.

O diretor da área de automóveis da Porto Seguro, Marcelo Sebastião, diz que o número de sinistros e atendimentos aos segurados em épocas de chuvas aumenta, em média, 30% em relação à média mensal. "Quando não for possível evitar situações de enchentes, o cliente deve seguir algumas recomendações: não dar a partida no veículo caso o mesmo tenha sido encoberto pela enxurrada; não atravessar um local alagado; e evitar estacionar o veículo em locais com probabilidade de inundação", ressalta.

As recomendações devem ser seguidas caso o segurado não queira ter problemas para receber a indenização, segundo o advogado Antonio Gonçalves. "É dever da seguradora cumprir com o contrato. Mas é dever do segurado zelar pelo seu patrimônio", afirma o especialista em direito penal internacional.

"Caso o cliente não tenha feito nada de errado e ainda assim a seguradora se recusar a indenizá- lo, será preciso procurar o Procon ou mesmo a Justiça."

Cobertura restrita Vale lembrar que nem todos os veículos têm cobertura de enchente ou alagamento. "O seguro total cobre danos causados por enchentes e alagamentos. Já o seguro parcial, que geralmente cobre roubo/furto e incêndio, não", explica Rubens Nogueira, presidente da Classic Corretora de Seguros.

Na Porto Seguro, 97% dos veículos (de um total de 1,8 milhão) têm cobertura de enchente. Na Mapfre, 100% dos automóveis (de um total de 1,3 milhão) estão cobertos por eventos climáticos.

Residências Também é comum vermos moradores desesperados por terem perdido os pertences na enxurrada. As seguradoras também oferecem uma apólice, de seguro residencial, que cobre danos causados por enchentes. "Para uma residência cujo valor seja próximo a R$ 150 mil, o valor da apólice é R$ 300 por ano", explica Nogueira, da Classic.

Segundo ele, as companhias de seguros aceitam qualquer perfil, desde que residam em endereços oficiais. "Antigamente, as seguradoras visitavam as residências e não aceitavam o cliente caso morasse em área de risco. Hoje, isso não existe mais."

O presidente da Classic ainda lembra que essas apólices oferecerem coberturas adicionais, como limpeza e higienização ou estadia em hotéis por até cinco dias

Evite atravessar vias inundadas, pois buracos ou outros obstáculos podem estar encobertos pela água. Além disso, há a possibilidade do veículo flutuar e ser arrastado pela enxurrada, o que coloca em risco a segurança do motorista e dos passageiros

Nunca tente dar a partida no veículo se ele morrer dentro d'água. Neste caso, o motor pode aspirar água e ser danificado Evite estacionar o veículo em locais com probabilidade de inundação. Se isso não for possível e o carro se encontrar alagado, também não tentar ligá-lo em hipótese alguma

Em caso de alagamento, o segurado deve: Comunicar imediatamente seu corretor de seguros ou a Central 24 horas de atendimento da empresa, solicitando um guincho para levar o veículo a um local seguro O segurado poderá levar o veículo à oficina de sua preferência, mas não deve autorizar o conserto antes da liberação da seguradora.

A liberação será feita por um técnico da empresa, que avaliará se o veículo pode ser recuperado ou se houve perda total.

Fonte: Brasil Econômico / site corretores de seguros

Mortos por chuvas no Rio chegam a 245

RIO, TERESÓPOLIS e NOVA FRIBURGO - Um temporal nesta madrugada provocou a maior tragédia da região serrana do Rio em décadas. Deslizamentos de toneladas de terra, quedas de pedras gigantescas e enxurradas comparadas a tsunamis atingiram moradores, tomaram bairros inteiros e inundaram prédios em segundos. Regiões de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis ficaram destruídas ou tomadas pela lama, em um cenário semelhante ao provocado pelo furacão Katrina, que devastou a cidade americana de Nova Orleans, nos Estados Unidos, em 2005. As prefeituras dos três municípios atingidos contam 237 mortes, mas admitem que o número de vítimas pode subir, pois equipes de resgate têm dificuldade de acesso aos locais dos desmoronamentos. Pelo menos três estradas que cortam a região precisaram ser interditadas parcialmente, o que atrapalhou ainda mais o acesso de homens da Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros.

A região serrana é formada por montes cobertos pela Mata Atlântica, onde os solos são mais instáveis e mais propensos a deslizamentos. A construção de casas e prédios em vales, próximos a rios, também facilita as formação de enchentes. Em 1988, um temporal havia deixado 171 mortos em Petrópolis, na maior tragédia provocada pela chuva na região serrana até hoje.

Famílias inteiras morreram com a força da enchente ou com deslizamentos. Em alguns pontos, rios subiram até 5 metros e invadiram casas enquanto os moradores dormiam. Centenas de casas foram varridas pela terra que desceu as encostas, arrastando árvores e pedras.

Com ruas e estradas bloqueadas, equipes de buscas têm dificuldade para remover corpos ou tentar resgatar moradores presos sob escombros. A pedido do governador Sérgio Cabral, a Marinha colocou à disposição dois helicópteros para transportar homens e equipamentos do Corpo de Bombeiros para a região serrana. Partes das três cidades ficaram sem água, telefone e energia elétrica.

Até agora, Teresópolis foi o município que registrou o maior número de mortes: 114. A prefeitura decretou estado de calamidade pública e informou que mais de 2 mil pessoas tiveram que deixar suas casas. 'É a maior catástrofe da história do município', declarou o prefeito Jorge Mário Sedlacek.

Segundo a Defesa Civil, 17 bairros foram atingidos por enchentes e deslizamentos. A área mais afetada foi a periferia da cidade, nas regiões conhecidas como Caleme, Poço dos Peixes, Posse e Granja Florestal. Cerca de 800 homens trabalham em equipes de resgate e atendimento aos desabrigados. Moradores tentavam encontrar parentes e carregavam corpos encontrados sob a terra. Uma igreja da cidade foi usada como local para que os mortos pudessem ser reconhecidos.

No município de Nova Friburgo, três bombeiros que tentavam resgatar moradores de um prédio que havia desabado foram soterrados. A cidade ficou praticamente sem comunicação durante todo o dia de hoje, com linhas de telefonia fixa danificadas e sistema precário de telefonia celular. As autoridades confirmaram a morte de 97 pessoas. Uma encosta do município desmoronou e a lama invadiu a Igreja de Santo Antônio. O teleférico de Nova Friburgo, um dos pontos turísticos da cidade, também foi tomado pela terra.

Em Petrópolis, a região mais atingida foi o Vale do Cuiabá, no distrito de Itaipava. Condomínios de classe média-alta, pequenas casas e pousadas foram invadidos rapidamente pela água dos rios Santo Antônio e Cuiabá, que subiram até 4 metros acima do nível normal. Nesta região, 14 pessoas que estavam em um sítio morreram. A força da enxurrada derrubou construções e provocou a morte de pelo menos 18 pessoas na cidade. Segundo a prefeitura, o número de vítimas pode passar de 40 apenas no Vale do Cuiabá.

O vice-governador do Rio, Luiz Fernando Pezão, sobrevoou a região e visitou as áreas atingidas. O ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e o ministro das Relações Institucionais, Luiz Sérgio, também estiveram nas cidades. A presidente Dilma Rousseff anunciou que sobrevoaria os locais amanhã. O governador Sérgio Cabral, que está fora do País, também deve visitar as cidades nesta quinta-feira.

Em pouco mais de 24 horas, o volume de chuva na região - especialmente em Nova Friburgo - superou em 30% os índices pluviométricos registrados em todo o mês de janeiro do ano passado. A previsão do Instituto Nacional de Meteorologia é de chuva moderada ou forte na região serrana até o fim da semana.

(Bruno Boghossian, Márcia Vieira, Felipe Werneck, Marcelo Auler, Pedro Dantas, Wilson Tosta, Kelly Lima)

Texto atualizado às 21 horas
Fonte: site estadao.br.msn.com

Mortos por chuvas no Rio chegam a 97; Cabral pede ajuda à Marinha

RIO - Chega a 71 o número de mortos nos deslizamentos de terra em Teresópolis, na região serrana do Rio. A Defesa Civil do município divulgou o último balanço às 14h30 e mantém cerca de 800 homens nos bairros mais atingidos pela chuva, em busca de corpos e sobreviventes. O número de vítimas só na Região Serrana do Rio está em 97. O governo do Estado solicitou à Marinha aeronaves para ajudar no socorro e resgate de moradores das localidades, já que ruas e estradas foram comprometidas com as queda de encostas. Em nota, o governador Sérgio Cabral lamentou a 'perda de vidas nesta tragédia causada pelas chuvas' e manifestou 'solidariedade às famílias'. Segundo o comunicado, os aviões da Marinha vão deslocar material, equipamentos e agentes do Corpo de Bombeiros e Defesa Civil nas cidades atingidas. No exterior, o governador deve voltar ao Rio e visitar a Região Serrana na quinta-feira.

O prefeito de Teresópolis, Jorge Mário Sedlacek, decretou estado de calamidade pública e informou que equipes ainda buscam sobreviventes em diversas áreas do município. Ele alertou que o número de vítimas pode aumentar, pois as equipes de socorro ainda estão chegando aos locais devastados por enxurradas e desmoronamentos.

Sedlacek estima que o número de desabrigados já passa de 1.000 pessoas. 'É a maior catástrofe da história do município', afirmou o prefeito em entrevista ao telejornal RJTV, da TV Globo.

Em Nova Friburgo, ao menos oito pessoas morreram - incluindo quatro bombeiros que ajudavam no resgate de vítimas. Um desmoronamento atingiu uma viatura da corporação e três agentes continuam desaparecidos. O centro está coberto de lama e há ruas alagadas.

Em entrevista à rádio CBN, o coordenador da Defesa Civil da cidade, coronel Roberto Robadey, disse que o volume de chuvas chegou a 260mm em 24 horas - em janeiro de 2010, o volume foi de 180 mm. 'Quem tiver passado a noite em lugar seguro e estiver isolado não deve sair', pediu.

Em Petrópolis, 18 pessoas morreram em alagamentos. A força da enxurrada em uma região conhecida como Vale do Cuiabá, chegou a derrubar casas, segundo o Corpo de Bombeiros de Itaipava, distrito de Petrópolis. A prefeitura, no entanto, acredita que o número de vítimas pode passar de 40.

Interdições. Três estradas que saem de Teresópolis estão interditadas: a BR-495 foi fechada na altura do quilômetro 24 por causa da queda de mais de 200 toneladas de terra. No sentido de Friburgo, a pista está interditada na altura do quilômetro 88,5, e deve demorar cerca de quatro horas para ter parte da via liberada. Há interdição ainda na BR 116, Teresópolis - Além Paraíba, na altura do bairro de Três Córregos.

(Com Marcelo Auler, Pedro Dantas e Priscila Trindade) Texto atualizado às 16h10.
Fonte: site estadao.br.msn.com

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Total de indenizações por acidentes de trânsito cresce 47% em 4 anos

O total de indenizações de vítimas de acidentes de trânsito subiu de 175.021 em 2005 para 256.472 em 2009, um aumento de 47%. Os dados foram registrados pela DPVAT (seguro nacional de danos pessoais causados por veículos). Desde o início da década, o número de acidentes de trânsito cresce ano a ano no país. Indenizações para vítimas que ficaram permanentemente mutiladas em acidentes são as que mais crescem. Em 2005, as indenizações por invalidez respondiam por 17% do total de ressarcimentos. No primeiro semestre de 2010, esse percentual subiu para 59%.

As compensações porque as vítimas tiveram algum tipo de invalidez permanente passaram de 31.121, em 2005, para 70.879, em 2009, um crescimento de 127%. No mesmo período, os ressarcimentos por mortes diminuíram de 55.024 para 53.052, uma queda de 4%.

Especialistas ouvidos pelo R7 apontam a diminuição geral da velocidade do trânsito, a popularização das motos e a maior divulgação do DPVAT como algumas das causas para a questão.

O engenheiro e consultor de trânsito Horácio Figueira afirma que a diminuição geral na velocidade média no trânsito das cidades pode ter contribuído para a queda nas mortes e aumento nas lesões permanentes.

– Essa diminuição na velocidade média tende a fomentar colisões com vítimas sequeladas.

Outra explicação apontada por Figueira é a melhoria da tecnologia de segurança dos carros e a popularização das motocicletas. Acidentes com motos foram responsáveis por 60,6% das vítimas indenizadas, apesar de representarem um quarto de toda a frota de veículos do país.

Para o engenheiro Sérgio Ejzenberg, mestre em engenharia de transportes pela USP (Universidade de São Paulo), os números de acidentes com motos tendem a crescer nos próximos anos. Segundo ele, as más condições do transporte público "empurram" a classe média para comprar uma moto na primeira oportunidade.

Reportagem do R7 publicada em julho deste ano mostrou que os motociclistas têm quase três vezes mais chances de morrer em acidente que ocupantes de carro em São Paulo. Outro estudo, de maio, revelou que, na capital paulista, as motocicletas estavam também sendo compradas pelos ricos que desejam fugir do rodízio municipal de veículos.

Cássia Delpapa, primeira vice-presidente do Sincor-SP (Sindicato dos Corretores de Seguros no Estado de São Paulo), também afirma que a diminuição na velocidade e a popularização das motos são as grandes causas para os resultados divulgados pelo DPVAT. Ela acrescenta ainda que o maior conhecimento da população sobre o seguro nacional pode ter ajudado no crescimento de pedidos de indenização.

O DPVAT, seguro obrigatório pago por todos os proprietários de veículos no país, pode ser acionado por qualquer vítima de acidente de trânsito. Mesmo aqueles que não têm carros podem pedir a compensação. O teto do ressarcimento é de R$ 12 mil, pago no caso de morte ou invalidez. Segundo Cássia, o dinheiro é liberado de 15 a 20 dias depois que a vítima ou seus parentes dão entrada no pedido. (Informações do Portal R7)
Fonte: site ogirassol.com.br

domingo, 9 de janeiro de 2011

Custo de catástrofes em 2010 é estimado em US$ 130 bilhões

Ano passado está entre os seis de perdas mais intensivas para o setor de seguros desde 1980

Por Agência Estado

A resseguradora Munich Re, da Alemanha, estima que as grandes catástrofes globais em 2010 resultaram em perdas totais de cerca de US$ 130 bilhões, colocando o ano passado entre os seis de perdas mais intensivas para o setor de seguros desde 1980. Das perdas totais, cerca de US$ 37 bilhões estavam segurados, segundo a Munich Re. Um total de 950 catástrofes naturais foram registradas em 2010, levemente acima da média em dez anos, de acordo com os cálculos da Munich Re.

A resseguradora Swiss Reinsurance havia estimado em novembro que as catástrofes naturais e desastres provocados pelo homem no ano passado custaram ao setor global de seguros apenas US$ 36 bilhões, embora a perda econômica para a sociedade tenha ficado muito acima, em US$ 222 bilhões.

As grandes catástrofes de 2010 incluíram os terremotos do Haiti e do Chile, enchentes no Paquistão e uma onda de calor em partes da Rússia que resultou em incêndios florestais, disse a Munich Re. As nuvens de cinzas vulcânicas que paralisaram temporariamente o transporte aéreo em boa parte da Europa também se incluem entre os encargos para as seguradoras em 2010.

Pedidos de cobertura de danos à propriedade por causa do vazamento de petróleo no Golfo do México são estimados em US$ 1 bilhão, embora o número seja incerto por causa da complexidade dos processo. De acordo com a Swiss Re, catástrofes como o terremoto do Haiti e as enchentes no Paquistão envolviam pouquíssimo seguro.

As resseguradoras atuam como seguradoras de último recurso para o segurador primário e, em geral, entram na cobertura de prejuízos de eventos extraordinárias como terremotos, enchentes ou desastres provocados pelo homem.

O setor de resseguro atualmente enfrenta os problemas causados por uma demanda moderada que impede que as empresas elevem os preços. Outro fator para as resseguradoras é o capital excedente. Sem desastres de alto custo, as resseguradoras podem preservar capital, o que resulta em competição mais acirrada e preços baixos.
As informações são da Dow Jones.
Fonte: site epocanegocios.globo.com

domingo, 26 de dezembro de 2010

Evite roubos e furtos à residência

O número de roubos e furtos à residências aumenta cerca de 30% no início do ano, principalmente nos meses de dezembro e janeiro, período de férias escolares, quando a família viaja segundo Laur Diuri, diretor executivo de sinistros da Allianz Seguros.

Com base nos sinistros mais comuns à residências, a empresa elaborou uma série de dicas de como proceder ao sair de férias para auxiliar o segurado a evitar furto à sua moradia.

Confira abaixo algumas dicas de como proceder antes e durante a viagem de férias e saiba também como os ladrões costumam agir.

Métodos dos ladrões:

* Os assaltantes preferem residências vazias. Acionam campainhas, fazem ligações telefônicas e percorrem ruas e quadras do entorno.

* Costumam usar disfarces de prestadores de serviços e até mesmo de mendigos.

* Atuam geralmente em dias úteis, horário comercial, depois de constatarem a ausência dos moradores.

* Preferem furtar ou roubar eletrodomésticos, armas, DVDs, vídeo games, cheques, dinheiro e aparelhos telefônicos.

Antes de viajar:

* Não comente sua viagem perto de pessoas estranhas.

* Comunique sua ausência a um vizinho de confiança, deixando seus contatos, como telefone celular, telefone do local onde estará etc.

* Não deixe jóias e dinheiro dentro da casa, mesmo que seja em um cofre. No período da viagem, utilize cofres de bancos ou empresas privadas.

* Procure carregar seu veículo dentro da garagem para evitar que pessoas estranhas saibam que você irá se ausentar.

* Desligue a campainha. Assim você deixará em dúvida quem quiser usá-la apenas para verificar se há alguém em casa.

* Suspenda a entrega de jornais ou revistas, gêneros alimentícios, etc.

* Reforce as portas com fechaduras auxiliares.

* Na medida do possível, instale equipamentos eletrônicos de segurança, mas antes certifique-se de que a empresa responsável é idônea e cadastrada na Polícia Federal.

* Se possível, instale aparelho de fotocélula para acender as luzes externas à noite e apagá-las durante o dia.

* Se possível, instale aparelho temporizador para ligar e desligar um aparelho de TV ou som em horários distintos (noite e dia).

* Lembre-se de que os ladrões de ocasião optam por residências cujo acesso é mais fácil, com menos itens de segurança.

Durante a viagem:

* Procure sempre manter contato com os vizinhos. Em casos suspeitos, peça a eles para avisarem a polícia.

* Evite o aspecto de abandono. Solicite para alguém de confiança limpar a área externa da sua casa.

* Peça a um parente ou vizinho para visitar a sua residência, a fim de demonstrar a presença de pessoas.

* Não deixe luzes acesas durante o dia. Isso significa ausência de moradores.

Notícia publicada na edição de 19/12/2010 do Jornal Cruzeiro do Sul, na página 8 do caderno Casa e Acabamento - o conteúdo da edição impressa na internet é atualizado diariamente após as 12h.

Fonte: site cruzeirodosul.inf.br

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Quase metade da população sente-se insegura nas cidades

São Paulo, 15 dez (Lusa) - Quase metade da população brasileira sente-se insegura na cidade onde vive, revela uma sondagem hoje divulgada pelo estatal Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No total, 76,9 milhões de brasileiros não se sentem seguros nas cidades onde vivem, o equivalente a cerca de 47,2 por cento da população, segundo a sondagem "Caracterização da vitimização e do acesso à Justiça no Brasil".

A sondagem revelou ainda que 21,4 por cento não se sentem seguros nem mesmo em casa, enquanto que, no bairro, a sensação de insegurança atinge 32,9 por cento da população.

Cerca de 60 por cento dos domicílios (34,8 milhões) tinham algum dispositivo de segurança, sendo a grade em janelas o item mais utilizado, segundo o levantamento realizado no último trimestre de 2009.

Entre as regiões, o Norte do Brasil tem o maior percentual de pessoas que se sentem inseguras, enquanto o Sul regista a maior proporção de brasileiros que se sentem seguros.

No ranking dos estados, o Rio de Janeiro aparece em segundo lugar com 57,7 por cento de brasileiros "inseguros", enquanto São Paulo está em 11º lugar (48,9 por cento).

A sondagem indicou igualmente que, de modo geral, a sensação de segurança é menor em áreas urbanas do que em áreas rurais, sendo que os homens se declararam mais seguros do que as mulheres.

Dos 162,8 milhões de brasileiros com 10 anos ou mais de idade, 11,9 milhões (7,3 por cento) foram vítimas de furto (subtração de bens sem ameaça ou violência) ou roubo (com ameaça e ou violência).

O total de vítimas de furto (assalto, sem as pessoas presentes) de 6,4 milhões de pessoas, ou 3,9 por cento, superou o de vítimas de roubo, 6,0 milhões, ou 3,7 por cento, sendo que 441.000 pessoas foram vítimas de ambos os crimes.

A Região Norte registou os maiores percentuais de vítimas de tentativa de roubo ou furto (7,0%) e de roubo (5,6%) e a Região Centro-Oeste teve a maior proporção de furtos (5,5%).

Em 2009, 1,6 por cento do total de brasileiros acima de 10 anos de idade (2,5 milhões) foram vítimas de agressão física, com a maior frequência na região Norte e a menor, regiões Sudeste e Sul.

MAN.

*** Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico ***
Fonte: site jornaltvs.net

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Seguro obrigatório de trânsito vai ficar 7,83% mais caro para carros em 2011

O seguro obrigatório de trânsito – conhecido como Dpvat - sofrerá reajuste a partir de janeiro de 2011.A Susep (Superintendência de Seguros Privados) publicou os índices de reajuste nesta sexta-feira (10) no DOU (Diário Oficial da União)

No caso de automóveis e motocicleta, o reajuste será de 7,83% e, para ônibus e micro-ônibus, o índice de aumento será de 15,04%.

Justificativa

Em nota, a Susep disse que a proposta de revisão do valor do seguro baseou-se em estudos atuariais que refletem o expressivo aumento na sinistralidade, em especial das indenizações pagas em decorrência de ações judiciais.

O Seguro DPVAT (Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre ou por sua Carga a Pessoas Transportadas ou Não) foi criado em 1974, para amparar as vítimas de acidentes com veículos em todo o território nacional, não importando de quem seja a culpa.

Estão cobertos todos os cidadãos, em qualquer parte do Brasil, sejam eles motoristas, passageiros ou pedestres. O Seguro DPVAT oferece três tipos de coberturas: morte, invalidez permanente e reembolso de despesas médico-hospitalares comprovadas (DAMS).

Fonte: site cqcs.com.br

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Mercado de seguro cresce com expansão imobiliária

Impulsionado pelo aquecimento imobiliário, o mercado de seguros para residências cresceu 19% até agosto deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, segundo dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep). No Paraná o número passou de 41,2 milhões para 49,6 milhões, o que corresponde a um crescimento superior a 20%.

O seguro para casas hoje é vendido em pacotes que podem incluir garantia contra incêndio, raios e explosão. São diversas opções que o cliente pode escolher, por exemplo, em sua cobertura de assistência pelo atendimento a linha branca, na qual máquinas de lavar roupa e louça, geladeiras, freezers e fogão contam com assistência técnica especializada a custo zero da mão de obra. "A cultura desse seguro está nascendo no Brasil e há espaço para crescimento”, conta o diretor técnico da Bergus Corretora de Seguros, Aderbal Amaro.

Saiba alguns itens que se pode segurar :

- Pode-se segurar a propriedade contra danos materiais, roubos, problemas na execução da obra, incêndios, catástrofes naturais, impacto de veículos ou mesmo de problemas de saúde do proprietário.

- Os preços são sempre definidos de acordo com as coberturas e os valores do imóvel. Para danos físicos, por exemplo, o parâmetro de cálculo é o valor da avaliação inicial da unidade.

Um detalhe importante é que muitas empresas não emitem apólice se o imóvel for de madeira ou for revestido por material que se incendeie facilmente. A maioria das seguradoras também não indeniza em casos de roubo e furto de bens como jóias, metais preciosos e dinheiro. Já para obras de arte, há seguros específicos.
Fonte: site bemparana.com.br